Artigo publicado: “What did You Say, and Who do You Think You Are?” How Power Differences Affect Emotional Reactions to Prejudice

Título: “What did You Say, and Who do You Think You Are?” How Power Differences Affect Emotional Reactions to Prejudice

Autores: Manuela Barreto, Naomi Ellemers and Susan T. Fiske

Periódico: Journal of Social Issues, 66, 3, 477-492

Resumo: http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1540-4560.2010.01657.x/abstract

No país do futebol, preconceito contra as meninas

Contribuição: Carmem Barbosa

Pesquisa realizada pelo Instituto de Psicologia (IP) da USP diz que O preconceito é a principal causa de estresse emocional entre atletas de futebol feminino. “Esta foi minha primeira constatação. E é bom lembrar que o estresse emocional é prejudicial à saúde”, diz o professor Jorge Dorfman Knijnik, autor do estudo. Ele informa também que o esporte foi escolhido como tema por representar uma marca cultural brasileira. “O objetivo é discutir as relações sociais de gênero numa sociedade em que existe uma comparação ”natural” da mulher com o homem. E também provocar uma tomada de consciência que leve à criação de espaços esportivos não sexistas”.
O pesquisador entrevistou 33 atletas que disputaram o Campeonato Paulista Feminino de Futebol de 2004. Algumas dessas jogadoras compunham a Seleção Brasileira de Futebol Feminino que ganhou medalha de prata nas Olimpíadas de Atenas, em 2004. Ele relata que foi uma conquista histórica para o esporte, numa competição para a qual a equipe masculina nem chegou a se classificar. “Mesmo depois da vitória, a equipe feminina não recebeu nenhum tipo de incentivo”, lembra Dorfman.

Resultados da Pesquisa:
A pesquisa revelou que 57,14% das jogadoras entre 16 e 21 anos apontaram o preconceito como principal causa de estresse no futebol. Dentre as jogadoras entre 22 e 27 anos, essa mesma causa foi apontada por 50% delas.

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Estereótipos e anedotas: dois amigos sem preconceitos

Contribuição: Vanda M. dos Santos

– Vc se acha preconceituoso?
– Eu? Claro que não!
– Nem um pouquinho???
– Nadinha…
– Nada, nada, nada??? Não tem nenhum preconceito por nenhuma raça, religião ou povo???
– Bem… Pensando bem, eu só não sou muito chegado nos alemães…
– Por quê???
– Porque deviam ter acabado de vez com os judeus, mas fizeram um trabalho de preto retado e não conseguiram…

Estereótipos e preconceitos: idade não é tudo!

Contribuição: Camila Novaes

A avó de 72 anos namora o neto biológico de 26 anos. Pretendem ter um filho com uma barriga de aluguel, o que custará US$54mil. A idosa diz ter uma vida sexual bastante ativa com o neto. Pela diferença de idade já possui o suficiente para ser considerado um tema polêmico. A justificativa, dizem as más línguas, é o bom e velho golpe do baú. Independente da razão de estarem juntos, observamos um – sempre polêmico – caso de incesto. É difícil de engolir, mas espero que sejam felizes. Clique aqui para ler a notícia.