Foto do dia: stereotype lineup

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Notícia do dia: Kaká foge do estereótipo do jogador brasileiro

Reportagem do Globo Online repercute matéria publicada no diário esportivo espanhol Marca, para o qual Kaká foge do estereótipo do futebolista brasileiro. Clique aqui para ler a notícia.

Foto do dia: Italian Stereotype – 1.Liar

Notícia do dia: Anatomía de Berluscolandia

Reportagem publicada no El País relata as vicissitudes do distante país do Imperador Berlusconi. Clique aqui para conhecer os mistérios do reino.

Estereótipos, regionalismos e cinema

Contribuição: Bernardo Follador e Elisa Maria Araújo

O trecho do filme “Lisbela e o Prisioneiro” ironiza o estereótipo do carioca esperto. Esta crença, certamente mais difundida entre os próprios cariocas, atribui aos habitantes do Rio de Janeiro características como sagacidade, lábia, carisma e malandragem e tem origem na imagem do bom malandro que freqüentava as boemias ruas da Lapa na primeira metade do século passado. No entanto, nem sempre, os estereótipos são consoantes com as reais características apresentadas pelo indivíduo, como exemplificado com o personagem carioca, no filme em destaque.

Estereótipos regionais: uma nova distribuição territorial

Contribuição: André Oliveira

Este demarcação territorial do Brasil faz com que possamos perceber o quanto de estereótipo temos em relação às regiões. Com isso, por exemplo, no Norte, por considerar “só mato”, faz com que tenhamos um imagem de que la só tem indígena, e na verdade não é assim. Outro exemplo, é pensar que o nordeste como todo é a Bahia, passando a imagem do nordestino, e do baiano como preguiçoso.

Estereótipos e gênero: modelos paraguayas

Estereótipos étnicos: scalping



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Estereótipos regionais: o gaúcho

Contribuição: Milena Magalhães e Aruanã Fontes

O Gaúcho
Mamonas Assassinas

Como todo bom gaúcho,
Eu levanto de manhã,
Dou um soco na mamã,
Dou um cacete na irmã.

Tomo chimarrão fervendo,
Pois eu nunca sinto dor,
Dei um tiro num cachorro,
Porque não o gostei da cor.

Com meu berro eu estremeço,
Desde a terra até o sol,
Cai a noite e eu vou pra casa,
Para por meu baby-dol!!!

A música mostra a rotina de um “bom gaúcho” se comportando como homem “macho” durante o dia. Já em casa, longe do olhar dos outros, assume seu gosto pelo traje tipicamente feminino, o “baby-dol”. Com isto os autores da música passam a idéia de que o típico gaúcho seria um homossexual “encubado”- que esconde a sua identidade sexual.

Estereótipos e regionalismos

Contribuição: Natália Canário e Yasmin Oliveira

O Brasil, devido a sua grande dimensão territorial, não sofreu um processo homogêneo de povoamento , o que se refletiu nas diversas expressões culturais de cada região do país. Uma das formas mais explícitas desta diversidade dá-se na dimensão linguística.
Luíz Gonzaga, exemplar bastante representativo da categoria “nordestino”, foi um dos responsáveis por levar ao resto do país a não só a música, mas também a cultura de sua região a partir do conteúdo de suas letras.
Na música “ABC do Sertão”, ele registra as peculiaridades e diferenças entre a linguagem aprendida no sertão e a do restante do país.

ABC do Sertão
Luíz Gonzaga

Composição: Zé Dantas / Luiz Gonzaga
Lá no meu sertão pros caboclo lê
Têm que aprender um outro ABC
O jota é ji, o éle é lê
O ésse é si, mas o érre
Tem nome de rê
Até o ypsilon lá é pissilone
O eme é mê, O ene é nê
O efe é fê, o gê chama-se guê
Na escola é engraçado ouvir-se tanto “ê”
A, bê, cê, dê,
Fê, guê, lê, mê,
Nê, pê, quê, rê,
Tê, vê e zê.