Estereótipos e esportes: bola inteligente, para jogador burro

Contribuição: Marinês Oliveira e Luzia Mascarenhas

Corre sempre os comentários de que a inteligência dos jogadores de futebol não correspondem as suas habilidades futebolísticas. Uma grande marca deste comportamento estão presentes nas suas falas nas entrevistas em jornais, tvs e afins. São frases monossilábicas assassinando o português e toda a concordância gramatical. Abaixo uma solução infalível para esta situação!!!!!!!!!!!!!!!!!
Bola inteligente poderá ser solução para jogador burro. A FIFA vai testar a “bola inteligente”, lançada pela marca esportiva Fudidas. Segundo fontes claras de Lindóia, a idéia da “bola inteligente” surgiu depois que a expressão “o que atrapalha ele é a bola” começou a ficar muito corriqueira no futebol mundial.
Os técnicos da marca Fudidas afirmam que a “bola inteligente” será muito mais inteligente que certos jogadores cabeças de bagres que atuam no futebol, principalmente brasileiro. Portanto, a partir da liberação da “bola inteligente” para o uso dos times brasileiros, jogador e técnico burros poderão consultar a bola antes de fazer qualquer estupidez dentro do campo.

Fonte: Jornal Perestroika

Estereótipos e profissão: rei da bola

Contribuição: André Oliveira


Todo menino, toda criança brasileira ja teve aquele sonho. Aquele sonho mágico. A de ser jogador de fuetebol… Um estereótipo de perfeição. De ganhar dinheiro fazendo o que gosta. Sempre com o pensamento que tudo é as “mil maravilhas”… Sendo que muitas vezes não é, muitos sonhos são desfeitos, muitos sonhos que só acontecem no imaginario de um menino.

Estereótipos e gênero: Coisas do futebol?

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

O programa de humor americano MadTv é famoso por satirizar tanto personagens e celebridades famosas, como situações cotidianas num tom obviamente exagerado. Nessa esquete, dois típicos homens alfa americanos (valentões, bebedores de cerveja, torcedores fanáticos por futebol), em comemoração por um tento marcado pelo seu time, acabam por revelar um outro lado que faz parte de muito dos machos valentões (não todos claro), recalcados e reprimidos. Um lado que pede desesperadamente para flanar pelos jardins da liberdade. Vale a pena ver.