Biblioteca: inclusão de conteúdo

Acrescentado à biblioteca o artigo La teoría del estereotipo aplicada a un campo de la fraseología: las locuciones expresivas francesas y españolas, de Juan Herrero Cecília.

Notícia do dia: preconceito e discriminação contra homossexuais

Notícia publicado no diário espanhol El País sugere que apesar das leis avançadas e inovadoras, a homofobia ainda se manifesta com vigor na Espanha, principalmente entre os mais jovens. Leia a notícia completa, assim como a reação sempre apaixonada dos leitores do jornal espanhol.

Anedotas: o alvo como avarento

Origem: Estados Unidos
Grupo alvo: Escoceses

Existia um escocês tão mesquinho e desconfiado que contava o próprio dinheiro em frente ao espelho para não ser passado para trás

Anedota: o alvo como estúpido

Origem: Brasil
Grupo alvo: portugueses

Durante a segunda guerra mundial foram aprisionados pelos nazistas um soldado americano, um inglês e um português. Submetidos a um julgamento sumário, os três foram condenados à morte por fuzilamento.
Na manhã seguinte os três foram levados a um campo aberto e após um sorteio ficou deliberado que o soldado americano seria o primeiro a enfrentar o pelotão. Este soldado, porém, já tinha elaborado um plano de fuga. O comandante do pelotão iniciou os procedimentos para a execução:
– Preparar … apontar …
Nesse momento o soldado americano gritou:
– Terremoto !!
Criou-se momentaneamente uma confusão entre os soldados do pelotão, do que se aproveitou o americano para fugir.
A execução seguinte seria a do soldado inglês. O comandante mais uma vez preparou o pelotão:
– Preparar … apontar …
O inglês, esperto, utilizou-se da mesma estratégia adotada pelo americano e gritou:
– Maremoto !!
Uma vez mais estabeleceu-se a confusão, do que se aproveitou o inglês para fugir.
Finalmente chega a vez do soldado português. O comandante preparou uma vez mais o pelotão. O português refletiu e acabou por concluir que também poderia fazer o mesmo que os seus colegas. Levado ao paredão esperou as ordens do comandante:
– Preparar … apontar …
Então o português gritou:
– Fogo !!

Crenças: características fundamentais

O universo das crenças tem como referente um espaço psicológico fundamental, constituído a partir dos relacionamentos entre a pessoa e o seu mundo e embora este universo tenha recebido muitos nomes na literatura psicológica – espaço vital, mapa cognitivo, realidade psicológica, sistema de construtos pessoais, modelo de mundo – estas diversas concepções são semelhantes no sentido que compartilham uma suposição básica: um dos elementos, o indivíduo, desenvolve um conjunto de disposições funcionais, um sistema de crenças ou um conjunto de expectativas implícitas, a respeito das coisas que ocorrem no segundo elemento, o mundo.
Uma vez que não existe uma correspondência unívoca estrita entre a realidade psicológica e o mundo real e as experiências de qualquer pessoa com o mundo são necessariamente parciais e incompletas, logo imperfeitas, as crenças, sobretudo as que se referem às expectativas, devem ser definidas como probabilísticas.

Fonte: Pereira, Marcos E. Os dois mundos da ufologia: crenças sobre os objetos voadores não-identificados e sobre os extraterrestres. Manuscrito ainda não publicado