Estereótipos e humor: assédio sexual

Contribuição: Gilcimar Dantas

Um casal sai de férias para um hotel-fazenda.
O homem gosta de pescar e a mulher gosta de ler.
Uma manhã, o marido volta da pesca e resolve tirar uma soneca.
Apesar de não conhecer bem o lago, a mulher decide pegar o barco do marido e ler no lago.
Ela navega um pouco, ancora, e continua lendo seu livro.
Chega um guarda do parque em seu barco, pára ao lado da mulher e fala:
– Bom dia, madame. O que está fazendo?
– Lendo um livro – responde e pensa: “será que não é óbvio?”
– A senhora está em uma área restrita em que a pesca é proibida, informa.
– Sinto muito, tenente, mas não estou pescando, estou lendo.
– Sim, mas com todo o equipamento de pesca. Pelo que sei, a senhora pode começar a qualquer momento. Se não sair daí imediatamente, terei de multá-la e processá-la.
– Se o senhor fizer isso, terei que acusá-lo de assédio sexual.
– Mas eu nem sequer a toquei! – diz o guarda.
– É verdade, mas o senhor tem todo o equipamento. Pelo que sei, pode começar a qualquer momento.
– Tenha um bom dia madame, diz ele. E vai embora.

Estereótipos e publicidade: a vingança do tio sukita

Contribuição: Vanda M. dos Santos

Estereótipos masculinos e publicidade

Contribuição: Carmem Lúcia D. Barbosa

Trata-se de uma divertida propaganda de cerveja que brinca com o mal-entendido e os estereótipos sexuais masculinos, fazendo com que o telespectador se divirta com a situação em que o fã de uma marca de cerveja se envolve, tentando degustar sua bebida… Reforça o estereotipo do homem sempre vinculado ao sexo ou ao futebol…

Estereótipos e preconceitos: idade não é tudo!

Contribuição: Camila Novaes

A avó de 72 anos namora o neto biológico de 26 anos. Pretendem ter um filho com uma barriga de aluguel, o que custará US$54mil. A idosa diz ter uma vida sexual bastante ativa com o neto. Pela diferença de idade já possui o suficiente para ser considerado um tema polêmico. A justificativa, dizem as más línguas, é o bom e velho golpe do baú. Independente da razão de estarem juntos, observamos um – sempre polêmico – caso de incesto. É difícil de engolir, mas espero que sejam felizes. Clique aqui para ler a notícia.

Estereótipos e poesia: mulata exportação

Contribuição: Ana Amélia Amorim

Mulata Exportação

Elisa Lucinda

“Mas que nega linda
E de olho verde ainda
Olho de veneno e açúcar!
Vem nega, vem ser minha desculpa
Vem que aqui dentro ainda te cabe
Vem ser meu álibi, minha bela conduta
Vem, nega exportação, vem meu pão de açúcar!
(Monto casa procê mas ninguém pode saber, entendeu meu dendê?)
Minha tonteira minha história contundida
Minha memória confundida, meu futebol, entendeu meu gelol?
Rebola bem meu bem-querer, sou seu improviso, seu karaoquê;
Vem nega, sem eu ter que fazer nada. Vem sem ter que me mexer
Em mim tu esqueces tarefas, favelas, senzalas, nada mais vai doer.
Sinto cheiro docê, meu maculelê, vem nega, me ama, me colore
Vem ser meu folclore, vem ser minha tese sobre nego malê.
Vem, nega, vem me arrasar, depois te levo pra gente sambar.”
Imaginem: Ouvi tudo isso sem calma e sem dor.
Já preso esse ex-feitor, eu disse: “Seu delegado…”
E o delegado piscou.
Falei com o juiz, o juiz se insinuou e decretou pequena pena
com cela especial por ser esse branco intelectual…
Eu disse: “Seu Juiz, não adianta! Opressão, Barbaridade, Genocídio
nada disso se cura trepando com uma escura!”
Ó minha máxima lei, deixai de asneira
Não vai ser um branco mal resolvido
que vai libertar uma negra:

Esse branco ardido está fadado
porque não é com lábia de pseudo-oprimido
que vai aliviar seu passado.
Olha aqui meu senhor:
Eu me lembro da senzala
e tu te lembras da Casa-Grande
e vamos juntos escrever sinceramente outra história
Digo, repito e não minto:
Vamos passar essa verdade a limpo
porque não é dançando samba
que eu te redimo ou te acredito:
Vê se te afasta, não invista, não insista!
Meu nojo!
Meu engodo cultural!
Minha lavagem de lata!

Porque deixar de ser racista, meu amor,
não é comer uma mulata!

(Da série “Brasil, meu espartilho”)

Fonte: Escola Lucinda

Artigo publicado: terror Management Account of Infrahumanization

Título: Of mice and men, and objectified women: a terror management account of infrahumanization

Autores: Jamie Goldenberg, Nathan Heflick, Jeroen Vaes, Matt Motyl, and Jeff Greenberg

Periódico: Group Processes Intergroup Relations 2009;12 763-77

Resumo: clique aqui para obter

Artigo publicado: Gender Inequality in Job Authorit

Título: Gender Inequality in Job Authority: A Cross-National Comparison of 26 Countries

Autores: Meir Yaish and Haya Stier

Periódico: Work and Occupations 2009;36 343-366

Resumo: clique aqui para obter

Artigo publicado: sex differences in jealousy

Título: Sex differences in jealousy: The case of Internet infidelity

Autores: Hinke A. K. Groothof, Pieternel Dijkstra, and Dick P. H. Barelds

Periódico: Journal of Social and Personal Relationships 2009;26 1119-1129

Resumo: clique aqui para obter

Notícia do dia: Obama indica transexual para cargo federal

O presidente Barack Obama indicou uma transexual, Amanda Simpson, antes Mitchel Simpson, para ocupar um importante cargo no Departamento de Comércio dos Estados Unidos. A decisão, claro, despertou fortes controvérsias, particularmente entre os conservadores. Clique aqui para ler matéria publicada na edição online da Época.

Estereótipos e humor: geografia feminina e masculina

Geografia da Mulher

  • Entre 18 e 25 anos, a mulher é como o Continente Africano: uma metade já foi descoberta e a outra metade esconde a beleza ainda selvagem e deltas férteis.
  • Entre 26 e 35, a mulher é como a América do Norte: moderna, desenvolvida, civilizada e aberta a negociações.
  • Entre 36 e 40, é como a Índia: muito quente, relaxada e consciente da sua própria beleza..
  • Entre 41 e 50, a mulher é como a França: suavemente envelhecida, mas ainda desejável de se visitar.
  • Entre 51 e 60, é como a Iugoslávia: perdeu a guerra, é atormentada por fantasmas do passado, mas empenha-se na reconstrução.
  • Entre 61 e 70, ela é como a Rússia: espaçosa, com fronteiras sem patrulha. A camada de neve oculta grandes tesouros.
  • Entre 71 e 80, a mulher é como a Mongólia: com um passado glorioso de conquistas, mas com poucas esperanças no futuro.
  • Depois dos 81, ela é como o Afeganistão: quase todos sabem onde está, mas ninguém quer ir até lá..

Geografia do Homem

  • Entre os 15 e os 80 anos , o homem é como Cuba: governado por um só membro..