Artigo publicado: exploring the Impact of Educational Television and Parent–Child Discussions on Children’s Racial Attitudes

Título: Exploring the Impact of Educational Television and Parent–Child Discussions on Children’s Racial Attitudes

Autores: Brigitte Vittrup and George W. Holden

Periódico: Analyses of Social Issues and Public Policy, 9, 1

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The purpose of this study was to test the potential of educational television and parent–child discussions about race to change White children’s attitudes toward Blacks. Ninety-three White children ages 5–7 and their parents participated. Families were randomly assigned into three experimental groups and one control group. Those in the experimental groups were asked either to show their children five educational videos, with or without additional discussions, or to have race-related discussions with their children without the videos. Improvements were seen in children’s out-group attitudes in both the video and discussion groups, whereas in-group attitudes decreased for those who watched videos and had discussions with their parents. Results revealed lack of parental compliance. Even when instructed to do so, only 10% of parents reported having in-depth race-related discussions with their children. Children’s racial attitudes were not significantly correlated with those of their parents, but children’s perceptions of their parents’ attitudes were positively correlated with their own. Reasons for parents’ reticence about race discussions, their outcome implications, and directions for future research and intervention are discussed.

Estereótipos e televisão: gordos e magros

Contribuição : Aruanã Fontes e Milena Magalhães

As imagens mostram atores ‘gordinhos’ que representam personagens com algumas características: gulosos, engraçados, atrapalhados, etc. Enfim, uma série de peculiaridades que comumente são atribuidos as pessoas acima do peso nos programas televisivos.
Na primeira imagem vemos uma família da novela “Sete Pecados”. Nessa novela eles eram donos de um restaurante e em suas cenas sempre estavam comendo ou fazendo alguma trapalhada. Eles representavam o pecado da gula.
Na segunda vemos dois atores do programa “Zorra Total”, eles apresentam vários quadros, sendo que em sua maioria representam personagens comilões fazendo o estilo comédia pastelão. A personagem Dra. Lorca (Fabiana Karla), em especial, está sempre com alguma guloseima em mãos.
Em “Saramandaia”, novela da Rede Globo, a personagem D. Redonda é conhecida pela célebre cena em que explode por ter comido muito.
Também vemos esse tipo de personagem em filmes, como “O Amor é Cego” e o “O Professor Aloprado”.
Raramente vemos personagens gordos que se desvinculam desse estereótipo.

Estereótipos e televisão: mocinhos e vilões

Contribuição: Elis Araújo, Clara Vasconcelos e Daiana Nogueira

As telenovelas, principalmente da Rede Globo, transmitem um maniqueísmo evidente. Geralmente, os personagens são expostos como sendo indivíduos unifacetados, sendo totalmente “bonzinhos” ou “vilões”. Os bonzinhos, usualmente se vestem com roupas florais, mais tradicionais e clássicas; não xingam, choram muito, passam por sofrimentos e desencontros ao longo de suas vidas. Já os vilões, tem visual arrojado, utilizando-se de decotes e roupas coladas; possuem grande astucia e racionalidade. Assim, estes personagens fazem com que roupas, comportamentos e atidudes, passem a ser pareados ao caráter dos indivíduos, reforçando estereótipos acerca dos que são considerados “bons” e “ruins”.

Estereótipos e a venda de destinos turísticos

Contribuição: Gilcimar Dantas

As propagandas para atrair turistas sempre exageram. No caso do estado da Bahia não seria por menos: um lugar aonde todos estão sorrindo o dia inteiro, aonde o sol está brilhando e não chove o ano todo e que há uma alegria que emana em todo lugar. Num estado tão contraditório, um dos estados mais pobres do país e o sexto em geração de renda, isso mais parece uma brincadeira de mal gosto.