Estereótipos e publicidade: fuji

Estereótipos e anedotas: muçulmanos

Contribuição: Lucas Carneiro & Ailton Araujo.

Esta charge retrata a crença dos muçulmanos de que após a morte teriam inúmeras virgens. Esta crença é muito perigosa pelo fato de muitos muçulmanos cometer atentados contra toda humanidade e em nome do fundamentalismo em que se baseia esta crença, converte-se em dogma religioso com a devida recompensa.

Estereótipos e anedotas: todo cuidado é pouco

Contribuição: Clara Vasconcelos & Luzia Mascarenhas

Dois sujeitos conversando num bar:
— A minha sogra é uma tremenda de uma jararaca! Quando ela morrer eu vou enterrá-la de bruços!
— De bruços!? — espanta-se o outro. — Pra quê?
— E você acha que eu vou correr o risco da velha acordar e sair cavando?

Estereótipos e o personal estilista do fenômeno

Contribuição: André Nuñez

Fonte: Gazeta do Triângulo

Estereótipos e anedotas étnicas: humor negro

Contribuição: Janielly Braz

Algumas anedotas de negros – são horríveis e não possuem a menor graça – mas recheiam os sites de piadas por aí…
A relação a classe econômica, ao físico e ao comportamento criminoso estão sempre presentes.

Quando preto toma laranjada?
Quando sai briga na feira.

Porque é que preto gosta de boxe?
Porque há um assalto a cada três minutos.

Quando preto sobe na vida?
Quando explode o barraco.

Porque é que preto fede?
Para que os cegos também sejam racistas.

Estereótipos e humor: trem português

Contribuição: Natália Canário & Yasmin Oliveira

O vídeo explicita os estereótipos que existem no Brasil acerca tanto dos portugueses quanto dos gaúchos. É também interessante observar como o humor se utiliza desses estereótipos, reiterando-os, e como os meios de comunicação os divulgam massivamente.

Estereótipos e anedotas: a loira

Contribuição: Julia Lobo e Marinês Oliveira

A loira, mãe de família, resolveu aprender a dirigir depois dos trinta. O maridão prontamente pagou auto-escola, mas depois de um ano de treinamento, o avanço não foi dos maiores. Um belo dia ela entrou na sala e disse pro esposo:

– Querido, me dá a chave do carro!

– Você acha que está pronta, querida?

– Claro! Você sempre me trata como se eu fosse burra. Só vou ali no supermercado, que fica a três quadras.

O homem pensou bem e resolveu correr o risco. Afinal, naquela hora o trânsito era tranqüilo. Deu a chave pra mulher e se espantou quando a viu saindo de mãos dadas com a filhinha de sete anos.

– O que? Você vai levar nossa filha?

– Tá vendo como você nunca confia em mim? – disse a loira, já chorosa.

– Tudo bem, querida. Esquece o que eu falei…

Mãe e filha saem pela porta e o marido começa a rezar. Meia hora se passa e nada… Uma hora… Uma hora e meia. “O supermercado é logo ali, já era para elas terem voltado”, pensa o homem. Quando finalmente ele resolve ir atrás das duas, a porta se abre e entra a menininha:

– Papai! Papai! Corre pra ajudar a mamãe que ela não está conseguindo sair da garagem!

Estereótipos e anedotas: Para tudo tem jeito

Contribuição: André Nuñez

Estereótipos e anedotas: abusando do poder

Contribuição: Daiana Nogueira e Marcus Vinicius Alves

A crença de que a autoridade máxima do governo americano tem liberdade para agir como bem entender é retratada na tirinha do site Nerds na Van. Nesta ainda há uma brincadeira em relação à xenofobia, mostrando em moldes simples, como se dão as relações onde o preconceito está presente: o presidente, antes de ser presidente é chamado de “Nego” e a criança japonesa, tratada como racista.