Estereótipos e anedotas: o espelho do português

Contribuição: Alineton Adson

O português procura uma foto sua para enviar à família em Portugal. Como não achou, foi até ao banheiro para pentear o cabelo e sair para tirar uma foto. Ao chegar no espelho percebeu sua imagem refletida e disse:
– “Ora pois vou enviar esse espelho que tem a minha imagem e pronto, não preciso nem gastare dinheiro com foto”.
Quando o embrulho chegou em Portugal, seu pai foi logo abrindo curioso para ver a foto de seu filho. Quando deparou com o espelhou gritou para Maria:
– “Maria venha cá correndo, veja como nosso filho envelheceu, até parece um velho de 60 anos. E ainda está com cara de pinguço”.
Maria ao debruçar no ombro de Manoel, disse:
– “Também pudera, com essa velha feia com cara de puta ao seu lado, só podia mesmo virar alcoólatra”.

Estereótipos e humor: concerto do U2 em Lisboa

Contribuição: Alineton Adson

Em um concerto do U2 em Lisboa, Bono (o vocalista da banda) pediu silêncio ao público e começou a bater palmas compassadamente. Olhando para as pessoas, que estavam em silêncio, ele disse ao microfone:
– Eu quero que vocês percebam algo muito sério.
A cada batida de minhas mãos, uma criança morre na África.
Nesse momento uma voz das arquibancadas grita:
– Então para de bater, óh filho da puta!…

Estereótipos e anedotas: um argentino visita o bordel

Contribuição: Bernardo Follador & Milena Magalhães
Foram em um bordel 3 pessoas : 1 argentino,1 português e 1 judeu

– o judeu foi cobrar o aluguel do lugar,

– o português foi levar flores para a namorada,

– e o Argentino foi visitar a mãe.

Essa piada explicita os estereótipos dos brasileiros a respeito dos judeus, argentinos e portugueses. Há a crença de que judeus só pensam em dinheiro, portugueses são burros e os argentinos não prestam.

Estereótipos e música: uma casa portuguesa, com certeza

Anedotas étnicas: exaltação das qualidades do endogrupo

Origem: Portugal

Certa vez foi realizado um concurso internacional para ver quem tinha os colhöes maiores. Chega um Françês, com uns que mal cabiam nas calças. Chega um Alemäo com umas batatonas a balançar cá fora. Chega um Inglês com uns que pareciam 2 melões. E ás tantas aparece um Português com um carrinho de mäo cheio de lagostas e outros mariscos do gênero.
– Mas o que é isso ? Perguntaram os juízes.
– Isto é um concurso de tomates, que está a fazer com isso ?
Responde o Português:
– Vim trazer os chatos na frente, os colhões vêm noutro Português lá atrás no camiäo.

Anedota: o alvo como estúpido

Origem: Brasil
Grupo alvo: portugueses

Durante a segunda guerra mundial foram aprisionados pelos nazistas um soldado americano, um inglês e um português. Submetidos a um julgamento sumário, os três foram condenados à morte por fuzilamento.
Na manhã seguinte os três foram levados a um campo aberto e após um sorteio ficou deliberado que o soldado americano seria o primeiro a enfrentar o pelotão. Este soldado, porém, já tinha elaborado um plano de fuga. O comandante do pelotão iniciou os procedimentos para a execução:
– Preparar … apontar …
Nesse momento o soldado americano gritou:
– Terremoto !!
Criou-se momentaneamente uma confusão entre os soldados do pelotão, do que se aproveitou o americano para fugir.
A execução seguinte seria a do soldado inglês. O comandante mais uma vez preparou o pelotão:
– Preparar … apontar …
O inglês, esperto, utilizou-se da mesma estratégia adotada pelo americano e gritou:
– Maremoto !!
Uma vez mais estabeleceu-se a confusão, do que se aproveitou o inglês para fugir.
Finalmente chega a vez do soldado português. O comandante preparou uma vez mais o pelotão. O português refletiu e acabou por concluir que também poderia fazer o mesmo que os seus colegas. Levado ao paredão esperou as ordens do comandante:
– Preparar … apontar …
Então o português gritou:
– Fogo !!

Brasileiro se obriga a passar por português para trabalhar na Espanha

Esta semana muitos jornais brasileiros relataram uma pesquisa cujos achados sugerem que a maior parte dos brasileiros residentes em Londres trabalha com atividades ligadas à limpeza. Claro que a maior parte destas pessoas não admitiria desempenhar a mesma função, tão honrada quanto qualquer outra, aqui no Brasil. Agora uma outra notícia, publicada por um jornal de Barcelona e reproduzida pelo Observatório da Delincuencia Inmigrante, um site bastante criticado por ONG e outras organizações de combate ao racismo na Espanha, reflete a situação de muitos brasileiros que não vêem outra oportunidade para sobreviver dignamente que não trabalhar na Europa. Clique aqui para ler a notícia