Seminários abertos sobre estereótipos, preconceitos e exclusão social: 02 de outubro

Citação do dia: livre

“Estoy libre de prejuicios, odio a todos por igual.”
Anônimo

Fonte: Pagimétrica

Seminários abertos sobre estereótipos, preconceitos e exclusão social. Tribos urbanas e modernidade. DJ Branco

DJ Branco

CMA Hip Hop

Tribos urbanas e modernidade.

Seminários abertos sobre estereótipos, preconceitos e exclusão social. Tribos urbanas e modernidade. Prof. Muniz Ferreira


Prof. Muniz Ferreira
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal da Bahia

Artigo publicado: Colorblind and Multicultural Prejudice Reduction Strategies

Título: Colorblind and Multicultural Prejudice Reduction Strategies in High-Conflict Situations

Autores: Joshua Correll, Bernadette Park, and J. Allegra Smith

Periódico: Group Processes & Intergroup Relations, 2008, 11, 471-492

Resumo: clique aqui para obter

Estereótipos e humor: quando um Matchangana ganha loteria…

Contribuição: Benvindo Maloa

Matchangana é uma etnia do sul de Moçambique. Há um estereótipo de que eles gostam de ser vistos como ricos, são capazes de deixar de parte uma necessidade basica como é o caso de uma habitação e comprarem um carro de grande valor, nesse exemplo uma limousine, só para se mostrarem como ricos.

Notícia do dia: sexo depois dos 30

Contribuição: Jamyle Reis

Reportagem publicada na revista Cláudia evidencia a submissão das mulheres aos valores machistas, reprimindo-se sexualmente para não serem consideradas fáceis. Clique aqui para ler a notícia.

Estereótipos e música: uma casa portuguesa, com certeza

Artigo publicado: Interethnic Interactions

Título: Interethnic Interactions: Expectancies, Emotions, and Behavioral Intentions

Autores: E. Ashby Plant, David A. Butz, and Margarita Tartakovsky

Periódico: Group Processes & Intergroup Relations, 2008, 11, 555-574

Resumo: clique aqui para obter

Estereótipos e cinema: Zohan

Contribuição: Thiago Falcão

A eterna luta entre israelitas e palestinos pela faixa de Gaza povoa jornais e noticiários de tevê mundo afora já desde algum tempo. A repercussão midiática associada ao conflito geralmente se concentra em tentar ser imparcial, apenas reportando ataques e negociações de paz muitas vezes infrutíferas.
Adam Sandler se aproveitou da essência cultural do conflito para escrever o roteiro da comédia ‘Zohan – o Agente Bom de Corte’ (You don’t Mess with Zohan, Columbia Pictures, 2008), que fala de um agente especial do exército israelita que cansa de lutar contra os palestinos e quer viajar para a América para perseguir seu sonho de ser cabeleireiro.

Chegando ao novo mundo, Zohan, interpretado pelo próprio Sandler, se depara com um cenário que para ele é intrigante: israelis e palestinos convivem diariamente no mesmo espaço urbano, deixando suas diferenças de lado porque precisam conviver com a imagem que o 11 de setembro deixou, do povo do oriente médio, no imaginário do povo americano.
O filme extrapola estereótipos de consumo e de comportamento dos povos do oriente médio para – obviamente – obter o efeito de comédia, mas numa análise um pouco mais cuidadosa, trabalha com vários elementos – culturais e cognitivos – inerentes à estrutura de desenvolvimento dos estereótipos.

Embora o filme trabalhe principalmente com a idéia de estereótipo dos povos do oriente médio, a diversidade racial americana – e os estereótipos a ela associados – também recebem certa atenção.