Estereótipos e cinema: Hotel Ruanda

Contribuição: André Oliveira

Esse filme retrata um conflito político que levou à morte de quase um milhão de ruandeses. Tutses e Hutus eram etnias desse país africano e que motivos de dominância e poder, ocorreu uma guerra civil, e por consequência proporcionou um genocídio. Uma parte que eu achei muito interessante , e que me faz associar ao tema “raça e etnia”, foi no momento em que o reporter estrangeiro que estava no hotel observou duas mulheres conversando, que por sinais eram muito parecidas. Ele foi nas mesmas e perguntou que etnias elas eram. A primeira respondeu que era hutu e a outra moça respondeu que era tutses. Logo depois, a fala do repórter foi assim: “eu diria que eram irmãs gêmeas”. Esse parte do filme retrata como o meio social e a ideologia de uma sociedade determina as atitudes e os estereótipos dos seus cidadãos. Por características mínimas de diferenciação racial ou física, pode proporcionar grandes preconceitos e discriminações.

Universidade, racismo e cotas

Contribuição: Clara Vasconcelos

Tendemos a acreditar, que as universidades, especialmente as universidades públicas, são espaços onde práticas preconceituosas não são disseminadas. Mas será que tal idéia representa o que ocorre de fato?

Clique aqui para ler uma matéria publicada no site Universo Jurídico sobre um professor da UFRGS que após fazer comentarios racistas em plena sala de aula e obter o apoio da universidade em sua defesa , foi condenado.

Estereótipos e telenovela: uma Helena negra?

Contribuição: Daiana Nogueira e Elisa Maria Araújo


Ao longo da sua trajetória como autor, Manuel Carlos escreveu novelas protagonizadas por mulheres bem sucedidas, que lidam bem com os obstáculos da vida, que são de alto nível sócio cultural, sempre boas mães, politicamente corretas e éticas. O intrigante é perceber que todas elas sempre foram representadas na figura de atrizes brancas. Na sua próxima novela, quebrando esse estereótipo, o autor já revelou que Thaís Araújo, será a sua nova Helena. Fica a questão: este ato irá contribuir para a redução do preconceito étnico racial ou acentuará ainda mais as crenças compartilhadas de que atributos valorizados socialmente estão restritos aos brancos?

Estereótipos e cinema: a primeira princesa negra da Disney

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

A Disney lançará em breve um filme com a sua primeira princesa negra, chamado “A Princesa e o Sapo” e para não cometer erros e expressar estereótipos que possam ofender a comunidade afro-americana tem pedido ajuda para conselheiros dos movimentos negros dos Estados Unidos.

Pela matéria do link, já dá para ver a primeira estereotipização, ligando a cor da pele com o estilo musical Jazz, entretanto o fato da produção estar sendo acompanhada talvez evite os mais absurdos deslize. Deslizes como o príncipe ser também negro (repetindo o que sempre se vê nos filmes, onde personagens negras só se casam com outras personagens negras), se a princesa terá um leve sotaque no gueto e fã de hip hop, se terá um teor cômico (muito atribuído a personagens negras) etc. Clique aqui para ler a matéria publicado em O Globo.

Estereótipos e etnia: o pai ó

Contribuição: Lucas Carneiro e Ailton Araújo

Diante de uma má sustentação para fundamentar sua tese, todo preconceito de raça ou etnia é tautológico, ou seja, não apresenta argumentos validos para legitimá-los. Sobra apenas o contraponto – o mecanismo de evasão

Essencialismos: racism sexism speciesism

racism sexism speciesism, originally uploaded by ThinkVegan.

Foto do dia: No Racism

No Racism – Wallpaper @ 1280, originally uploaded by dannycg.

Artigo publicado: The Experience of Discrimination and Black-White Health Disparities in Medical Care

Título: The Experience of Discrimination and Black-White Health Disparities in Medical Care

Autores: Louis A. Penner, John F. Dovidio, Donald Edmondson, Rhonda K. Dailey, Tsveti Markova, Terrance L. Albrecht, and Samuel L. Gaertner

Periódico: Journal of Black Psychology 2009;35 180-203

Resumo: clique aqui para obter

Estereótipos e video: gay education

Estereótipos e publicidade: você não precisa de pernas para chutar o traseiro dos outros

Fonte: Lá Fora