Al inmigrante, paliza constante

Contribuição: Gilcimar Dantas

Na Europa, é frequente o ataque a imigrantes. Esta forma de prática, além de ser uma atitude altamente desumana, apresenta uma elevada falta de perspectiva histórica por parte dos que compartilham dessa visão, pois esses imigrantes, em sua maioria, são advindos de países que a Europa subdesenvolveu no período colonial e, principalmente, por isso muitos deles acabam deixando a sua terra natal em busca de uma vida melhor nos países que a subdesenvolveram. Entretanto, os grupos anti-imigração agem como se nada disso tivesse acontecido, como se esess indivíduos fossem meros invasores.

Estereótipos regionais: Bahia vs Recife

Contribuição: Ailton Araújo e Lucas Carneiro

Em situações de conflito ,os estereótipos negativos em contextos regionais , podem se agravar chegando ao aponto da depreciação do outro e criando disputas que atrapalham uma integração social saudável. Assim, podendo ser perpetuada ao longo tempo em outras gerações e propiciando comportamentos agressivos sem uma causa aparente.

Estereótipos regionais: os homens de Pelotas

Contribuição: Clara Vasconcelos e Daiana Nogueira

Como em todas as regiões do Brasil, os sulistas também sofrem com alguns estereótipos, que são muito disseminados. É comum ouvir piadas sobre a sexualidade dos homens desta região.
Clique aqui para assistir o trecho de um programa humorístico que ilustra tal situação.

Estereótipos e anedotas regionais: Como os brasileiros reagem às flutuações do clima

chamada

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

30ºC ou mais

– Baianos vão a praia, dançam, cantam e comem acarajé.
– Cariocas vão a praia, caem na água e jogam futevolei.
– Mineiros comem um queijinho na sombra.
– Todos os paulistas vão para Praia e pra isso enfrentam quilômetros de congestionamento e 2 horas de fila nas padarias e supermercados da região.
– Gaúchos esgotam os estoques de protetor solar e isotônicos da cidade.

25ºC

– Baianos não deixam os filhos saírem ao vento após as 17 horas.
– Cariocas vão à praia, jogam futevolei, mas não entram na água.
– Mineiros comem um feijão tropeiro.
– Paulistas fazem churrasco nas suas casas do litoral.
– Gaúchos reclamam do calor e não fazem esforço devido esgotamento físico.

20ºC

– Baianos mudam os chuveiros para a posição “Inverno” e ligam o ar quente das casas e veículos.
– Cariocas vestem um moletom.
– Mineiros bebem pinga perto do fogão a lenha, tomando uma canja de galinha.
– Paulistas decidem deixar o litoral, começa o trânsito de volta para casa e mais horas de congestionamento.
– Gaúchos tomam sol no parque.

15ºC

– Baianos tremem incontrolavelmente de frio.
– Cariocas se reúnem para comer fondue de queijo.
– Mineiros continuam bebendo pinga perto do fogão a lenha.
– Paulistas ainda estão presos nos congestionamentos na volta do litoral.
– Gaúchos dirigem com os vidros abaixados para refrescar.

10ºC

– Decretado estado de calamidade na Bahia.
– Rio de Janeiro abre a candidatura para as olimpíadas de inverno.
– Mineiros continuam bebendo pinga e colocam mais lenha no fogão.
– Paulistas lotam hospitais e clínicas devido doenças causadas pela inversão térmica.
– Gaúchos fecham as janelas de casa.

0ºC

– Não existe mais vida na Bahia. Nem animal, nem vegetal, nem mineral.
– No Rio, o prefeito veste 7 casacos e lança o “Ixxnoubórdi in Rio”.
– Mineiros entram em coma alcoólico ao lado do fogão a lenha.
– Paulistas não saem de casa e dão altos índices de audiência a Gilberto Barros, Gugu Liberato, Luciana Gimenes e Silvio Santos.
– Gaúchos aproveitam o friozinho gostoso para fazer amor com seus parceiros (as Gaúchas provavelmente estão dormindo).

Preconceito: O baiano e a preguiça

Contribuição: Clara Vasconcelos e Daiana Nogueira


Existe uma crença compartilhada de que o povo baiano, além de festivo e hospitaleiro, é também preguiçoso. Muito se fala de nossas festas, mas pouco se fala dos vários trabalhadores baianos que trabalham nestes momentos, enquanto os turistas se divertem em períodos como o Carnaval.
Uma tese de doutorado defendida na USP atesta justamente o contrário deste estereótipo, ou seja, traz a informação de que o povo baiano trabalha tanto quanto, ou até mais do que pessoas de outras regiões. O texto traz ainda os principais responsáveis pela criação e disseminação deste estereótipo, como os colonizadores portugueses, a mídia, os cantores e os próprios profissionais do turismo. Clique aqui para acessar a tese.

Placas e cartazes: esse Marcão, o discreto, é um perigo

Contribuição: Marta Vanessa

(Atualizado para a aula do dia 04/06/2009)

Placas e cartazes: podemos fazer isto

Fonte: Time

(Atualizado para a aula do dia 04/06/2009)

Estereótipos e música: americana

Foto do dia: Nerd with Keyboard

CB009957, originally uploaded by glaubergrl.

Foto do dia: ryan and me as italian stereotypes