De acordo com a pesquisa do site Mediacurve.com, sim. Vestir uma indumentária tipicamente judia ou muçulmana gera diferenças na percepção da pessoa. Clique aqui para ler o relato da pesquisa no caso masculino, e aqui, no caso feminino.

Depois dos terremotos ocorridos na Ásia, o Governo Brasileiro resolveu cobrir todo o país. O então recém-criado Centro Sísmico Nacional, poucos dias após entrar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste do país.
Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, uma cidadezinha no interior do Estado do Ceará. Dizia a mensagem:
“Urgente. Possível movimento sísmico na zona.
Muito perigoso. Richter 7.
Epicentro a 3 km da cidade.
Tomem medidas e informem resultados com urgência.”
Somente uma semana depois, o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia:
“Aqui é da Polícia de Icó:
Movimento sísmico totalmente desarticulado.
Richter tentou se evadir, mas foi abatido a tiros.
Desativamos as zonas. Todas as putas estão presas.
Epicentro, Epifânio, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos.
Não respondemos antes porque, logo depois, houve um terremoto da porra por aqui e não fomos avisados….”

O texto vem trazer uma nova visão a respeito do desenvolvimento psicossexual masculino e feminino, contrapondo-se à teoria clássica freudiana. Freud trouxe diversos significados aos conceitos masculino e feminino, detendo-se no nível psicossexual do desenvolvimento, que envolve os níveis biológico e sociológico. Ele propõe a concepção da bissexualidade constitucional, onde todo ser humano, no início da vida, seria uma síntese de traços masculinos e femininos. Na teoria clássica, o masculino/feminino são percebidos através das posições ativo/passivo e fálico/castrado, que serviriam de base para a identificação sexual.
Ainda na perspectiva freudiana, o desenvolvimento sexual masculino e heterossexual se daria através da passagem pela ansiedade da castração e da identificação do menino com o pai, abrindo mão do amor incestuoso pela mãe. Já a feminilidade seria desenvolvida por um percurso mais difícil, onde a menina sentiria inveja do pênis, o que pode faze-la sentir inferiorizada, ficando passiva e masoquista, tendo o clitóris como um pênis defeituoso, não conseguindo deslocar o erotismo para a vagina. A feminilidade se desenvolveria de forma saudável quando a menina, voltando-se para o pai, desenvolvesse o desejo de ter um bebê.
Questões recentes na discussão psicanalítica do masculino e do feminino
As novas perspectivas psicanalíticas contrapõem-se á idéia freudiana de que o desenvolvimento psicossexual, tanto da masculinidade quanto da feminilidade, se dê a partir da aprendizagem resultante de frustração, conflito e trauma, sua ultrapassagem e elaboração. Novas abordagens não descartam essa possibilidade, mas propõem que esta não seja tida como uma abordagem universal.
Segundo Freud, a mulher se constituiria como passiva, narcisista, masoquista e com um superego mais frágil que o homem. Esta concepção suscitou críticas, pois caracteriza a estrutura feminina como inferior. A questão do masoquismo, por exemplo, foi tida por Blum (1977 apud Afonso) como um resíduo de um conflito infantil não resolvido, mas não como algo essencialmente feminino. Muito do que foi visto na teoria freudiana sobre a sexualidade feminina precoce foi baseado na observação direta e crianças, porém, ultimamente, os estudos psicanalíticos se baseiam em observação na prática clínica ou descobertas de disciplinas como a embriologia.
Outras questões da feminilidade trazidas por Freud como a transferência do gozo clitoriano para o gozo vaginal, o complexo de castração feminino e a inveja do pênis, são questionadas. Não existem evidências anatômicas nem fisiológicas da transferência clitóris-vagina, e, além disso, não há distinção entre os dois orgasmos. Alguns autores também consideram a metáfora da castração feminina como algo que varia de menina para menina, podendo a mesma sentir-se confortável com sua feminilidade se valorizada pelo pai e bem relacionada com a mãe. Além disso, consideram que nem todas as meninas entram no Édipo por esta via. Autores contemporâneos também relativizam a questão da inveja do pênis e propõem que haja uma inveja sexual em ambos os sexos. Além disso, se discute também a maternidade como central na fundação da feminilidade.
Os homens parecem ter sido um pouco deixados de lado no discurso psicanalítico com o falocentrismo e a ênfase nas questões femininas, pois já eram vistos como possuidores do pênis, e por isso, masculinos, ativos, agressivos, dominadores. Porém, diversos autores questionam alguns aspectos do desenvolvimento psicossocial masculino trazidos por Freud. Person (1986) relaciona o interesse masculino em ter parceiras múltiplas, que faz parte de um ideal de ego masculino, como um espelhamento dos medos sexuais dos homens, como tamanho, perícia, potência e rejeição. Ela traz ainda que a indisponibilidade das parceiras sexuais na adolescência desperta a ferida narcísica original do menino, podendo leva-lo a ereções inoportunas, como se perdesse o controle do falo, o que leva-nos a compreender o medo da impotência e da ejaculação precoce masculinos.
Os últimos estudos feitos a respeito dos aspectos desenvolvimentais pré-edipianos vêm reavaliando os papéis dos pais devido às mudanças na constituição familiar, como o aumento do número de divórcios, aumento do número de pais com a custódia dos filhos, divisão dos cuidados com as crianças devido às atividades profissionais das mulheres. Assim, acredita-se que o pai vem acessando o seu mundo pré-edipiano, permitindo-o reconhecer defesas e repressões, antes ativadas apenas na fase edipiana dos filhos. Esse novo papel do pai permite uma reformulação do processo de separação-individuação, além de levantar questões a respeito da necessidade de um objeto transicional, já que passam a existir muitos objetos disponíveis.
Conclusão
Ao trazer novas perspectivas a respeito da masculinidade e feminilidade, contrapondo alguns conceitos freudianos, o autor permite pensa-los de maneira mais atual e relativizada, enxergando-os de forma contextualizada e menos determinista. Concordando com alguns conceitos, revendo outros e ainda adequando outros às situações atuais, o autor propõe discussões bastante interessantes para a prática psicanalítica na atualidade.
Referência: Afonso, J. Masculino e Feminino: Alguns aspectos da perspectiva psicanalítica. Análise Psicológica, 25, 3, 331-342, 2007.
Instruções:
– Coloque 400 tijolos em uma sala fechada.
– Coloque os candidatos ao teste dentro e feche a porta.
– Deixe-os sozinhos por seis horas e analise a situação:
1 – Se eles estiverem contando os tijolos, contrate-os para o departamento de contabilidade.
2- Se eles estiverem recontando os tijolos, contrate-os para o departamento de auditoria.
3 – Se eles tiverem bagunçado tudo e espalhado os tijolos, são bons engenheiros.
4 – Se eles tiverem arrumado os tijolos de maneira bem estranha coloque-os no Planejamento.
5 – Se eles tiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações.
6 – Se eles estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.
7 – Se eles estiverem quebrando os tijolos em pedacinhos, coloque-os no departamento de tecnologia da informação.
8 – Se eles estiverem sentados sem fazer nada, coloque-os em Recursos Humanos.
9 – Se eles disserem que já tentaram várias combinações e estão ainda tentando outras mais e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, coloque-os em vendas.
10 – Se eles já tiverem saído, coloque-os na Gerencia.
11 – Se eles estiverem olhando para a janela, coloque-os em Planejamento Estratégico.
12 – Se eles estiverem conversando entre si e nenhum dos tijolos tiver saído do lugar, cumprimente-os e coloque-os na Diretoria.
13 – Se eles tiverem criado um muro de tal forma que eles não podem ser vistos ou ouvidos, então coloque-os no congresso.
14 – Se eles afirmarem que não estão vendo nenhum tijolo ali na sala, coloque no Jurídico.
15 – Se eles reclamarem que os tijolos não têm identificação, falta operação, medidas erradas, coloque na Qualidade.
16 – Se começarem a chamar de companheiro uns aos outros, nem contrate mande embora logo antes que eles criem um sindicato.
17- Se eles arrumarem os tijolos de forma já conhecida e depois cobrarem caro por essa arrumação, contrate-os como consultores.
Artigo postado no blog do Sidney Morning Herald apresenta as quatro regras de ouro para a definição de um homem verdadeiramente másculo. Clique aqui para ler.

