Estereótipos e música: hard to handle

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

Baby here I am and I’m a man upon the scene

I can give you what you want, but you got to come home with me
I got a whole lot of good ole loving and I got some in store

When I get through throwin’ it on to you got to come back for more

Boys and things will come by the dozen

Ain’t nothin’ but drug store love
Pretty little thing let me light your candle

Cause mama I’m sure hard to handle, now yes I am.

Action speaks louder than words and I’m a man with great experience

I know you got another man, but I can love you better than him
Take my hand, don’t be afraid I’m gonna prove every word I say

I’m advertising love for free so won’t you place your ad with me?

Boys and things will come by the dozen

Ain’t nothin’ but drug store love
Pretty little thing let me light your candle

Give it to me baby, I got to have it, some of your love
It’s all I need, early in the morning, late in the evening.

Estereótipos e música: black metal

Contribuição: Lucas Carneiro & Ailton Araujo

Este é sub-genero do subgênero da contra cultura do heavy metal. O black metal são caracterizados por uma indumentaria preta, gótica e uso Corpse paint .
De estilo é extremamente sombrio, cru e agressivo e incorpora em suas letras temas como o satanismo e o paganismo (em particular a mitologia nórdica). Um estilo onde o extremismo pode ser percebido tanto na sonoridade – ríspida e crua – quanto nas letras: anticristãs, em alguns casos Neo-Nazistas e movimentos de queimas de igrejas católicas . Qual seria a sua atitude ao ver um intregrante desse movimento “no meio da rua”?

Estereótipos e gênero: mulheres jaca, filé e moranguinho:

Contribuição: Gilcimar Dantas & Daiana Nogueira

Estas mulheres são designadas por nomes de comidas, idealizando-as como meros objetos de consumo. A caracterização é extremamente esterotipada, visto que a mulher é exposta unicamente por meio de atributos físicos  e possíveis de desperatar o desejo do público masculino.  Crenças que corroboram com a visão acima citadas são conceituadas como primitivas, pois possuem alto nível consensual, baixo grau de racionalidade e muito pouco sujeitas a controversias.

Estereótipos e gênero: lôraburra

Contribuição: Milena Magalhães & Aruanã Fontes

A música descreve um tipo de mulher que o cantor classifica como “lôrabúrra”. Atribui a estas uma série de características que envolve hipocrisia, futilidade, falsidade, tudo num tom pejorativo, chegando a dizer que elas não são mulheres de verdade. Ao final da música o cantor ressalta que a “lôrabúrra” não é necessariamente loira, mas toda mulher que se enquadra no perfil descrito.

Estereótipos e cinema: personagens saturados

Contribuição: Clara Vasconcelos

Post publicado no site Baldorium descreve os vários tipos de homens e mulheres comuns no cinema. Fica claro como a nossa cultura é impregnada pelos diversos estereótipos de homens e mulheres. A mídia e a sociedade de maneira geral insistem em reforçar estes estereótipos, fazendo com que estes estejam cada dia mais arraigados nas nossas crenças, costumes e maneiras de agir perante pessoas que consideramos como pertencentes a algumas categorias sociais. Clique aqui para ler.

Estereótipos e gênero: vai encarar?

Contribuição: Lucas Carneiro

Cabeça raspada, orelha de lutador de jiu jitsu, cara de mal, bombado.Enfim todos os os estímulos necessários que caracterizam um Pit-Boy. Esses estímulos tem uma função extremamente importante para um observador… a função de se proteger contra ameaças.

Estereótipos e gênero: Coisas do futebol?

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

O programa de humor americano MadTv é famoso por satirizar tanto personagens e celebridades famosas, como situações cotidianas num tom obviamente exagerado. Nessa esquete, dois típicos homens alfa americanos (valentões, bebedores de cerveja, torcedores fanáticos por futebol), em comemoração por um tento marcado pelo seu time, acabam por revelar um outro lado que faz parte de muito dos machos valentões (não todos claro), recalcados e reprimidos. Um lado que pede desesperadamente para flanar pelos jardins da liberdade. Vale a pena ver.

Estereótipos e categorias sociais: mamãe é down

Contribuição: Luzia Mascarenhas

Matéria publicada no website Saci apresenta uma reportagem sobre um casal, onde o homem tem uma deficiência mental leve e a mulher tem síndrome de down. Tal reportagem retoma um assunto muitas vezes polémico acerca da capacidade de mulheres com síndrome de down poderem exercer o papel de mãe. A sociedade muitas vezes trata estas mulheres como totalmente incapazes, o que não corresponde a realidade. Muitos preconceitos ainda permeiam esta questão, as mulheres com deficiência muitas vezes são desacreditadas a levarem suas vidas como as demais, como se não tivessem o direito de se desenvolverem nos mais diversos âmbitos e contextos. Clique aqui para ler matéria.

Contribuição: Lucas Carneiro & Aílton Araújo

As roupas não são apenas para vestir-se mas para também expressar um estilo de vida.Servem de estimulo discriminativo para avaliarmos as atitudes da pessoa em relações os objectos e os valores sócias. E também tem a função expressiva de sua identidade.

Estereótipos e anedotas sexistas: parto

Contribuição: Ailton Araujo & Lucas Carneiro

A mulher estava em trabalho de parto no hospital, horas e horas se passaram e o pai no aguardo de notícias muito impaciente: andava de um lado para outro, fumava compulsivamente e etc, até que 6 horas depois chega o médico para lhe dar a notícias:
– Parabéns fulano, você é pai de uma menina linda.
– O pai responde: graças a Deus , não vai passar pelo que eu passei.

Essa anedota rebate a crença errônea que o pai não sofre na hora do nascimento do filho. A dor do parto é conjunta, dependendo da perspectiva de que você analisa o caso.