Artigo publicado: Conceptualisation of Health and Illness

Título: Conceptualisation of Health and Illness: A Study of Social Representations among Bondos of Orissa

Autores: Shikha Dixit, Mamata Mishra, and A.K. Sharma

Periódico: Psychology Developing Societies, 20, 1-26, 2008

Resumo: clique aqui para obter

Estereótipos e música: tremendo vacilão

O goleiro e o absoluto


Fonte: Terra magazine

Estereótipos e linguagem

Uma vez que a transmissão dos estereótipos envolve algum tipo de comunicação, a linguagem ocupa um papel fundamental na representação dos estereótipos, pois não só é impossível transmitir um estereótipo sem usar a linguagem, como também não se pode pensar na criação e mudança dos estereótipos sem levar em conta o papel desempenhado pela comunicação verbal. Além do mais, é importante assinalar que uma das características mais instigantes dos estereótipos é o uso de recursos lingüísticos especializados com a finalidade avaliar os grupos, como se observa quando, por exemplo, utiliza-se em algumas situações a palavra homossexual para se referir a um dado grupo social e em outras os termos viado, boiola ou bicha, uma vez que nestes últimos exemplos a utilização do estereótipo é muito mais poderosa, ocupando uma posição decisiva no sistema de armazenamento transpessoal da linguagem.

Fonte: Marcos Emanoel Pereira. Psicologia Social dos Estereótipos. SP: EPU, 2002

1a Parada do Orgulho Louco

Contribuição:: Sheila Lima

Resposta da Miss Ceará

Contribuição: Sheila Lima

Biblioteca: inclusão de artigo

Acrescentado à biblioteca o artigo Imagens e estereótipos do Brasil em reportagens de correspondentes internacionais, de Ivan Paganotti

Algo completamente indefinível: dança do quadrado

Contribuição: Manuela Moura

Malvadeza pura

Contribuição: Douglas Ramos Dantas

Conceitos básicos: falsas memórias

Um dos aspectos mais estudados pelos investigadores da memória é a questão das falsas lembranças. Lenton, Blair e Hastie investigaram experimentalmente, utilizando o paradigma de Deese-Roedinger-McDermott, a maneira pela qual associações estereotipadas indiretas produzem lembranças falsas. Fundamentalmente, este procedimento experimental consiste na apresentação de várias listas de palavras, cada uma composta por termos associados a uma palavra crítica não apresentada, avaliando-se posteriormente as diferenças na evocação através da rememoração ou do reconhecimento das palavras críticas quando comparadas com outras palavras não críticas. Resultados obtidos em vários estudos evidenciaram que os participantes “lembram” com muita freqüência as palavras críticas, embora elas não tivessem sido apresentadas de fato. Na tentativa de ampliar estas descobertas, os autores desenvolveram dois experimentos. No primeiro deles, era mostrado aos participantes uma lista de palavras constituída por uma série de papéis estereotipados, alguns tipicamente masculinos (soldados, advogados etc), outros claramente femininos (secretária, enfermeira etc). Posteriormente, foi realizado um teste de reconhecimento, na qual foram apresentadas palavras ausentes na lista anterior, especialmente termos que eram centrais aos papéis estereotipados. Os resultados do primeiro experimento demonstraram que independente de serem submetidos a uma condição experimental em que eram apresentados termos tipicamente relacionados a papéis masculinos ou femininos, os participantes apresentaram falsas lembranças mais freqüentes relativas aos papéis estereotipadamente consistentes, o que parece favorecer à hipótese de falsas lembranças podem ser produzidas por associações estereotipadas indiretas.

Fonte: Marcos E. Pereira. Psicologia Social dos Estereótipos. SP: EPU, 2002