Estereótipos e preconceitos: idade não é tudo!

Contribuição: Camila Novaes

A avó de 72 anos namora o neto biológico de 26 anos. Pretendem ter um filho com uma barriga de aluguel, o que custará US$54mil. A idosa diz ter uma vida sexual bastante ativa com o neto. Pela diferença de idade já possui o suficiente para ser considerado um tema polêmico. A justificativa, dizem as más línguas, é o bom e velho golpe do baú. Independente da razão de estarem juntos, observamos um – sempre polêmico – caso de incesto. É difícil de engolir, mas espero que sejam felizes. Clique aqui para ler a notícia.

Estereótipos e humor: da terrinha

Contribuição: Carolina Aguiar

Estereótipos e relações raciais: xadrez das cores

Contribuição: Ana Amélia Amorim

Estereótipos e aparência física: nem tudo é o que parece

Contribuição: Ana Amélia Amorim

Estereótipos e aparência física

Contribuição: Adriana Teixeira

O caso de Thais no Programa “Se vira nos trinta – do Faustão” é um exemplo do efeito do quanto a aparência física classifica ou desclassifica o ser – através da estereotipização. A reação do público mostra a satisfação da quebra de um padrão de pensamento.

Estereótipos e humor?

Contribuição: Carmem Barbosa

O ministro francês, Brice Hortefeux, quase foi demitido por uma piadinha de mal gosto que fez em setembro passado, referindo-se aos árabes.
Ele disse: “Um [árabe] está bem, quando são vários é que há problema”.
Na época não entendi bem o comportamento do ministro, mas agora analisando este caso fiquei a me perguntar, como uma pessoa pública de repente, com aparente naturalidade, fala algo que soa tão grave.
O estereótipo está relacionado ao preconceito, que muitas vezes é expresso de forma tão natural, como se a pessoa dissesse: “Foi sem querer…eu não queria dizer isto”.Mas internamente está lá ELE.
Esta tendência à padronização, que estreita a visão individual, traz a tona apenas a percepção coletiva, reduzindo as pessoas a um modelo já anteriormente rotulado.
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Estereótipos e preconceitos: mais um teste

Contribuição: Mariana Barreto

Este vídeo aborda sobre um experimento que inicialmente foi realizado por Clark and Clark na década de 40. É um experimento bem conhecido, mas importante de ser relembrado, pois demonstra como os estereótipos são transmitidos de geração em geração e como as crianças assimilam estas crenças ainda em tenra idade. É importante destacar que no caso deste documentário embora as crianças sejam negras elas demonstram atitudes que são contrárias ao seu próprio grupo social, o que demonstraria uma tendência oposta ao comportamento relato por Todd em seu livro, o qual afirma que existe uma tendência em valorizar os indivíduos que pertencem ao seu mesmo grupo e discriminar, ou desvalorizar, os indivíduos que não pertencem ao seu grupo. No experimento, a maioria das crianças entrevistadas categorizam as bonecas pretas como más e as bonecas brancas como boas, ainda que os entrevistados tenham sido de raça negra ou mulata. Tal conduta demonstra uma rejeição da própria identidade pelas crianças negras, rejeição que muitas vezes ocorre de modo inconsciente, em decorrência da assimialação de valores, crenças que são transmitidos pela mídia e por um processo histórico e sócio-cultural.

Estereótipos e humor: preconceito nos power rangers

Artigo publicado: historical prevalence of infectious diseases

Título:Historical Prevalence of Infectious Diseases Within 230 Geopolitical Regions: A Tool for Investigating Origins of Culture

Autores: Damian R. Murray and Mark Schaller

Periódico: Journal of Cross-Cultural Psychology 2010;41 99-108

Resumo: clique aqui para obter

Artigo publicado: dimensional latent structure of explicit prejudice

Título: Racist or racism? Taxometric support for a dimensional latent structure of explicit prejudice

Autores: Thomas F. Denson, Ravi Iyer, and Brian Lickel

Periódico: Group Processes Intergroup Relations 2010;13 113-128

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