Estereótipos étnicos e quadrinhos: indígenas

Contribuição: Gilcimar Dantas e Luzia Mascarenhas

Representações de de grupos humanos como se fossem menos civilizados que outros e voltados apenas para a agressividade é algo ainda presente na cabeça de muitas pessoas. O grupo indígena, por exemplo, é uma da vítimas desse tipo de categorização. Apesar de estar representando uma brincadeira de criança, a imagem traz dois índios tendo capturado um cawboy (que costuma ser representdo como o mocinho), sendo que este último parece estar perturbado com o que está acontecendo enquanto que os primeiros demonstram satisfação com o ocorrido. O preocupante é que isso se trata de personagens altamente difundidos entre as crianças brasileiras.

Estereótipos e televisão: mocinhos e vilões

Contribuição: Elis Araújo, Clara Vasconcelos e Daiana Nogueira

As telenovelas, principalmente da Rede Globo, transmitem um maniqueísmo evidente. Geralmente, os personagens são expostos como sendo indivíduos unifacetados, sendo totalmente “bonzinhos” ou “vilões”. Os bonzinhos, usualmente se vestem com roupas florais, mais tradicionais e clássicas; não xingam, choram muito, passam por sofrimentos e desencontros ao longo de suas vidas. Já os vilões, tem visual arrojado, utilizando-se de decotes e roupas coladas; possuem grande astucia e racionalidade. Assim, estes personagens fazem com que roupas, comportamentos e atidudes, passem a ser pareados ao caráter dos indivíduos, reforçando estereótipos acerca dos que são considerados “bons” e “ruins”.