Notícia publicada no jornal The Union, do estado de Nevada, EUA, oferece o ponto de vista de quão negativos podem ser os estereótipos dos pitbulls; do cão e não dos nossos pitbulls. Clique aqui para ler a notícia.
Categoria: Crenças
Los estereotipos en en cine
Estereótipos e publicidade: leite deixa crianças inteligentes

Fonte: Lá Fora
Notícia do dia: estereótipos em nome da hospitalidade
Contribuição: Diogo Araújo
Quase sempre os estereótipos são utilizados pelas pessoas de forma negativa. Porém, o orgão oficial de turismo inglês, preocupado com gafes ao se atender os estrangeiros que invadirão Londres durante os Jogos Olímpicos de 2012, pretende usar os estereótipos para que o país seja um melhor anfitrião. Foi realizado um levantamento de comportamentos que devem ser evitados quando se lidar com visitantes de várias nacionalidades, com o objetivo de criar uma cartilha e prevenir situações embaraçosas. Clique aqui para ler.
Estereótipos e publicidade: sensibilidade masculina
Contribuição: Larissa Magalhães
Estereótipos e humor: gênero e quadros de referência
Duas mulheres conversando:
1ª-Como foi sua transa ontem?
2ª – Uma catástrofe! Meu marido chegou do trabalho, jantou em 3 minutos, depois tivemos sexo durante 4 minutos e após 2 minutos, ele já estava dormindo! E sua transa, como foi?
1ª – Foi fantástica! Meu marido chegou em casa levou-me para jantar e depois passeamos à pé, durante 1 hora até voltarmos para casa. Após 1 hora de preliminares à luz de velas, fizemos sexo durante 1 hora e, no fim, ainda conversamos durante mais 1 hora!
Dois homens conversando:
1° – Como foi tua trepada ontem?
2° – Foi fantástica! Cheguei em casa e o jantar estava na mesa; jantei, dei uma rapidinha e dormi feito pedra! E a sua?
1º – Uma catástrofe! Cheguei em casa e não havia luz porque esqueci de pagar a última conta. Tive que levar minha mulher para jantar fora. A comida foi uma porcaria e caríssima, tão cara que fiquei sem dinheiro para pagar o táxi de volta. Não tivemos outra alternativa senão ir a pé para casa. Chegamos em casa e como não tínhamos eletricidade, fomos obrigados a acender velas! Eu estava tão stressado que precisei de 1 hora até funcionar e uma hora até conseguir terminar. Foi de tal maneira irritante que não peguei no sono durante 1 hora, e fui bombardeado pela minha mulher com uma infindável conversa fiada.
Estereótipos e publicidade: campanha contra a homofobia
Contribuição: Larissa Magalhães
Estereótipos e humor: solteirona

Fonte: El País
Artigo publicado: Automatic Effects of Alcohol and Aggressive Cues on Aggressive Thoughts and Behaviors
Título: Automatic Effects of Alcohol and Aggressive Cues on Aggressive Thoughts and Behaviors
Autores: Baptiste Subra, Dominique Muller, Laurent Bègue, Brad J. Bushman, and Florian Delmas
Periódico: Personality and Social Psychology Bulletin 2010;36 1052-1057
Resumo: http://psp.sagepub.com/cgi/content/abstract/36/8/1052
No país do futebol, preconceito contra as meninas
Contribuição: Carmem Barbosa
Pesquisa realizada pelo Instituto de Psicologia (IP) da USP diz que O preconceito é a principal causa de estresse emocional entre atletas de futebol feminino. “Esta foi minha primeira constatação. E é bom lembrar que o estresse emocional é prejudicial à saúde”, diz o professor Jorge Dorfman Knijnik, autor do estudo. Ele informa também que o esporte foi escolhido como tema por representar uma marca cultural brasileira. “O objetivo é discutir as relações sociais de gênero numa sociedade em que existe uma comparação ”natural” da mulher com o homem. E também provocar uma tomada de consciência que leve à criação de espaços esportivos não sexistas”.
O pesquisador entrevistou 33 atletas que disputaram o Campeonato Paulista Feminino de Futebol de 2004. Algumas dessas jogadoras compunham a Seleção Brasileira de Futebol Feminino que ganhou medalha de prata nas Olimpíadas de Atenas, em 2004. Ele relata que foi uma conquista histórica para o esporte, numa competição para a qual a equipe masculina nem chegou a se classificar. “Mesmo depois da vitória, a equipe feminina não recebeu nenhum tipo de incentivo”, lembra Dorfman.
Resultados da Pesquisa:
A pesquisa revelou que 57,14% das jogadoras entre 16 e 21 anos apontaram o preconceito como principal causa de estresse no futebol. Dentre as jogadoras entre 22 e 27 anos, essa mesma causa foi apontada por 50% delas.
Clique aqui para acessar a matéria completa.
Querendo ver a matéria original, acessar-