Anedota: a desumanização do grupo alvo

Origem:Estados Unidos
Grupo alvo: árabes

– Você sabe por que no Iraque não se ensina educação para o trânsito e educação sexual em um mesmo dia ?
– Porque eles não querem gastar o camelo.

Post atualizado para a aula do dia 21/05/2009 (PSI684)

Anedotas: o alvo como avarento

Origem: Estados Unidos
Grupo alvo: Judeus

Um judeu, próspero empresário do ramo de confecções, ao se queixar com um amigo com quem conversava sobre as noites de insônias que estava passando, ouve o batido conselho de contar carneirinhos. Alguns dias mais tarde, mais exausto e deprimido do que nunca, reencontra o amigo que admirado lhe pergunta:
– Alguma coisa deu errada ?
– Estou com um problema com esta história de contar carneirinhos. Na noite passada cheguei a contar dois mil deles. Então eu pensei em tirar a lã dos mesmos e fazer vinte mil casacos. Daí passei o resto da noite preocupado como iria conseguir vinte mil forros para os casacos.

Post atualizado para a aula do dia 21/05/2009 (PSI684)

Estereótipos e games: A escolha do alvo

Post publicado no Denver Westworld relata uma pesquisa conduzida no CU Stereotyping and Prejudice Lab (CUSP) sobre o papel dos estereótipos na decisão do jogador a respeito da escolha do alvo em um jogo do tipo apontar e atirar. Leia a matéria aqui

Post atualizado para a aula do dia 21/05/2009 (PSI684)

Foto do dia: racism

racism, originally uploaded by midgetmanofsteel.

Estereótipos étnicos: os curdos

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

O povo curdo é o maior povo do mundo sem território próprio. Eles vivem pela área da Ásia Central à Europa e com alguns representantes nos Estados Unidos. 90% vivem em um país virtual que chamam de Curdistão que está espacialmente localizado na Turquia, na Síria, no Azerbaijão, no Iraque e no Irã. O povo curdo tem sido oprimido pela política mundial e há muito tempo já fora prometido a eles o seu próprio país. Diferentemente do que habitualmente se sabe sobre o países do islamismo, os curdos permitem uma liberdade maior às mulheres, não exigindo o uso do véu, permitindo o aprendizado da leitura e a fala mesmo quando há um grupo de homens discutindo. As necessidades e guerras constantes para a subexistência faz com que muitos dos curdos tenham que trilhar caminhos da pirataria no deserto, bandidagem ou guerrilha.

Fonte: Época Online

Artigo publicado: Songs in Intergroup Conflict and Proximity

Título: The Dynamic of Songs in Intergroup Conflict and Proximity: The Case of the Israeli Disengagement from the Gaza Strip

Autor: Moshe Bensimon

Periódico: Group Processes & Intergroup Relations 2009 12: 397-412

Resumo: clique aqui para obter

Estereótipos étnicos: Archmed

Contribuição: Aruanã Fontes e Milena Magalhães

O personagem Archmed, criado pelo ventríloco Jeff Dunham, representa claramente a ligação que é feita por muitas pessoas de que muçulmano é terrorista. Seu nome junto com o fato de está adornado com um turbante e ter sombrancelhas grossas evidenciam um estereotipo de um muçulmano enquanto que seus comportamentos e falas expressam pela via cômica ideologia terroristas.

Estereótipos étnicos e quadrinhos: indígenas

Contribuição: Gilcimar Dantas e Luzia Mascarenhas

Representações de de grupos humanos como se fossem menos civilizados que outros e voltados apenas para a agressividade é algo ainda presente na cabeça de muitas pessoas. O grupo indígena, por exemplo, é uma da vítimas desse tipo de categorização. Apesar de estar representando uma brincadeira de criança, a imagem traz dois índios tendo capturado um cawboy (que costuma ser representdo como o mocinho), sendo que este último parece estar perturbado com o que está acontecendo enquanto que os primeiros demonstram satisfação com o ocorrido. O preocupante é que isso se trata de personagens altamente difundidos entre as crianças brasileiras.

Estereótipos étnicos: Obama e a reconstrução das categorias mediante a conversão

Contribuição: Daiana Nogueira e Elisa Maria Araújo

Barack Obama desempenha, hoje, o papel de porta-voz de minorias negras e, possivelmente, num contexto mais amplo, asiáticas e latinas (igualmente oprimidas), que vivem nos Estados Unidos, um país de forte mix racial e étnico. É um dos exemplos mais claros da possibilidade de reconstrução das barreiras da categoria racial, pois pelo processo de conversão, a figura do presidente eleito, consegue contradizer o estereótipo construído sobre os negros.

Estereótipos étnicos: judeus e argentinos

Contribuição: Marinês Oliveira