Artigo publicado: Person Categorization and Automatic Racial Stereotyping Effects on Weapon Identification

Título: Person Categorization and Automatic Racial Stereotyping Effects on Weapon Identification

Autores: Christopher R. Jones and Russell H. Fazio

Periódico: Personality and Social Psychology Bulletin 2010;36 1073-1085

Resumo: http://psp.sagepub.com/cgi/content/abstract/36/8/1073

Notícia do dia: estereótipos em nome da hospitalidade

Contribuição: Diogo Araújo

Quase sempre os estereótipos são utilizados pelas pessoas de forma negativa. Porém, o orgão oficial de turismo inglês, preocupado com gafes ao se atender os estrangeiros que invadirão Londres durante os Jogos Olímpicos de 2012, pretende usar os estereótipos para que o país seja um melhor anfitrião. Foi realizado um levantamento de comportamentos que devem ser evitados quando se lidar com visitantes de várias nacionalidades, com o objetivo de criar uma cartilha e prevenir situações embaraçosas.   Clique aqui para ler.

Estereótipos e humor: gênero e quadros de referência

Duas mulheres conversando:

1ª-Como foi sua transa ontem?

2ª – Uma catástrofe! Meu marido chegou do trabalho, jantou em 3 minutos, depois tivemos sexo durante 4 minutos e após 2 minutos, ele já estava dormindo! E sua transa, como foi?

1ª – Foi fantástica! Meu marido chegou em casa levou-me para jantar e depois passeamos à pé, durante 1 hora até voltarmos para casa. Após 1 hora de preliminares à luz de velas, fizemos sexo durante 1 hora e, no fim, ainda conversamos durante mais 1 hora!

Dois homens conversando:

1° – Como foi tua trepada ontem?

2° – Foi fantástica! Cheguei em casa e o jantar estava na mesa; jantei, dei uma rapidinha e dormi feito pedra! E a sua?

1º – Uma catástrofe! Cheguei em casa e não havia luz porque esqueci de pagar a última conta. Tive que levar minha mulher para jantar fora. A comida foi uma porcaria e caríssima, tão cara que fiquei sem dinheiro para pagar o táxi de volta. Não tivemos outra alternativa senão ir a pé para casa. Chegamos em casa e como não tínhamos eletricidade, fomos obrigados a acender velas! Eu estava tão stressado que precisei de 1 hora até funcionar e uma hora até conseguir terminar. Foi de tal maneira irritante que não peguei no sono durante 1 hora, e fui bombardeado pela minha mulher com uma infindável conversa fiada.

Obrigados a dançar o rebolation

Curso de formação de maridos

Contribuição: Gilcimar Dantas


Curso de Formação de Maridos

Objetivo pedagógico

Permite aos homens desenvolver a parte do corpo da qual ignoram a existência (o cérebro).
São 4 módulos:

Módulo 1: Introdução (Obrigatório)

1 – Aprender a viver sem a mamãe. (2.000 horas)

2 – Minha mulher não é minha mãe. (350 horas)

3 – Entender que não se classificar para o Mundial não é a morte. (500 horas)

Módulo 2: Vida a dois

1 – Ser pai e não ter ciúmes do filho. (50 horas)

2 – Deixar de dizer impropérios quando a mulher recebe suas amigas. (500 horas)

3 – Superar a síndrome do ‘o controle remoto é meu’. (550 horas)

4 – Não urinar fora do vaso. (1000 horas – exercícios práticos em vídeo)

5 – Entender que os sapatos não vão sozinhos para o armário. (800 horas)

6 – Como chegar ao cesto de roupa suja. (500 horas)

7 – Como sobreviver a um resfriado sem agonizar.. (450 horas)

Módulo 3: Tempo livre

1 – Passar uma camisa em menos de duas horas. (exercícios práticos)

2 – Tomar a cerveja sem arrotar, quando se está à mesa. (exercícios práticos)

Módulo 4: Curso de cozinha

1 – Nível 1. (principiantes – os eletrodomésticos) ON/OFF = LIGA/DESLIGA

2 – Nível 2. (avançado) Minha primeira sopa instantânea sem queimar a Panela.

3 – Exercícios práticos Ferver a água antes de por o macarrão.

Cursos Complementares

Por razões de dificuldade, complexidade e entendimento dos temas, os cursos terão no máximo três alunos.

1 – A eletricidade e eu: vantagens econômicas de contar com um técnico competente para fazer reparos.

2 – Cozinhar e limpar a cozinha não provoca impotência nem homossexualidade. (práticas em laboratório)

3 – Porque não é crime presentear com flores, embora já tenha se casado com ela.

4 – O rolo de papel higiênico: Ele nasce ao lado do vaso sanitário? (biólogos e físicos falarão sobre o tema da geração espontânea)

5 – Como baixar a tampa do vaso – passo a passo. (teleconferência)

6 – Porque não é necessário agitar os lençóis depois de emitir gases intestinais. (exercícios de reflexão em dupla)

7 – Os homens dirigindo, podem SIM, pedir informação sem se perderem ou correr o risco de parecerem impotentes. (testemunhos)

8 – O detergente: doses, consumo e aplicação. Práticas para evitar acabar com a casa.

9 – A lavadora de roupas: esse grande mistério.

10 – Diferenças fundamentais entre o cesto de roupas sujas e o chão. (exercícios com musicoterapia)

11 – A xícara de café: ela levita, indo da mesa à pia? (exercícios Dirigidos por Mister M)

12 – Analisar detidamente as causas anatômicas, fisiológicas e/ou psicológicas que não permitem secar o banheiro depois do banho.

O curso é gratuito para homens solteiros e para os casados damos bolsas.

Estereótipos e a luta contra os preconceitos

Contribuição: Mariana Barreto

” Enquanto a cor da pele dos homens for mais importante que o brilho dos olhos, sempre haverá guerra…”

Fonte: Blog Mãe Favero

Estereótipos e humor: a discriminação do “louco”

Contribuição: Camila Novaes

Os pacientes com transtorno mental carregam o estigma da loucura. As pessoas que se auto-categorizam como sãs vêem de forma negativa aqueles que demonstram estar fora da realidade. A generalização acontece e o sintoma parece ser a única imagem mental que vem à mente do preconceituoso. O preconceito contra estes pacientes pode ser visto em diversas anedotas sobre o tema. Afinal, preconceito contra o quê? Escolha a categoria em que você se encaixa. Quem é o louco aqui?

GRAVAÇÃO NA SECRETÁRIA ELETRÔNICA DO CENTRO DE SAÚDE MENTAL

“Obrigado por ligar para o Instituto de Saúde Mental, sua mais saudável companhia em seus momentos de maior loucura.

Se você é obsessivo e compulsivo pressione 1, repetidamente;
Se você é dependente, peça a alguem que pressione o 2 por você;
Se tem múltiplas personalidades pressione o 3, 4, 5, e o 6;
Se você é paranóico, sabemos quem é você, o que faz e o que quer. Espere na linha enquanto rastreamos sua chamada;
Se você sofre de alucinações, pressione o 7 e sua chamada será transferida para o Departamento de Elefantes Cor de Rosa;
Se você é esquizofrênico, escute cuidadosamente e uma vozinha lhe dirá que número pressionar;
Se você é depressivo, não importa que número disque. Ninguém vai responder;
Se você sofre de amnésia, pressione o 8 e diga em voz alta seu nome, endereço, número da carteira de identidade, data do nascimento, estado civil e o nome de solteira de sua mãe;
Se você sofre de stress pós-traumático, pressione lentamente a tecla # até que alguém tenha piedade de você;
Se sofre de indecisão, deixe sua mensagem logo que escute o bip… Ou antes do bip… Ou depois do bip… Ou durante o bip… De qualquer modo, espere o bip…;
Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9. Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9. Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9. Se sofre de perda de memória para fatos recentes, pressione 9;
Se tem baixa auto-estima, por favor desligue. Nossos operadores estão ocupados atendendo pessoas mais importantes.”

Foto do dia: sem preconceitos

Sem preconceitos, originally uploaded by Debora Gemignani.

Artigo publicado: ingroup and susceptibility to stereotype threat

Título: Preserving positive identities: Public and private regard for one’s ingroup and susceptibility to stereotype threat

Autores: Arnold K. Ho and Jim Sidanius

Periódico: Group Processes Intergroup Relations 2010;13 55-67

Resumo: clique aqui para obter

Estereótipos e publicidade: racismo ou patrulha ideológica?

Uma peça publicitária da KFC, na Austrália, causou controvérsias nos Estados Unidos. Para os acusadores, seria uma peça racista; para a empresa a acusação é um exagero decorrente da pura e simples descontextualização dos elementos do comercial.