Artigo publicado: Exposure to Rap Music Videos and Attitudes Toward Relationships

Título: Relationships Between Exposure to Rap Music Videos and Attitudes Toward Relationships Among African American Youth

Autor: Yaphet Bryant

Periódico: Journal of Black Psychology, 34, 356-380, 2008

Resumo: clique aqui para obter

Artigo publicado: Situational Flexibility of In-Group-Related Attitudes

Título: Situational Flexibility of In-Group-Related Attitudes: A Single Category IAT Study of People with Dual National Identity

Autor: Gerd Bohner, Frank Siebler, Roberto González, Andrés Haye, and Eike A. Schmidt

Periódico: Group Processes & Intergroup Relations, 11, 301-317, 2008

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Resenha: A expressão das formas indiretas de racismo na infância

Judson Rocha Jr.

Vários estudos realizados com adultos têm mostrado que as expressões de racismo estão cada vez mais sutis, indiretas e menos negativas abertamente (Racismo ambivalente, Racismo simbólico, preconceito sutil, Racismo aversivo). Contudo, há uma carência de estudos que analisem as formas mais sutis e indiretas de racismo na infância. A tradicional explicação dada pelos psicólogos desenvolvimentistas cognitivos é que as crianças tornam-se menos preconceituosas após os sete anos de idade, graças a aquisição de novas estruturas cognitivas por parte da criança e pelo amadurecimento das já existentes (vale salientar que tais estudos analisam mais a expressão do preconceito – atitude – do que a discriminação e o racismo – comportamento) . Mas então isso não explicaria presença de atitudes preconceituosas nos adultos.
A pesquisa tem como objetivo demonstrar que, a partir de certa idade, as crianças não reduzem o a expressão do preconceito, mas esta apenas muda em certos contextos a expressão desse preconceito, tornando-se mais indiretas.
Uma explicação alternativa é a de que as crianças não deixariam de exprimir preconceito, mas, graças à interiorização das normas sociais dos adultos em relação à não discriminação aberta dos Negros ou de outras minorias estigmatizadas, se tornariam mais sutis ou veladas na expressão de seu racismo.
Realizaram-se então três estudos com o objetivo de verificar o efeito da idade na expressão das formas indiretas de racismo em crianças brancas. Os resultados então confirmaram a hipótese das autoras: o responsável direto pela mudança no modo de expressão do racismo – e não a sua eliminação – parece ser o processo de interiorização de normas sociais e a capacidade de geri-las em função dos contextos, processos e capacidades já presentes nas crianças mais velhas – a partir dos oito anos – como demonstrado em um dos estudos.

Referência: França, D. e Monteiro, B. A expressão das formas indirectas de racismo na infância. Análise Psicológica, 22, 4, 705-720, 2004

Notícia do dia: estereótipos sobre idosos

Reportagem do Science Alert, da Austrália, relata uma pesquisa na qual 73% dos entrevistados acima dos 65 anos pensam na possibilidade de utilizar aparelhos auditivos, mas ficam em dúvidas devido aos estereótipos associados aos idosos. Clique aqui para ler a matéria e aqui para ler um artigo publicado pela Australian Hearing sobre atitudes a respeito da perda da audição.

Artigo publicado: Implicit and Explicit Attitudes and Interracial Interaction

Título: Implicit and Explicit Attitudes and Interracial Interaction: The Moderating Role of Situationally Available Control Resources

Autores: Wilhelm Hofmann, Tobias Gschwendner, Luigi Castelli e Manfred Schmitt

Periódico: Group Processes Intergroup Relations 2008;11 69-87

Resumo: Clique aqui para obter

Artigo publicado: When Attitudes Do Not Fit

Título: When Attitudes Do Not Fit: Discordance of Acculturation Attitudes as an Antecedent of Intergroup Threat

Autores: Anette Rohmann, Ursula Piontkowski e Annette van Randenborgh

Periódico: Personality and Social Psychology Bulletin, 34, 337-352, 2008

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