Título: The Role of Threat, Evolutionary Psychology, and the Will to Power
Autores: Brad M. Hastings and Barbara Shaffer
Periódico: Theory & Psychology, 18, 423-440, 2008
Resumo: clique aqui para obter
Título: The Role of Threat, Evolutionary Psychology, and the Will to Power
Autores: Brad M. Hastings and Barbara Shaffer
Periódico: Theory & Psychology, 18, 423-440, 2008
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Fonte: Radio Interferencia
Matéria publicada no Portal UOL reproduz as posições do advogado do MST, Jacques Távora Alfonsin, para quem a atuação do Ministério Público no caso é tendenciosa e preconceituosa. Clique aqui para ler a matéria
O texto aborda a problemática dos entraves criados na relação enfermeira-paciente em função dos estereótipos negativos que os cliente podem vir a assumir em relação à enfermagem. A pesquisa bibliográfica realizada pelo autor remete ás origens históricas de preconceitos referentes à categoria profissional. Principalmente pelo fato de a profissão ter sido exercida durante uma grande parte da história por mulheres e, ainda, por tratar-se de um trabalho manual, foi sendo considerada como ofício de menor valor pela sociedade.
Nota-se que a atribuição da profissão a mulher antecede uma abordagem estritamente científica a respeito do tema. A concepção predominante, principalmente durante a idade média (1979 apud Paixão) era a de que a própria natureza estabelecia a separação entre a enfermagem como uma atividade feminina e a medicina como masculina. A atribuição dos créditos pela cura à figura do médico relegava as enfermeiras uma posição menor, pois seus cuidados com o paciente não conduziriam à cura do mesmo. No período medieval, em função da reforma protestante, países que adotaram o protestantismo como religião dispensaram as freiras católicas que exerciam às funções de cuidados características das enfermeiras. A ausência de pessoas para desempenhar essa função coube então a mulheres mal remuneradas, mal preparadas e de moral duvidosa, que não tinham outra opção como meio de vida, que não fosse a de tomar o lugar das freiras. A população começou a evitar os hospitais por causa disso, preferindo, muitas vezes, ficar doente em casa.
Com o passar do tempo a enfermagem foi ganhando uma nova perspectiva à medida que o trabalho das enfermeiras foi sendo remunerado. A aderência simbólica da imagem de quem antes cuidava diretamente dos doentes sem receber nada em troca à imagem do dinheiro não foi bem recebida pela população. A soma desses fatores levou a enfermagem a ser vista como uma atividade essencialmente feminina – há referência no texto de que até a década de 1970 as enfermeiras eram selecionadas diretamente nas escolas e a convocação priorizava pessoas do sexo feminino ( 1997 apud BATISTA; BARREIRA).
A pesquisa bibliográfica revela, ainda, que a atividade da enfermeira, apesar de essencial, estaria sempre subordinada à do médico. Consequentemente, quanto maior a disponibilidade da enfermeira para seguir ordens, melhores profissionais estas seriam. Por esta mesma interpretação chega-se à dedução de que quanto menor a autoridade das enfermeiras, mais sobressalente se tornaria o ato médico. A veiculação de uma imagem estereotipada da categoria na mídia, apelando para o erotismo alocou por muito tempo as profissionais da área na categoria de símbolos sexuais, mas de forma depreciativa, induzindo a uma desconsideração da atividade realizada.
Conclusão
Estudo e identificação dos estereótipos negativos presentes no imaginário popular a respeito das enfermeiras parecem ser as principais ferramentas para alterar esse quadro e combater o preconceito vigente delineando estratégias para a valorização e afirmação do trabalho da categoria. Simultaneamente, o adequado tratamento da imagem desta levará à uma maior credibilidade junto à sociedade e ao merecido prestígio.
Referência: Santos, C. e Luchesi, L. A imagem das enfermeiras frente aos estereótipos: uma revisão bibliográfica.Proceedings of the Brazilian Nursing Communication Symposium, 2002, São Paulo, Brasil

Quem te viu, quem te vê. No fim do ano passado, a seleção espanhola acumulava uma série derrotas, usualmente jogando muito mal. O maltratado, à época, técnico espanhol, quase incapaz de suportar o peso das próprias pernas, parecia condenado ao fracasso. Sabe-se lá por que, de empate em empate, uma vitória magra de vez em quando contra adversários fracos e jogando um futebol sempre contestado, Luis Aragonés foi se mantendo no cargo. Imagino que só na quarta feira, às 22:26, após um passe magistral de Cesc Fábregas, enquanto 17.150.000 espanhóis que acompanhavam na telinha da Cuatro testemunharam a definição impecável do centro avante David Silva, o velho técnico pode se reconciliar com a certeza de que a equipe espanhola superara um velho obstáculo. Imagino, no entanto, que a velha atitude flamenca tenha transformado esta certeza inicial, factual, numa crença que, imagino, no momento deve ser compartilhada por todo espanhol: desta vez, não tem jeito. Clique aqui para ler a matéria de El País.
Matéria de Jen Roesch, reproduzida no site do PSTU, discute os estereótipos femininos encontrados no filme Sex and the City. Clique aqui para ler.
