Estereótipos étnicos e quadrinhos: indígenas

Contribuição: Gilcimar Dantas e Luzia Mascarenhas

Representações de de grupos humanos como se fossem menos civilizados que outros e voltados apenas para a agressividade é algo ainda presente na cabeça de muitas pessoas. O grupo indígena, por exemplo, é uma da vítimas desse tipo de categorização. Apesar de estar representando uma brincadeira de criança, a imagem traz dois índios tendo capturado um cawboy (que costuma ser representdo como o mocinho), sendo que este último parece estar perturbado com o que está acontecendo enquanto que os primeiros demonstram satisfação com o ocorrido. O preocupante é que isso se trata de personagens altamente difundidos entre as crianças brasileiras.

Estereótipos étnicos: Obama e a reconstrução das categorias mediante a conversão

Contribuição: Daiana Nogueira e Elisa Maria Araújo

Barack Obama desempenha, hoje, o papel de porta-voz de minorias negras e, possivelmente, num contexto mais amplo, asiáticas e latinas (igualmente oprimidas), que vivem nos Estados Unidos, um país de forte mix racial e étnico. É um dos exemplos mais claros da possibilidade de reconstrução das barreiras da categoria racial, pois pelo processo de conversão, a figura do presidente eleito, consegue contradizer o estereótipo construído sobre os negros.

Estereótipos e racismo: família da pesada

Contribuição: Clara Vasconcelos

Estereótipos étnicos: judeus e argentinos

Contribuição: Marinês Oliveira

Estereótipos e etnia: The Singhsons

Contribuição: Natália Canário e Yasmin Oliveira

Os Simpsons é um desenho animado americano que possui uma forma peculiar de crítica à “típica família americana”, bem como ao “american way of life”. Sua fama mundial deu origem a uma paródia que vem sendo difundida pela internet: The Singhsons. Esta versão retrata uma família indiana e, como pode ser visto no vídeo, tem um caráter altamente estereotipado, fazendo referência à Gandhi, ao casamento arranjado (principalmente entre moças muito jovens), ao endeuzamento das vacas, entre outros.

Estereótipos e cinema: Hotel Ruanda

Contribuição: André Oliveira

Esse filme retrata um conflito político que levou à morte de quase um milhão de ruandeses. Tutses e Hutus eram etnias desse país africano e que motivos de dominância e poder, ocorreu uma guerra civil, e por consequência proporcionou um genocídio. Uma parte que eu achei muito interessante , e que me faz associar ao tema “raça e etnia”, foi no momento em que o reporter estrangeiro que estava no hotel observou duas mulheres conversando, que por sinais eram muito parecidas. Ele foi nas mesmas e perguntou que etnias elas eram. A primeira respondeu que era hutu e a outra moça respondeu que era tutses. Logo depois, a fala do repórter foi assim: “eu diria que eram irmãs gêmeas”. Esse parte do filme retrata como o meio social e a ideologia de uma sociedade determina as atitudes e os estereótipos dos seus cidadãos. Por características mínimas de diferenciação racial ou física, pode proporcionar grandes preconceitos e discriminações.

Universidade, racismo e cotas

Contribuição: Clara Vasconcelos

Tendemos a acreditar, que as universidades, especialmente as universidades públicas, são espaços onde práticas preconceituosas não são disseminadas. Mas será que tal idéia representa o que ocorre de fato?

Clique aqui para ler uma matéria publicada no site Universo Jurídico sobre um professor da UFRGS que após fazer comentarios racistas em plena sala de aula e obter o apoio da universidade em sua defesa , foi condenado.

Estereótipos e telenovela: uma Helena negra?

Contribuição: Daiana Nogueira e Elisa Maria Araújo


Ao longo da sua trajetória como autor, Manuel Carlos escreveu novelas protagonizadas por mulheres bem sucedidas, que lidam bem com os obstáculos da vida, que são de alto nível sócio cultural, sempre boas mães, politicamente corretas e éticas. O intrigante é perceber que todas elas sempre foram representadas na figura de atrizes brancas. Na sua próxima novela, quebrando esse estereótipo, o autor já revelou que Thaís Araújo, será a sua nova Helena. Fica a questão: este ato irá contribuir para a redução do preconceito étnico racial ou acentuará ainda mais as crenças compartilhadas de que atributos valorizados socialmente estão restritos aos brancos?

Estereótipos e cinema: a primeira princesa negra da Disney

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

A Disney lançará em breve um filme com a sua primeira princesa negra, chamado “A Princesa e o Sapo” e para não cometer erros e expressar estereótipos que possam ofender a comunidade afro-americana tem pedido ajuda para conselheiros dos movimentos negros dos Estados Unidos.

Pela matéria do link, já dá para ver a primeira estereotipização, ligando a cor da pele com o estilo musical Jazz, entretanto o fato da produção estar sendo acompanhada talvez evite os mais absurdos deslize. Deslizes como o príncipe ser também negro (repetindo o que sempre se vê nos filmes, onde personagens negras só se casam com outras personagens negras), se a princesa terá um leve sotaque no gueto e fã de hip hop, se terá um teor cômico (muito atribuído a personagens negras) etc. Clique aqui para ler a matéria publicado em O Globo.

Estereótipos e etnia: o pai ó

Contribuição: Lucas Carneiro e Ailton Araújo

Diante de uma má sustentação para fundamentar sua tese, todo preconceito de raça ou etnia é tautológico, ou seja, não apresenta argumentos validos para legitimá-los. Sobra apenas o contraponto – o mecanismo de evasão