Seminários abertos sobre Estereótipos, Preconceitos e Exclusão Social – Professor Wilson Senne

Artigo publicado: Beliefs about self-esteem

Título: American and Japanese beliefs about self-esteem

Autor: Robert A. Brown

Periódico: Asian Journal of Social Psychology,11, 45, 2008, 293-299

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Placas e cartazes: em boca calada não entra mosca

Fonte:Life

A diferença que o público faz: That Petrol Emotion

Passando som

Mandando ver, ao vivo

Resenha: elementos de uma teoria leiga sobre os grupos: Tipos de grupo, estilos relacionais e a percepção de grupos entitativos

Rafael Oliveira

O artigo é uma descrição dos elementos de uma teoria implícta dos percebedores dos grupos. Essa descrição se estende além das pesquisas realizadas anteriormente. O conceito de teoria implícta baseia-se na noção de que as pessoas precisam dar sentido ao mundo naturalmente desorganizado e complexo. São usadas pelos psicólogos sociais num vasto escopo de domínios psicológicos. No artigo, é adotada a noção de que as pessoas invocam uma teoria implícita dos grupos que permite a elas montar informações a partir de uma cena e fazer inferências além daquelas observadas usando as teorias implícitas para fazer atribuições causais nos eventos. As teorias implícitas são entendidas então como invenções interpretativas que as pessoas usam para predizer, explicar e justificar eventos que ocorrem no mundo. Nesse sentido, a pesquisa relatada no artigo tem a pretensão de realçar critérios utilizados anteriormente em outras pesquisas e que parecem importantes para definir a teoria implícita dos grupos. Esses critérios são: as propriedades, as funções e os estilos de interação. As propriedades definem uma ontologia ou taxonomia na qual os grupos são percebidos como qualitativamente diferentes, são elas: tamanho do grupo; duração da existência do grupo; a extensão na qual os membros do grupo partilham metas e resultados; a importância do grupo para os membros; o grau de interação entre os membros; permeabilidade (facilidade na entrada e saída de membros do grupo); similaridade (Homogeneidade percebida).
Variedades de Grupos
Psicólogos sociais utilizam a palavra grupo para descrever um vasto escopo de entidades. Kurt Lewin (1948), sugeriu que alguns grupos são qualitativamente diferentes. No entanto poucas pesquisas examinaram como as pessoas pensam sobre, e que distinções fazem sobre os diversos grupos com que se deparam todos os dias. A pesquisa relatada vem justamente aprofundar-se nessa questão. A alegação para a pesquisa é que as pessoas podem ter teorias implícitas sobre como os grupos diferem em suas propriedades, funções e estilos de interação. Desta maneira, os autores, então, conduziram dois estudos para investigar as distinções que os percebedores fazem entre os grupos: as propriedades foram apresentadas para um grupo de 40 participantes e os grupos foram separados em clusters baseando-se nas propriedades similares; as classes de respostas dos participantes foram separadas em clusters. Os dois estudos conduziram a resultados similares indicando quatro tipos de clusters: grupos de intimidade; categorias sociais; grupos de tarefa; grupos fugazes. Neste sentido é postulada a existência de uma taxonomia implícita através da qual as pessoas organizam diferentemente a informação sobre uma pessoa dependendo do tipo de grupo que ela pertença. Os tipos de grupos tem certas propriedades a eles associadas.
Grupos de intimidade
São percebidos como tendo longa duração, pequenos em tamanho, impermeáveis, altos níveis de interação e de metas comuns, similaridade elevada entre os membros, importância elevada.
Categorias Sociais
São percebidos como tendo longa duração, baixa permeabilidade, grandes em tamanho, baixos níveis de interação e metas comuns, reduzida importância e similaridade entre os membros.
Grupos de Tarefa
São percebidos como tendo duração e permeabilidade moderada, pequenos em tamanho, interações e metas comuns moderadamente altas, similaridade e importância moderadamente altas.
Grupos fugazes
São percebidos como tendo alta permeabilidade e demais propriedades baixas.
Também foi examinada a relação das propriedades com a entitatividade: interação, metas comuns, importância e similaridade tiveram uma forte relação com a entitatividade enquanto as propriedades tamanho, duração e permeabilidade foram fracamente associadas com a entitatividade. Os grupos de intimidade foram os percebidos como tendo mais entitatividade seguidos pelos grupos de tarefa, categorias sociais e agregados. Outras variáveis como estilos relacionais são analisadas na pesquisa. No entanto, a principal contribuição da pesquisa para o estudo dos estereótipos é justamente a noção de uma variedade grupal, de um tipologia dos grupos, pois os estudos sobre estereótipos conduzidos até então se reportam exclusivamente as categorias sociais. Desta forma, novas pesquisas podem ser encaminhadas no sentido de questionar sobre a existência de estereótipos sobre grupos de intimidade, grupos de tarefas e os chamados agregados. Existe estereótipo sobre uma certa família ou um grupo de amigos? Existem estereótipos sobre trabalhadores numa linha de produção ou pessoas que estão esperando em um ponto de ônibus?
Hamilton, L.D. Lickel, B (2001). Elements of a lay theory of groups: types of groups, relational styles, and perception of groups entitativity. Personality and social psychology review. Vol 5, No 2, 129-140.

Artigo publicado: Political Protest, Ethnic Media, and Latino Naturalization

Título: Political Protest, Ethnic Media, and Latino Naturalization

Autores: Adrián Félix, Carmen González, and Ricardo Ramírez

Periódico: American Behavioral Scientist 2008;52 618-634

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Estereótipos e música: Jockey Full of Bourbon

Edna million in a drop dead suit
Dutch pink on a downtown train
Two-dollar pistol but the gun wont shoot
Im in the corner on the pouring rain
Sixteen men on a dead mans chest
And Ive been drinking from a broken cup
Two pairs of pants and a mohair vest
Im full of bourbon, I cant stand up

Hey little bird, fly away home
Your house is on fire, children are alone
Hey little bird, fly away home
Your house is on fire, your children are alone

Schiffer broke a bottle on morgans head
And Im stepping on the devils tail
Across the stripes of a full moons head
And through the bars of a cuban jail
Bloody fingers on a purple knife
Flamingo drinking from a cocktail glass
Im on the lawn with someone elses wife
Admire the view from up on top of the mast

Hey little bird, fly away home
House is on fire, children are alone
Hey little bird, fly away home
House is on fire, your children are alone

I said hey little bird, fly away home
Your house is on fire, your children are alone
Hey little bird, fly away home
House is on fire, your children are alone

Yellow sheets on a hong kong bed
Stazybo horn and a slingerland ride
To the carnival is what she said
A hundred dollars makes it dark inside
Edna million in a drop dead suit
Dutch pink on a downtown train
Two-dollar pistol but the gun wont shoot
Im in the corner on the pouring rain

Hey little bird, fly away home
Your house is on fire, your children are alone
Hey little bird, fly away home
Your house is on fire, your children are alone

Artigo publicado: Threat to self-esteem on ingroup favouritism

Título: Effect of self-construal and threat to self-esteem on ingroup favouritism: Moderating effect of independent/interdependent self-construal on use of ingroup favouritism for maintaining and enhancing self-evaluation

Autores: Ken’ichiro Nakashima, Chikae Isobe, Mitsuhiro Ura

Periódico: Asian Journal of Social Psychology,11, 45, 2008, 286-292

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Apresentações: observatorio de la imagen de la mujeres (informe 2005)

Notícia do dia: Seis tesis sobre el español en Estados Unidos

O periódico espanhol El País publica um artigo do escritor Eduardo Lago, diretor do Instituto Cervantes de Nova York, no qual são apresentadas seis teses sobre o imapcto do idioma espanhol nos Estados Unidos. Clique aqui para ler.