Artigo publicado: Disregard for Outsiders: A Cultural Comparison

Título:Disregard for Outsiders: A Cultural Comparison

Autores: Romin W. Tafarodi, Sarah C. Shaughnessy, Wincy W. S. Lee, Doris Y. P. Leung, Yuka Ozaki, Hiroaki Morio, and Susumu Yamaguchi

Periódico: Journal of Cross-Cultural Psychology 2009;40 567-583

Resumo: clique aqui para obter

Foto do dia: Brazilian innocence…

Brazilian innocence…, originally uploaded by carf.

Resenha: Estereótipos sobre idosos: uma representação gerontofóbica

Elisa Maria Araújo

O artigo “Estereótipos sobre idosos: uma representação gerontofóbica” aborda a discussão sobre o uso primordial dos estereótipos para a percepção de outros seres humanos. Define os estereótipos como uma percepção extremamente simplificada, que se caracteriza por ser um modelo lógico para resolver uma contradição da vida cotidiana. Martins e Rodrigues (2004) introduzem, no entanto, que os estereótipos contribuem para o não reconhecimento da unicidade do indivíduo, e conseqüentemente, para o despotismo em determinadas situações. Por se tratar de um constructo categorial, generalizador, estável e definidor de um grupo social, o artigo apresenta que a literatura científica sobre os estereótipos é prolixa.

Dentro dos estudos apresentados neste presente trabalho, há a vertente que entende que os estereótipos são pré-concepções rígidas, podendo ser falsas e irracionais. Dentre os diversos domínios da vida social em que os estereótipos são utilizados, este artigo se volta a analisar os estereótipos que envolvem os idosos. Neste caso, a valorização dos estereótipos sobre a velhice gera uma representação social gerontofóbica. Isso acontece quando o fenômeno de envelhecer passa a ser tratado como prejudicial, de menor utilidade ou associado à incapacidade funcional. De acordo com Nogueira (1996, apud Martins e Rodrigues, 2004), os preconceitos envolvem geralmente crenças, de que o envelhecimento torna as pessoas senis, inativas, fracas e inúteis. O desenvolvimento de rejeição e rotulagem de um grupo, em particular de indivíduos, ocorre porque as características individuais com traços negativos são atribuídas a todos os indivíduos desse grupo.

O artigo utiliza a palavra “velhote”, que descreve os sentimentos ou preconceitos resultantes de micro-concepções e dos “mitos” acerca dos idosos, como forma de exemplificar os estereótipos que se referem aos idosos. Da mesma maneira, a velhice remete a uma representação de uma doença incurável, como um declínio inevitável, que está votado ao fracasso. Este estereótipo tornou-se tão socialmente aceito que Louise Berger (1995, apud Martins e Rodrigues, 2004) afirma que abundam hoje “idéias feitas e preconceitos relativamente à velhice. Os ‘velhos’ de hoje, os ‘gastos’, os ‘enrugados’ cometeram a asneira de envelhecer numa cultura que deifica a juventude”.

Em seguida, as autoras reservam um espaço do trabalho para fazer esclarecimentos específicos sobre os conceitos de atitudes, crenças e estereótipos. De forma sucinta, objetiva e pouco embasada em autores e estudos anteriores, elas definem atitude como sendo “conjunto de juízos que se desenvolvem a partir das nossas experiências e da informação que possuímos das pessoas ou grupos”, podendo ser favorável ou desfavorável, além de exercer influência nos comportamentos. Além disso, definem crença como “um conjunto de informações sobre um assunto ou pessoas, determinante das nossas intenções e comportamentos, formando-se a partir das informações que recebemos”. Como exemplo, as autoras se utilizam da “idéia” de que todos os idosos são sensatos, dóceis e nunca se zangam. E por fim, conceitualizam estereótipo como sendo uma imagem mental muito simplificada que é partilhada, nas suas características essenciais por um grande número de pessoas. Seria um “chavão”, uma opinião feita, uma generalização e simplificação de crenças, podendo ser de natureza positiva ou negativa. A idéia de que todos os idosos são prudentes seria um exemplo de um estereótipo positivo, na qual são atribuídas características positivas ao grupo; e ao contrário, a crença de que os idosos são senis, representa uma forma de estereótipo negativo.

Baseando-se em estudo da Universidade de Montreal por Champagne e Frennet (cit. por DINIS, 1997, apud Martins e Rodrigues, 2004), o artigo identifica quatorze estereótipos considerados como os mais freqüentes relativos aos idosos. Importante ressaltar, que o artigo não faz nenhum comentário sobre como se deu este estudo, com quem foi realizado e quando aconteceu, e isso se mostra uma grande limitação do artigo em discussão. Simplesmente apresenta os resultados, analisando-os superficialmente.

Dentre os estereótipos mais freqüentes, a maioria destes não tem relação a características específicas do envelhecimento, mas sim a traços da personalidade e a fatores socioeconômicos. Como estereótipos mais freqüentes, foram encontrados que: os idosos não são sociáveis e não gostam de se reunir; temem o futuro; são pessoas doentes que tomam muita medicação; fazem raciocínios senis; são muito sensíveis e inseguros; não se interessam pela sexualidade; divertem-se e gostam de rir; gostam de jogar às cartas e outros jogos; gostam de conversar e contar as suas recordações; gostam do apoio dos filhos; não se preocupam com a sua aparência; são muito religiosos e praticantes; são frágeis para fazer exercício físico; são na grande maioria pobres.

Este resultado revela que se de um lado os estereótipos simplificam a realidade, por outro, minimizam as diferenças individuais entre os membros de um determinado grupo, o que revela um desconhecimento do processo de envelhecimento. Além disso, a utilização de estereótipos é causa de enorme perturbação nos idosos, uma vez que estes negam o seu processo de crescimento e os impedem de reconhecer as suas potencialidades, de procurar soluções precisas para os seus problemas e de encontrar medidas adequadas.

Por fim, a visão global e generalizada, que caracteriza os estereótipos gerontológicos, distorce a realidade. O artigo conclui sua análise com a reflexão de que investigações diversas sobre esta temática têm demonstrado que a distorção causada pelos estereótipos “cegam” os indivíduos, impedindo-os de se precaverem das diferenças que existem entre os vários membros, não lhe reconhecendo deste modo, qualquer virtude, objeto ou qualidade.

Além disso, o artigo apresenta influências que a enfermagem sofre e que são determinantes para a prática de comportamentos positivos e negativos desses profissionais. De acordo Berger (1995, apud Martins e Rodrigues, 2004), respeito, a reciprocidade e a confiança são exemplos de atitudes positivas que os profissionais de enfermagem podem ter diante das influências do meio e do social; e “automorfirmo social”, “gerontofobia”, “âgismé” e a infantilização ou “bebeísme” são exemplos de atitudes negativas quanto aos idosos. Estas atitudes negativas são respectivamente: o não reconhecimento da unicidade do idoso; o medo irracional de tudo quanto se relaciona com o envelhecimento e com a velhice; todas as formas de discriminação, com base na idade; e simplificação demasiada das atividades sociais e/ou recreativas e pela organização de programas de atividades, que não correspondem às necessidades dos indivíduos.

O artigo termina com a mesma análise superficial com a que começou. Apresenta uma visão geral de como os estereótipos referente aos idosos geram influências na vida dos idosos, e no comportamento das pessoas frente a estas pessoas. Faz reflexões sobre o quanto se perde e se ganha com a utilização dos estereótipos, porém não aprofunda em nenhuma discussão. Durante toda a discussão, faz-se pouca referência a estudos e pesquisas anteriores sobre o tema, o que mostra grande limitação do texto em questão.

Resenha: Martins, R. M. e Rodrigues, M. L. Estereótipos sobre idosos: uma representação social gerontofóbica. Millenium. Revista do ISPV, 29, 249-254, 2004.

Foto do dia: Racism Kills

Racism Kills, originally uploaded by lee.ekstrom.

Notícia do dia: Multinacional de cosméticos é condenada por racismo

Reportagem publicada no portal Terra relata que a multiunacional francesa L´Oréal foi mais uma vez condenada som a acusação de ter cometido discriminação racial. Pelo jeito, a empresa só se interessa por promotores de venda e por uma clientela que seja de francesas brancas, nascidas de pais franceses brancos. Clique aqui para ler a reportagem

Resenha: O silêncio como forma de racismo: a ausência de negros na publicidade brasileira

Luzia Mascarenhas de Almeida

Em 2008, a abolição da escravatura completou 120 anos. No entanto, esse marco histórico pouco foi evidenciado na mídia brasileira.
O artigo em questão teve como objetivo discutir brevemente a mídia e as relações raciais, no entanto, ao contrário da maioria dos trabalhos, não pretendeu falar sobre as imagens e formas de representação do negro, e sim sobre o seu silenciamento, buscando analisar o papel dessa invisibilidade como elemento produtor de sentido.
Desde o período da abolição dos escravos, a elite brasileira vem empreendendo uma severa tentativa de branqueamento da sociedade. Porque, segundo Martins, o negro era o símbolo maior do atraso e da degradação. Era uma ameaça para o Brasil que nascia.
Na produção cultural da época, o discurso racial dos grupos políticos era identificado. A literatura nacional romântica, na sua primeira fase, surge exatamente para negar a existência do negro, quer social, quer esteticamente.
Segundo Martins, todas as imagens que eram associadas ao negro insistiam em caracterizá-lo como ser inferior e incompatível com a “civilização”.
Assim, valorizava-se o biótipo europeu (a pessoa branca) enquanto se
“trabalhava”, de modo disfarçado, para o desaparecimento e estigmatização do componente negro da sociedade, fazendo com que o Brasil criasse um registro branco de si mesmo. Esse registro foi um instrumento de dominação que ultrapassou o século XIX e chegou, remodelado, aos nossos dias.
Em meio ao desenvolvimento das novas tecnologias, a mídia ia assumindo o papel de principal veiculadora de modelos e padrões. Para embasar a discussão sobre o papel da mídia como instrumento de dominação, Martins discorre sobre o livro A Cultura da Mídia de Douglas Kellner.
Em seguida, fala do caso específico do Brasil, onde a questão racial vai ser um dos principais, senão o principal foco de conflitos e disputas. Em nossa sociedade, existe uma segregação que não é positivada em lei, mas que pode ser percebida no imenso abismo social que existe entre brancos e negros. Alguns estudos, como os realizados pelo IPEA, comprovam que os negros não têm acesso igualitário a bens e serviços. E ainda, essa dificuldade de acesso também ocorre no “mercado” de bens simbólicos, ou seja, espaços públicos, arte e, em especial, meios de comunicação (um caso-modelo de reprodução das nossas relações raciais).
No tocante à midia, os negros ocupam posições negativas, subalternas e de segundo plano.
Exceções únicas devem ser feitas aos cenários esportivo e musical, onde ganham projeção e valor.
No universo dos meios de comunicação, a publicidade assume relevância que extrapola sua função primeira de estímulo e incentivo ao consumo. Ela é o mais eficiente vetor de discursos e mensagens simbólicas. Assim, ao difundí-los, a publicidade dará eco aos valores da sociedade que a produziu. Como no Brasil os valores são pautados dentro de uma lógica eurocêntrica que deprecia o que não é espelho, nossos anúncios tendem a reproduzir e legitimar as desigualdades raciais.
Com relação à imagem do negro na publicidade, a partir de pesquisas realizadas, Martins afirma que a publicidade, quando não torna o negro “invisível”, apresenta-o, na maioria das vezes, de modo estereotipado. Os quatro estereótipos geralmente relacionados à pessoa negra são: o trabalhador braçal, figura próxima ao ex-escravo, no qual estão inseridos frentistas, carregadores e empregadas domésticas; o negro divertido e performático; o negro atlético, ao qual está ligada tanto a imagem do desempenho esportivo como a do vigor sexual; e o carente social, negro dependente e despossuído. Tais estereótipos têm como função responder aos fatores ambientais, como nas situações de conflitos grupais e nas diferenças no poder e nos papéis sociais.
No tocante a sua participação na publicidade, pesquisas realizadas em 1994 e 1995, além de uma realizada em 2007, apontam para uma notável invisibilidade do negro na esfera da publicidade.
Em seguida, o autor chega ao ponto primordial do artigo, que é analisar a política de silenciamento (afirmação de algo para apagar, necessariamente, outros sentidos possíveis, mas indesejados) com relação ao negro em nosso país.
Para Martins, a elite brasileira define simbolicamente quais são os lugares do negro dentro da sociedade, permitindo que ocupe determinados espaços dentro de uma cadeia de representações, ao passo que o apaga dos demais.
Existem duas consequências relevantes com relação à política de silenciamento imposta aos negros no Brasil. São elas: a questão da construção da identidade e a naturalização do racismo.
Dessa maneira, o artigo discute questões relacionadas ao negro e a sua inserção na mídia e na publicidade, colocando em foco o racismo que vem se propagando desde o século XIX e que hoje é tido como inconstitucional, no entanto, não deixa de existir de um modo sutil e dissimulado, inclusive nos meios de comunicação. Nesse sentido, faz-se necessário questioná-lo e denunciá-lo

Referência: Martins, C. O silêncio como forma de racismo: a ausência de negros na publicidade brasileira. Interscience Place, 2, 200

Estereótipos e aparência física: ser magra

Contribuição: Marinês Oliveira

Fonte: Humor na net

Notícia do dia: Pesquisa revela que empresas preferem contratar os não fumantes

O cerco contra os fumantes não para de se fechar. Reportagem publicada no UOL relata que os empresários não são nada simpáticos com candidatos a emprego que ostentam o vício de fumar. Clique aqui para ler a matéria.

Manifesto do Fumantes Unidos: contra o preconceito e o desrespeito

chamada

Basta de execração! O Brasil tem entrado na onda anti-tabagista que ocorre no mundo disposto a “dar exemplo”… como se não tivesse problemas muito mais graves para resolver! Em vez de buscar essa condição exemplar por meio do respeito mútuo entre as partes da sociedade, por educação e pelo respeito pleno à organização do Estado Democrático de Direito, vemos entidades, governantes e seus subalternos propondo políticas absurdas, baseadas na ridicularização e na criação de inconveniências e desvantagens para uma parcela de aproximadamente um terço da população. Em questão de poucos anos, os fumantes passaram a ser o mal da humanidade e o principal problema de saúde pública do país — quanta hipocrisia!

A atual organização social baseada na economia de capital criou artificialmente uma demanda pelo indivíduo perfeito. A pessoa ideal para esse mundo é completamente dedicada ao trabalho e ao consumo: deve ter aparência impecável para se apresentar bem aos outros clientes e consumidores; deve ter uma saúde perfeita para não criar custos ou interrupção da produção da empresa; deve demonstrar jovialidade e dinamismo por meio de atividades físicas constantes; deve ter uma atitude impecável e livre de qualquer coisa que possa se configurar como um desvio de personalidade ou como um prazer inútil, ou seja, que não gere benefícios para essa sociedade ideal. A não-adequação do indivíduo a tais requisitos deve ser combatida a todo custo, com propaganda, repressão empregatícia, discriminação social.
Não por acaso, essa nova forma de eugenia, essa busca pelo “indivíduo perfeito”, máquina de trabalho e consumo, assemelha-se com a busca pela raça ariana na Alemanha nazista. É graças a ela que vemos garotas morrendo de anorexia e rapazes intoxicados com anabolizantes veterinários, em tentativas inúmeras de se assemelhar aos modelos de beleza estereotipados. Por isso que vemos pessoas gastarem fortunas e saúde em dietas, academias e cirurgias plásticas para se adequar aos requisitos de boa aparência e jovialidade. Empresas vêm negando vagas de trabalho a pessoas com base nas atividades e hábitos que elas têm *fora* do ambiente de trabalho.

É da mesma forma nazista que vem sendo feita uma verdadeira cruzada contra o tabagismo, hábito secular da humanidade que desde os anos 70 passou a ser considerado contra-producente e prejudicial à sociedade. Em vez de combater o fumo, entidades e governos promovem o combate aos fumantes. Em saraivadas de proibições, legislações desrespeitosas e ações travestidas de preocupação com a saúde pública, pessoas que não cometem qualquer crime ou desvio de ética estão sendo discriminadas, ridicularizadas, impedidas de exercer livremente seus direitos e escolhas, e até mesmo ofendidas, agredidas e espancadas — simplesmente pelo fato de fumar. Em uma ciranda de interesses pouco debatidos e divulgados, aponta-se o dedo contra aproximadamente um terço da população mundial, acusando-se que tais pessoas prejudicam a saúde coletiva e custam caro aos governos. Pesquisas distorcidas são apontadas como provas científicas irrefutáveis, governos elevam os impostos a níveis estratosféricos, criam-se imposições ao comércio e restrições à liberdade de tais cidadãos. A Organização Internacional do Trabalho, filiada à ONU, concluiu recentemente que os preconceitos tradicionais no mundo trabalhista — contra mulheres, homossexuais e negros, por exemplo — vêm diminuindo, mas novas formas de preconceito estão surgindo com igual força. Principalmente contra obesos e fumantes.

O propósito do FumantesUnidos.org e de quaisquer entidades associadas a ele é dar um BASTA na evolução dessa nova forma de preconceito e nas mentiras que são usadas para justificá-lo. Todos os indivíduos que são fumantes ocasionais ou regulares o são por decisão de cunho estritamente pessoal e são conscientes dos riscos que correm. Nem por isso são cidadãos inferiores, criminosos ou irresponsáveis como se vem tentando divulgar. São, acima de tudo, pessoas dignas de respeito, que também têm direitos, e não há qualquer evidência incontestável de que tais pessoas são de fato um risco ou um custo a mais para a sociedade. Ao passo que não fumar, ativa ou passivamente, também é uma decisão pessoal que deve ser rigorosamente respeitada, é plenamente possível a convivência pacífica, digna, saudável e humana entre fumantes e não-fumantes — algo que, pelos já citados interesses diversos, não tem sido buscado por governos e entidades que se dizem respeitosos dos direitos humanos. Daí a necessidade da manifestação do outro lado, que este site busca representar com o apoio de fumantes e de não-fumantes que, com bom senso, acreditam que a cruzada anti=tabagista já passou das fronteiras do respeito e da coerência.

Mais além, neste site também alertamos sobre os riscos e as desvantagens que o hábito de fumar pode trazer aos indivíduos, bem como apontamos dicas e entidades de apoio para quem deseja parar de fumar. Mas acima de tudo promovemos o respeito às vontades, preferências e decisões do indivíduo. Ao mesmo tempo apresentamos conteúdo inédito e de interesse de quem não quer parar de fumar, ou de quem deseja conhecer melhor e até se iniciar neste hábito que é, não obstante, um prazer, tal como a degustação de bebidas ou pratos sofisticados. Também estaremos atentos e críticos a outras formas de preconceito, como a que já vem sendo configurada contra os obesos.

Se você não concorda com o que é apresentado e discutido neste site, também há uma seção de links que inclui entidades de combate ao fumo. Não perca seu tempo tentando nos ofender — isso apenas vai servir de mais munição para que comprovemos a agressividade e o desrespeito que sofremos e combatemos.

Fonte: Fumantesunidos.org

Notícia do dia: Test says women are ’talkative’

Matéria publicada no periódico turco  Hurriyet DailyNews.com  reproduz uma questão encontrada numa prova aplicada durante um exame de seleção de policiais.

O que mais caracteriza uma  mulher?

a) ser insolente
b) ser reflexiva
c) ser regida pelo pensamento lógico
d) acreditar  em si mesma
e) conversar excessivamente sobre futilidades

Clique aqui para ler a reporatgem.