Artigo publicado: Getting Acquainted in Interracial Interactions

Título: Getting Acquainted in Interracial Interactions: Avoiding Intimacy but Approaching Race

Autores: Camille S. Johnson, Michael A. Olson, and Russell H. Fazio

Periódico: Personality and Social Psychology Bulletin 2009;35 557-571

Resumo: clique aqui para obter

Estereótipos e publicidade: modelo, manequim e presidente

Artigo publicado: Minority Essentialism in Response to Majority Treatment

Título: When Differences Become Essential: Minority Essentialism in Response to Majority Treatment

Autores: Laurenz L. Meier, Norbert K. Semmer, and Jörg Hupfeld

Periódico: Personality and Social Psychology Bulletin 2009;35 643-655

Resumo: clique aqui para obter

Notícia do dia: quando há medo aflora o racismo, a exclusão e a agressão

Matéria da BBC Brasil relata as reações intempestivas de moradores de cidades turísticas mexicanas à chegada de turistas oriundos de regiões onde a gripe suina é mais intensa. Clique aqui para ler o relato.

Estereótipos e publicidade: presente para as mães

Super gays baianos

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

Artigo publicado: The Impact of Music on Automatically Activated Attitudes

Título: The Impact of Music on Automatically Activated Attitudes

Autores: Rosa Rodríguez-Bailón, Josefa Ruiz, and Miguel Moya

Periódico: Group Processes & Intergroup Relations 2009 12: 381-396

Resumo: clique aqui para obter

Estereótipos e televisão: gordos e magros

Contribuição : Aruanã Fontes e Milena Magalhães

As imagens mostram atores ‘gordinhos’ que representam personagens com algumas características: gulosos, engraçados, atrapalhados, etc. Enfim, uma série de peculiaridades que comumente são atribuidos as pessoas acima do peso nos programas televisivos.
Na primeira imagem vemos uma família da novela “Sete Pecados”. Nessa novela eles eram donos de um restaurante e em suas cenas sempre estavam comendo ou fazendo alguma trapalhada. Eles representavam o pecado da gula.
Na segunda vemos dois atores do programa “Zorra Total”, eles apresentam vários quadros, sendo que em sua maioria representam personagens comilões fazendo o estilo comédia pastelão. A personagem Dra. Lorca (Fabiana Karla), em especial, está sempre com alguma guloseima em mãos.
Em “Saramandaia”, novela da Rede Globo, a personagem D. Redonda é conhecida pela célebre cena em que explode por ter comido muito.
Também vemos esse tipo de personagem em filmes, como “O Amor é Cego” e o “O Professor Aloprado”.
Raramente vemos personagens gordos que se desvinculam desse estereótipo.

Estereótipos e televisão: mocinhos e vilões

Contribuição: Elis Araújo, Clara Vasconcelos e Daiana Nogueira

As telenovelas, principalmente da Rede Globo, transmitem um maniqueísmo evidente. Geralmente, os personagens são expostos como sendo indivíduos unifacetados, sendo totalmente “bonzinhos” ou “vilões”. Os bonzinhos, usualmente se vestem com roupas florais, mais tradicionais e clássicas; não xingam, choram muito, passam por sofrimentos e desencontros ao longo de suas vidas. Já os vilões, tem visual arrojado, utilizando-se de decotes e roupas coladas; possuem grande astucia e racionalidade. Assim, estes personagens fazem com que roupas, comportamentos e atidudes, passem a ser pareados ao caráter dos indivíduos, reforçando estereótipos acerca dos que são considerados “bons” e “ruins”.

Estereótipos, humor e mídia: o poder feminino

Contribuição: Natália Canário, Patrícia Carvalho e Yasmin Oliveira

Fonte: Kibe Louco

Esta imagem foi retirada do blog de jornalismo-humorístico, Kibe Loco, criado pelo publicitário Antônio Pedro Tabet. A foto diz respeito à greve realizada por mulheres quenianas, a fim de protestar contra as disputas dentro do governo de coalizão do país, temendo que se repita a onda de violência ocorrida na eleição de 2007.
Após exibir a manchete, o site satiriza a notícia utilizando-se de um humor preconceituoso. O emprego de termos pejorativos, como “canhões”, reflete sua visão de que as mulheres do Quenia não são atraentes.
Além daquilo expresso pelo site, a própria iniciativa das ativistas quenianas mostra um dos estereótipos vinculados à mulher: de que ela tem o poder de manipular os acontecimentos através do sexo. Reforça também o de que o homem é o detentor, por direito, do poder  e que às mulheres cabe apenas tentar modificar a opinião masculina.