Artigo publicado: Criteria for Assessing the Level of Group Development

Título: Criteria for Assessing the Level of Group Development (LGD) of Work Groups: Groupness, Entitativity, and Groupality as Theoretical Perspectives

Autores: Amy E. Randel e Kimberly S. Jaussi

Periódico: Small Group Research, 39, 492-514, 2008

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Artigo publicado: Link Between Parental Racial Socialization Messages and Racial Ideology

Título: Examination of the Link Between Parental Racial Socialization Messages and Racial Ideology Among Black College Students

Autor: Simone C. Barr and Helen A. Neville

Periódico: Journal of Black Psychology, 34, 131-155, 2008

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Artigo publicado: Attribution and Categorization Effects

Título: Attribution and Categorization Effects in the Representation of Gender Stereotypes

Autores: Joachim I. Krueger, Julie H. Hall, Paola Villano e Meredith C. Jones

Periódico: Group Processes & Intergroup Relations, 11, 401-414, 2008

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Artigo publicado: Arousal, Processing, and Risk Taking

Título: Arousal, Processing, and Risk Taking: Consequences of Intergroup Anger

Autores: Robert J. Rydell, Diane M. Mackie, Angela T. Maitner, Heather M.Claypool, Melissa J. Ryan e Eliot R. Smith

Periódico: Personality and Social Psychology Bulletin, 34, 1141-1152, 2008

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Artigo publicado: Silence and Table Manners

Título: Silence and Table Manners: When Environments Activate Norms

Autores: Janneke F. Joly, Diederik A. Stapel, and Siegwart M. LindenbergJanneke F. Joly, Diederik A. Stapel, and Siegwart M. Lindenberg

Periódico:Personality and Social Psychology Bulletin, 34, 1047-1056, 2008

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Artigo publicado: Conceptions of the Self and Others

Título: Conceptions of the Self and Others Across Time

Autores: Elanor F. Williams e Thomas Gilovich

Periódico: Personality and Social Psychology Bulletin, 34, 1037-1046, 2008

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Artigo publicado: Control, Denial, and Heightened Sensitivity Reactions to Personal Threat

Título: Control, Denial, and Heightened Sensitivity Reactions to Personal Threat: Testing the Generalizability of the Threat Orientation Approach

Autores: Suzanne C. Thompson e Michèle M. Schlehofer

Periódico: Periódico:Personality and Social Psychology Bulletin, 34, 1070-1083, 2008

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Artigo publicado: Effects of Race on Responses and Response Latencies in the Weapon Identification Task

Título: Effects of Race on Responses and Response Latencies in the Weapon Identification Task: A Test of Six Models

Autores: Karl Christoph Klauer e Andreas Voss

Periódico: Personaliatyu and Social Psychology Bulletin, 34, 1124-1140, 2008

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Artigo publicado: Threat, Evolutionary Psychology, and the Will to Power

Título: The Role of Threat, Evolutionary Psychology, and the Will to Power

Autores: Brad M. Hastings and Barbara Shaffer

Periódico: Theory & Psychology, 18, 423-440, 2008

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Resenha: A expressão das formas indiretas de racismo na infância

Judson Rocha Jr.

Vários estudos realizados com adultos têm mostrado que as expressões de racismo estão cada vez mais sutis, indiretas e menos negativas abertamente (Racismo ambivalente, Racismo simbólico, preconceito sutil, Racismo aversivo). Contudo, há uma carência de estudos que analisem as formas mais sutis e indiretas de racismo na infância. A tradicional explicação dada pelos psicólogos desenvolvimentistas cognitivos é que as crianças tornam-se menos preconceituosas após os sete anos de idade, graças a aquisição de novas estruturas cognitivas por parte da criança e pelo amadurecimento das já existentes (vale salientar que tais estudos analisam mais a expressão do preconceito – atitude – do que a discriminação e o racismo – comportamento) . Mas então isso não explicaria presença de atitudes preconceituosas nos adultos.
A pesquisa tem como objetivo demonstrar que, a partir de certa idade, as crianças não reduzem o a expressão do preconceito, mas esta apenas muda em certos contextos a expressão desse preconceito, tornando-se mais indiretas.
Uma explicação alternativa é a de que as crianças não deixariam de exprimir preconceito, mas, graças à interiorização das normas sociais dos adultos em relação à não discriminação aberta dos Negros ou de outras minorias estigmatizadas, se tornariam mais sutis ou veladas na expressão de seu racismo.
Realizaram-se então três estudos com o objetivo de verificar o efeito da idade na expressão das formas indiretas de racismo em crianças brancas. Os resultados então confirmaram a hipótese das autoras: o responsável direto pela mudança no modo de expressão do racismo – e não a sua eliminação – parece ser o processo de interiorização de normas sociais e a capacidade de geri-las em função dos contextos, processos e capacidades já presentes nas crianças mais velhas – a partir dos oito anos – como demonstrado em um dos estudos.

Referência: França, D. e Monteiro, B. A expressão das formas indirectas de racismo na infância. Análise Psicológica, 22, 4, 705-720, 2004