Estereótipos e música: rappers

Contribuição: Aílton Santos e Lucas Carneiro

Esta relação de discrepância que rege o estereotipo acerca do rapper nacional e americano. Um visto como negro, pobre e marginalizado que reveidincam seu espaço na sociedade, enquanto o outro, é visto como cheio da grana , com status, mulheres e fama . Neste contextos , ambos são regidos pelo sentimento reativo.

Estereótipos e música: com o capeta na encruzilhada

Contribuição: Gilcimar Dantas e Milena Magalhães

Robert Jonhson, um músico de blues estadunidense, costuma ser lembrado, entre outras coisas, por histórias pitorescas. Uma delas se refere a um pacto feito com demônio, em uma encruzilhada, no qual ele ofereceria a sua alma em troca de se tornar um exímio violonista. Uma outra história diz respeito à sua morte, que na verdade foi decorrente de uma garrafa de uísque envenenada que ele havia bebido, mas que costumam dizer que foi demônio que havia ido buscá-lo num quarto de hotel.

Estereótipos e música: o padre galã

Contribuição: Ailton Araujo e Lucas Carneiro.

Esse é o perfeito estereotipo do galã e conquistador: pose sedutora, corpo erotizado e olhar 43. Porem, esta foto é do padre Fábio de Melo, o maior recordista de venda de cds mesmo sendo um cantor de música gospel. Este é um perfeito contra-estereotipo de um padre católico.

Notícia do dia: Estudo mostra discriminação contra brasileiros em Portugal

Acaba de ser publicado o European Union Minorities and Discrimination Survey (EU-MIDIS), no qual são apresentadas as primeiras evidências sobre o estado atual da discriminação contra as minorias e os imigrantes na União Européia. Clique aqui para ler a notícía em português, publicada no Portal Terra. Clique nos demais links para ler o relatório completo, uma versão resumida dos resultados e o questionário aplicado durante a pesquisa.

Estereótipos e música: we are carnaval

Contribuição: Júlia Lobo e Patrícia Carvalho

Ah, que bom você chegou
Bem-vindo a Salvador
Coração do Brasil (do Brasil)
Vem, você vai conhecer
A cidade de luz e prazer
Correndo atrás do trio
Vai compreender que a baiano é:
Um povo a mais de mil
Ele tem Deus no seu coração
E o Diabo no quadril
We are Carnaval
We are folia
We are the world of Carnaval
We are Bahia

Estereótipos e música: bad and fat

Contribuição: Patrícia Carvalho & Julia Lobo

Essa é uma paródia do clipe de “I’m bad”, de Michael Jackson. Weird Al Yankovic tem vários clips fazendo paródias de artistas famosos…

Estereótipos e música: trash metal

Contribuição: Gilcimar Dantas e Milena Magalhães

O trash metal, um estilo criado na década de setenta, caracteriza-se por batidas rápidas e pela agressividade tanto das letras quanto da sonoridade. Este vídeo apresenta alguns dos atributos relacionados a este estilo, no qual a música é considerada, até hoje, um dos hinos da comunidade headbanger.

We are scanning the scene
in the city tonight
We are looking for you
to start up a fight
There is an evil feeling
in our brains
But it is nothing new
you know it drives us insane
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
There is no escape
and that is for sure
This is the end we won’t take any more
Say goodbye
to the world you live in
You’ve always been taking
but now you’re giving
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Our brains are on fire
with the feeling to kill
And it will not go away
until our dreams are fulfilled
There is only one thing
on our minds
Don’t try running away
`cause you’re the one we will find
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy

Estereótipos e rock’n’roll: No alto do castelo há uma linda princesa…

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

Há algum tempo um texto vem sendo passado por e-mails e cooperativamente sendo construido por fãs do rock em suas mais variadas vertentes; no texto uma história como em um conto de fadas é iniciada e o seguimento até o desfecho se dá diferente em cada estilo do rock e do metal, ajudando a entender a forma estereotipada com que cada um é visto no meio do rock’n roll.

“No alto do castelo, há uma linda princesa – muito carente – que foi ali trancada, e é guardada por um grande e terrível dragão”…

HEAVY METAL:

O protagonista chega no castelo numa Harley Davidson, mata o dragão, enche a cara de cerveja com a princesa e depois transa com ela. Posteriormente se separam quando ela descobre que ele transou com uma groupie.

METAL MELÓDICO:

O protagonista chega no castelo num cavalo alado branco, escapa do dragão, salva a princesa, fogem para longe e fazem amor.

POWER METAL:

O protagonista chega brandindo sua espada e trava uma batalha gloriosa contra o dragão. O dragão sucumbe enquanto ele permanece em pé, banhado pelo sangue de seu inimigo, sinal de seu triunfo. Resgata a princesa. Esgota a paciência dela com auto-elogios e, caso ainda esteja acordada, transa com ela.

FOLK METAL:

O protagonista chega acompanhado de vários amigos e duendes tocando acordeon, alaúde, viola e outros instrumentos estranhos. Fazem o dragão dormir depois de tanto dançar, e vão embora, sem a princesa, pois a floresta está cheia de ninfas, elfas e fadas.

VIKING METAL:

O protagonista chega em um navio, mata o dragão com um machado, assa e come. Estupra a princesa, pilha o castelo e toca fogo em tudo antes de ir embora.

DEATH METAL:

O protagonista chega, mata o dragão, transa com a princesa, mata a princesa e vai embora.

BLACK METAL:

Chega de madrugada, dentro da neblina. Mata o dragão e empala em frente ao castelo. Sodomiza a princesa, a corta com uma faca e bebe o seu sangue em um ritual até matá-la. Depois descobre que ela não era mais virgem e a empala junto com o dragão.

WHITE METAL:

Chega no castelo, exorciza o dragão, converte a princesa e usa o castelo para sediar mais uma “Igreja Universal do Reino de Deus”.

NEW METAL:

Chega no castelo se achando o melhor de todos, dizendo o quanto é bom de briga. Quer provar para todos que também é o cara e é capaz de salvar a princesa. Acha que é capaz de vencer o dragão; perde feio e leva o maior cacete. O protagonista New Metal toma um prozak e vai gravar um disco “The Best Of”.

GRUNGE:

Chega drogado, escapa do dragão e encontra a princesa. Conta para ela sobre a sua infância triste. A princesa revela ser a sua mãe que o abandonou às drogas anos antes. O protagonista grunge sofre uma overdose de heroína.

ROCK N’ROLL CLÁSSICO:

Chega de moto fumando um baseado e oferece para o dragão, que logo fica seu amigo. Depois acampa com a princesa numa parte mais afastada do jardim – o dragão pede para não o ver mais por divergências musicais – e depois de muito sexo, drogas e rock n roll (com a princesa e o dragão, se ele aparecer), tem uma overdose de LSD, morrendo sufocado no próprio vômito.

PUNK ROCK:

Cospe no dragão, joga uma pedra nele e depois foge. Pixa o muro do castelo com um “A” de anarquia. Faz um moicano na princesa e depois abre uma barraquinha de fanzines no saguão do castelo.

EMOCORE:

Chega ao castelo e conta ao dragão o quanto gosta da princesa. O dragão fica com pena e o deixa passar. Após entrar no castelo ele descobre que a princesa fugiu com um outro protagonista qualquer. Escreve uma música de letra piegas contando como foi abandonado pela sua amada, como o mundo é injusto e como é melhor se matar.

PROGRESSIVO:

Chega, toca um solo virtuoso de guitarra de 26 minutos. O dragão se mata de tanto tédio. Chega até a princesa e toca outro solo que explora todas as técnicas de atonalismo em compassos ternários compostos aprendidas no último ano de conservatório.

HARD ROCK:

Chega em um conversível vermelho, com duas loiras e tomando Jack Daniel’s. Mata o dragão com uma faca e faz uma orgia com a princesa e as loiras.

HARDCORE

Chega de skate, organiza um protesto em frente ao castelo contra a ditadura dos dragões. Sobe na torre, transa com a princesa e grava um álbum com 25 faixas de 2 minutos cada descendo o pau no governo, finaliza com um mosh da torre mais alta.

GLAM ROCK:

Chega no castelo. O dragão rí tanto quando o vê que o deixa passar. Ele entra no castelo, rouba o hair dresser e o batom da princesa. Depois a convence a pintar o castelo de rosa e a fazer luzes nos cabelos.

GOTHIC METAL

Chega no castelo e monta uma banda com a princesa e o dragão fazendo vocais líricos e guturais respectivamente.

INDIE ROCK:

Entra pelos fundos do castelo. O dragão fica com pena de bater em um nerd franzino de óculos e deixa ele passar. A princesa não aguenta ouvir ele falando de moda e cinema, e foge com outro protagonista qualquer (ou um protagonista de axé).

NEW WAVE

Ao chegar no castelo mata o dragão e doa toda a sua carne às familias pobres da África. Canta “Age of Aquerious” de mãos dadas com a princesa.

Estereótipos e música: a baiana e a carioca

Contribuição: Clara Vasconcelos, Daiana Nogueira e Elisa Maria

É muito comum encontrar canções, de qualquer gênero musical, recheadas de estereótipos. Tais estereótipos reafirmam crenças compartilhadas acerca de atributos, comportamentos e personalidade de determinados gêneros, raças, nacionalidades, além de afirmar diferenças entre pessoas de diversas regiões do país. Por ser a esteriotipização um processo de simplificação cognitiva, a amplitude e diversidade de vários locais do páis acabam por ser reduzidas a certos fatos, que não necessariamente representam o que as pessoas que vivem naquele local são, acreditam ou fazem em seus cotidianos.
A seguir, temos claros exemplos desta estereotipização:

Erasmus Stereotypes

Got friends that are clichés from their countries?

Joke about their characteristics…

… and win two nights accommodation for two in a five star hotel in Madrid!

How to play ‘Erasmus Stereotype’ and win two nights accommodation for two in a five star hotel in Madrid?

1 – Publish a picture of your buddy

1. Take a picture of a friend of yours
2. Upload it from your computer (size must be 280×280 pixels)
3. Confirm that you have the rights to publish this picture
4. Fill out the form about the person on the picture: country, sex
5. Write a title
6. Write a comment
7. Publish the picture and your text!

2 – Invite your friends to vote for your stereotype

Click on the ‘invite your friends’ button and ask your friends to vote for your picture. The more friends you invite, the closer you get to being a winner

3 – Vote for the best pictures!

Vote on other participants’ pictures and tell us you agree or disagree with the stereotypes:

1 star for 1 point, if you disagree with the stereotype 5 stars for 5 points, if you agree with the stereotype

Click the blue arrows to see the previous/ next picture Use the research tools to browse all the pictures by country, sex, most popular and lamest stereotype

4 – Win two nights accommodation in a five star hotel in Madrid

If your picture gets the highest score, you will win two nights in a five star hotel in Madrid for 2 people

This award is offered in conjunction with cafebabel.com’s partner, hotel.info

Clique aqui para acessar o website e participar