Categoria: Crenças
Anedota: esperteza demais atrapalha
Dois políticos analisam uma proposta de negociata. São muitos milhões
em jogo. Um deles pergunta:
– Quando nos dariam por isso?
– Num país sério, nos dariam uns quinze anos, eu acho.
Estereótipos, crenças essencialistas e publicidade
Contribuição: Leandro Muniz
Categorias sociais e rótulos: cachorro magro
Aquele camarada que come na casa de alguém e imediatamente se retira
Estereótipos e ambientes acadêmicos: tribos
Matéria publicada no jornal inglês The Guardian sugere que uma investigação conduzida por uma agência de marketing e pesquisas, com 25.000 estudantes residentes sobretudo no Reino Unido permite categorizar cinco tribos de estudantes estrangeiros: seekers, geckos, bonos, kids e surfers. Clique aqui para ler a matéria
Notícia do dia: as coisas em Boston não vão lá muito bem
Post do Blog de Patrícia Melo, do Estadão, discute a condição dos imigrantes brasileiros na região de Boston. Conforme pode ser observado nos comentários dos leitores, muitos radicados há algum tempo nos Estados Unidos, a situação não anda nada boa pelas bandas de lá. Clique aqui para ler.
Onde fui amarrar minha égua?
Contribuição: Manuela Moura
Camisa 10
Contribuição: Leandro Muniz
A camisa 10 vestiu e continua a vestir grandes craques do futebol: Pelé, o rei; Maradona, deus para muitos; Zico, o galinho dos pés certeiros; Zidane, o clássico; Riquelme, o maestro, Ronaldinho Gaúcho, o showman; e outros gênios da meia-canja, tais como Platini, Totti, Del Piero, Juninho Pernambucano, Nedved, Rivaldo… É fato que a 10 pode ser vestida por todo jogador de um time, do goleiro ao terceiro goleiro, mas ela geralmente é destinada àquele jogador que tem um estilo extraordinário, uma técnica ultra. O CAMISA 10:
- “é experiente, rodado, com seus 33 anos, que oriente o time e saiba passar bem a bola”
Edilson, enérgico trabalhador da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA, é torcedor do Bahia
- “é o organizador, tem que ter inteligência apurada, uma visão de jogo boa pra deixar os outros jogadores na cara do gol”
Rodrigo, segurança da faculdade, a enciclopédia do Bahia
- “ele tem que ser habilidoso, armar o jogo, ser o garçom, não precisa ser muito marcador, é autoconfiante, o principal jogador”
Judson, colega de Psicologia, torcedor são paulino
- “é o cara da ligação, tem que passar bem, fazer a diferença”
Marcão, colega de Ciências Sociais, é Bahia
- “é o craque, o cabeça do time, o que bate falta, cobra escanteio, o passe perfeito”
Vitor Bahia, empresário soteropolitano, o time já está no nome
- “é o bom jogador, o craque do time, o melhor que tem no time”
Anderson, colega de Psicologia, torcedor do tricolor de aço
- “é o craque, o salvador da pátria, o herói, o maestro, o diferenciado, o gênio”
Rafael, colega de Psicologia, (advinha!?) é tricolorido
- “é o bom jogador, o craque, o inteligente”
Diogo, colega de Psicologia, é torcedor do vitorinha (existe um!)
A elegância em forma de macho!
Contribuição: ?
Estereótipos étnicos e violência no Quênia
Artigo publicado por L. Muthoni Wanyeki, no website NationMedia.com, de Nairóbi, avalia o papel desempenhado pelos estereótipos e preconceitos étnicos na recente eclosão de violência no Quênia. Clique aqui para ler a matéria