Grupos de ódio na internet

Contribuição Janielly Braz

Militantes e grupos que promovem o ódio, aproveitam o anonimato na internet como forma eficaz de fomentar suas idéias e aumentar o número de seguidores. Em 2008 houve 25% de aumento no número de comunidades que atribuem ódio a algum grupo específico, sendo mais comum as direcionadas a negros, judeus, gays, católicos e muçulmanos. Abaixo um exemplo de comunidade, a interação entre os usuários e como a polícia age na tentativa de barrar esse tipo de ação no mundo virtual.

Links
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u109668.shtml
http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1124601-6174,00.html

Grupos de ódio na internet: mina mano

Contribuição: Aruanã Fontes e Milena Magalhães

No orkut podemos encontrar muitas comunidades que expressam ódio a um grupo ou pessoa. Dentre essas podemos encontrar um comunidade com 28.748 participantes que dizem odiar as chamadas “mina mano”. Na descrição podemos perceber como eles classificam o grupo de garotas que pertenceria a esse grupo, atribuindo-lhes caracteristicas e expressões negativas. No item referente a categoria da comunidade no orkut eles optaram por “Animais: de estimação ou não”, resaltando a maneira pejorativa com vêem esse grupo.

Descrição:

Substantivo:
Mina-mano; A mina dos mano; (plural) vadias, jumbeiras, fogueteiras, etc.
1.(Brasil) Elemento; portadoras de DSTs, drogadas, analfabetas.
Atividades:
Assaltar a carteira da mãe, se drogar e engravidar aos 15 de algum nóia no baile funk ou no show do Racionais.
Etimologia:
Derivação por sufixação: A mina+Os mano+Teste de DNA pra saber quem é o pai dos pivetes.

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1939254

Grupos de ódio na internet: eu odeio quem odeia..

Contribuição : Ailton Araújo e Lucas Carneiro

Essa comunidade é o retrata do sentimento de restabelecimento do orgulho de ser nordestino, visto que esse tem sido deverasmente marginalizado e difamado pelos meios de comunicações em geral. Haja vista que este é um povo que luta, chora , sofre , ri e que também é humano.

http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1532284

Estereótipos de gênero e publicidade: fotocópia

Contribuição: Gilcimar Dantas

Os indígenas e a tecnologia: a retomada

chamada

Contribuição: Bernardo Follador

A população indígena brasileira encontra um grande problema na busca pela inclusão digital, o preconceito. Indivíduos apegados a seus estereótipos acreditam que a tecnologia não faz parte da cultura do índio e criticam/dificultam o acesso a essas ferramentas. Em um mundo em que a informação se tornou a arma mais poderosa, as nações indígenas já aprenderam a usar a internet para ajudá-los a se organizar, comunicar, divulgar sua cultura e etc. Mas continuam a ser representados com o arco e flecha. Clique aqui para ler a matéria publicada no JC Online sobre a retomada indígena.

Índio e Informatica

Estereótipos e games: A escolha do alvo

Post publicado no Denver Westworld relata uma pesquisa conduzida no CU Stereotyping and Prejudice Lab (CUSP) sobre o papel dos estereótipos na decisão do jogador a respeito da escolha do alvo em um jogo do tipo apontar e atirar. Leia a matéria aqui

Post atualizado para a aula do dia 21/05/2009 (PSI684)

Foto do dia: racism

racism, originally uploaded by midgetmanofsteel.

Estereótipos étnicos: os curdos

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

O povo curdo é o maior povo do mundo sem território próprio. Eles vivem pela área da Ásia Central à Europa e com alguns representantes nos Estados Unidos. 90% vivem em um país virtual que chamam de Curdistão que está espacialmente localizado na Turquia, na Síria, no Azerbaijão, no Iraque e no Irã. O povo curdo tem sido oprimido pela política mundial e há muito tempo já fora prometido a eles o seu próprio país. Diferentemente do que habitualmente se sabe sobre o países do islamismo, os curdos permitem uma liberdade maior às mulheres, não exigindo o uso do véu, permitindo o aprendizado da leitura e a fala mesmo quando há um grupo de homens discutindo. As necessidades e guerras constantes para a subexistência faz com que muitos dos curdos tenham que trilhar caminhos da pirataria no deserto, bandidagem ou guerrilha.

Fonte: Época Online

Estereótipos étnicos: Archmed

Contribuição: Aruanã Fontes e Milena Magalhães

O personagem Archmed, criado pelo ventríloco Jeff Dunham, representa claramente a ligação que é feita por muitas pessoas de que muçulmano é terrorista. Seu nome junto com o fato de está adornado com um turbante e ter sombrancelhas grossas evidenciam um estereotipo de um muçulmano enquanto que seus comportamentos e falas expressam pela via cômica ideologia terroristas.

Estereótipos étnicos e quadrinhos: indígenas

Contribuição: Gilcimar Dantas e Luzia Mascarenhas

Representações de de grupos humanos como se fossem menos civilizados que outros e voltados apenas para a agressividade é algo ainda presente na cabeça de muitas pessoas. O grupo indígena, por exemplo, é uma da vítimas desse tipo de categorização. Apesar de estar representando uma brincadeira de criança, a imagem traz dois índios tendo capturado um cawboy (que costuma ser representdo como o mocinho), sendo que este último parece estar perturbado com o que está acontecendo enquanto que os primeiros demonstram satisfação com o ocorrido. O preocupante é que isso se trata de personagens altamente difundidos entre as crianças brasileiras.