Estereótipos e música: trash metal

Contribuição: Gilcimar Dantas e Milena Magalhães

O trash metal, um estilo criado na década de setenta, caracteriza-se por batidas rápidas e pela agressividade tanto das letras quanto da sonoridade. Este vídeo apresenta alguns dos atributos relacionados a este estilo, no qual a música é considerada, até hoje, um dos hinos da comunidade headbanger.

We are scanning the scene
in the city tonight
We are looking for you
to start up a fight
There is an evil feeling
in our brains
But it is nothing new
you know it drives us insane
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
There is no escape
and that is for sure
This is the end we won’t take any more
Say goodbye
to the world you live in
You’ve always been taking
but now you’re giving
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Our brains are on fire
with the feeling to kill
And it will not go away
until our dreams are fulfilled
There is only one thing
on our minds
Don’t try running away
`cause you’re the one we will find
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Running,
On our way
Hiding,
You will pay
Dying,
One thousand deaths
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy
Searching,
Seek and Destroy

Estereótipos e rock’n’roll: No alto do castelo há uma linda princesa…

Contribuição: Marcus Vinicius Alves

Há algum tempo um texto vem sendo passado por e-mails e cooperativamente sendo construido por fãs do rock em suas mais variadas vertentes; no texto uma história como em um conto de fadas é iniciada e o seguimento até o desfecho se dá diferente em cada estilo do rock e do metal, ajudando a entender a forma estereotipada com que cada um é visto no meio do rock’n roll.

“No alto do castelo, há uma linda princesa – muito carente – que foi ali trancada, e é guardada por um grande e terrível dragão”…

HEAVY METAL:

O protagonista chega no castelo numa Harley Davidson, mata o dragão, enche a cara de cerveja com a princesa e depois transa com ela. Posteriormente se separam quando ela descobre que ele transou com uma groupie.

METAL MELÓDICO:

O protagonista chega no castelo num cavalo alado branco, escapa do dragão, salva a princesa, fogem para longe e fazem amor.

POWER METAL:

O protagonista chega brandindo sua espada e trava uma batalha gloriosa contra o dragão. O dragão sucumbe enquanto ele permanece em pé, banhado pelo sangue de seu inimigo, sinal de seu triunfo. Resgata a princesa. Esgota a paciência dela com auto-elogios e, caso ainda esteja acordada, transa com ela.

FOLK METAL:

O protagonista chega acompanhado de vários amigos e duendes tocando acordeon, alaúde, viola e outros instrumentos estranhos. Fazem o dragão dormir depois de tanto dançar, e vão embora, sem a princesa, pois a floresta está cheia de ninfas, elfas e fadas.

VIKING METAL:

O protagonista chega em um navio, mata o dragão com um machado, assa e come. Estupra a princesa, pilha o castelo e toca fogo em tudo antes de ir embora.

DEATH METAL:

O protagonista chega, mata o dragão, transa com a princesa, mata a princesa e vai embora.

BLACK METAL:

Chega de madrugada, dentro da neblina. Mata o dragão e empala em frente ao castelo. Sodomiza a princesa, a corta com uma faca e bebe o seu sangue em um ritual até matá-la. Depois descobre que ela não era mais virgem e a empala junto com o dragão.

WHITE METAL:

Chega no castelo, exorciza o dragão, converte a princesa e usa o castelo para sediar mais uma “Igreja Universal do Reino de Deus”.

NEW METAL:

Chega no castelo se achando o melhor de todos, dizendo o quanto é bom de briga. Quer provar para todos que também é o cara e é capaz de salvar a princesa. Acha que é capaz de vencer o dragão; perde feio e leva o maior cacete. O protagonista New Metal toma um prozak e vai gravar um disco “The Best Of”.

GRUNGE:

Chega drogado, escapa do dragão e encontra a princesa. Conta para ela sobre a sua infância triste. A princesa revela ser a sua mãe que o abandonou às drogas anos antes. O protagonista grunge sofre uma overdose de heroína.

ROCK N’ROLL CLÁSSICO:

Chega de moto fumando um baseado e oferece para o dragão, que logo fica seu amigo. Depois acampa com a princesa numa parte mais afastada do jardim – o dragão pede para não o ver mais por divergências musicais – e depois de muito sexo, drogas e rock n roll (com a princesa e o dragão, se ele aparecer), tem uma overdose de LSD, morrendo sufocado no próprio vômito.

PUNK ROCK:

Cospe no dragão, joga uma pedra nele e depois foge. Pixa o muro do castelo com um “A” de anarquia. Faz um moicano na princesa e depois abre uma barraquinha de fanzines no saguão do castelo.

EMOCORE:

Chega ao castelo e conta ao dragão o quanto gosta da princesa. O dragão fica com pena e o deixa passar. Após entrar no castelo ele descobre que a princesa fugiu com um outro protagonista qualquer. Escreve uma música de letra piegas contando como foi abandonado pela sua amada, como o mundo é injusto e como é melhor se matar.

PROGRESSIVO:

Chega, toca um solo virtuoso de guitarra de 26 minutos. O dragão se mata de tanto tédio. Chega até a princesa e toca outro solo que explora todas as técnicas de atonalismo em compassos ternários compostos aprendidas no último ano de conservatório.

HARD ROCK:

Chega em um conversível vermelho, com duas loiras e tomando Jack Daniel’s. Mata o dragão com uma faca e faz uma orgia com a princesa e as loiras.

HARDCORE

Chega de skate, organiza um protesto em frente ao castelo contra a ditadura dos dragões. Sobe na torre, transa com a princesa e grava um álbum com 25 faixas de 2 minutos cada descendo o pau no governo, finaliza com um mosh da torre mais alta.

GLAM ROCK:

Chega no castelo. O dragão rí tanto quando o vê que o deixa passar. Ele entra no castelo, rouba o hair dresser e o batom da princesa. Depois a convence a pintar o castelo de rosa e a fazer luzes nos cabelos.

GOTHIC METAL

Chega no castelo e monta uma banda com a princesa e o dragão fazendo vocais líricos e guturais respectivamente.

INDIE ROCK:

Entra pelos fundos do castelo. O dragão fica com pena de bater em um nerd franzino de óculos e deixa ele passar. A princesa não aguenta ouvir ele falando de moda e cinema, e foge com outro protagonista qualquer (ou um protagonista de axé).

NEW WAVE

Ao chegar no castelo mata o dragão e doa toda a sua carne às familias pobres da África. Canta “Age of Aquerious” de mãos dadas com a princesa.

Estereótipos e música: a baiana e a carioca

Contribuição: Clara Vasconcelos, Daiana Nogueira e Elisa Maria

É muito comum encontrar canções, de qualquer gênero musical, recheadas de estereótipos. Tais estereótipos reafirmam crenças compartilhadas acerca de atributos, comportamentos e personalidade de determinados gêneros, raças, nacionalidades, além de afirmar diferenças entre pessoas de diversas regiões do país. Por ser a esteriotipização um processo de simplificação cognitiva, a amplitude e diversidade de vários locais do páis acabam por ser reduzidas a certos fatos, que não necessariamente representam o que as pessoas que vivem naquele local são, acreditam ou fazem em seus cotidianos.
A seguir, temos claros exemplos desta estereotipização:

Estereótipos e música: garota de Ipanema

Contribuição: Janielly Braz

Tom Jobim e Vinicius de Moraes imortalizaram, principalmente no exterior, o estereótipo da mulher brasileira. Uma mulher que demostra sua sensualidade em tudo o que faz, que possui um jeito de andar marcante, chieo de luz e graça. Esse samba fez com que a Garota de Ipanema virasse uma palavra mágica para os estrangeiros.

Estereótipos e música: no reggae

Contribuição: Ailton Araujo & Lucas Carneiro


Existe um estereótipo bastante pejorativo em relação às pessoas que curtem o reggae , pois os regueiros são visto como usuários de maconha.

Erasmus Stereotypes

Got friends that are clichés from their countries?

Joke about their characteristics…

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4. Fill out the form about the person on the picture: country, sex
5. Write a title
6. Write a comment
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3 – Vote for the best pictures!

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Características fundamentais dos estereótipos: a homogeneidade

Qualquer grupo social impõe uma série de pressões normativas em relação aos seus membros. O efeito mais evidente deste conjunto de pressões é a adoção, por parte dos membros do grupo, de um padrão relativamente homogêneo de conduta. Esta homogeneidade se manifesta em domínios tão diversificados quanto tanto as crenças, os valores e as atitudes, mas mostra-se em plena luz no domínio das aparências físicas.

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Terça-feira, 04 de dezembro de 2007, 16:14

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Terça-feira, 04 de dezembro de 2007, 16:02

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Terça-feira, 04 de dezembro de 2007, 16:10

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Terça-feira, 04 de dezembro de 2007, 16:11

Atualizado para a aula do dia 23/04/2009 (FCH391)

Características fundamentais dos estereótipos: a saliência

Uma vez que os estereótipos podem ser caracterizados como crenças socialmente compartilhadas a respeito dos membros de uma categoria social, os referentes devem ser facilmente identificados e diferenciados dos membros das outras categorias. Assim, uma das características fundamentais dos estereótipos é a saliência. Nas imagens apresentadas abaixo, as baianas são facilmente diferenciadas das pessoas que não o são. Apenas nas circunstâncias em que os membros de uma categoria social podem ser diferenciados, os estereótipos podem ser aplicados e ativados.

dbaianas_distint.jpg

Terça-feira, 04 de dezembro de 2007, 15:24

dbaianas_distint2.jpg

Terça-feira, 04 de dezembro de 2007, 15:18

Atualizado para a aula do dia 23/04/2009 (FCH391)

Características fundamentais dos estereótipos: o consenso

Em que pese algumas divergências, uma representação estereotipada deve ser consensual. Ainda que nos pormenores seja possível garimpar aqui e ali pequenas diferenças, o cerne da representação permanece , no entanto, inabalável. Baianos e visitantes não encontram qualquer dificuldades em identificar a categoria social das senhoras apresentadas na foto abaixo. Os trajes, os gestos, assim como as expressões faciais, permitem identificá-las facilmente. E, claro, em torno da categoria das baianas, assim como de qualquer grupo social, gravita um conjunto de crenças socialmente compartilhadas, os estereótipos.

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Atualizado para a aula do dia 23/04/2009 (FCH391)

Estereótipos e anedotas profissionais: o consultor

Era uma vez um pastor e suas ovelhinhas na beira da estrada. Eis que de repente surge uma Grand Cherokee reluzente, novinha em folha, com um rapaz dentro… camisa Hugo Boss, tênis Nike importado, etc. Então a cherokee pára e o rapaz diz para o pastor na beira da estrada: ‘Se eu adivinhar quantas ovelhas você tem aí, você me dá uma?’
O pastor olhou para o rapaz, olhou para aquele monte de ovelhas pastando ao sol e disse SIM.
O rapaz estacionou o carro, ligou o notebook, o telefone celular, entrou num site da NASA, enquadrou a área com a ajuda do GPS, gerou um banco de dados, 60 gráficos excel cheio de matrizes e determinantes além de um relatório de 150 páginas impresso na mini impressora HIGH-TECH. Aí virou para o pastor e disse: ‘O senhor tem 1586 ovelhas aí no pasto.’

O pastor respondeu: ‘O senhor acertou em cheio, pode pegar a sua ovelha.’
O rapaz foi lá, pegou a ovelha e a colocou na traseira da cherokee. Neste momento, o pastor perguntou: ‘Se eu adivinhar a sua profissão, o senhor devolve a minha ovelha?’
O rapaz respondeu: ‘Certo.’ E o pastor disse prontamente: ‘O senhor é consultor, não é?’
‘Como o senhor adivinhou ?’ – perguntou o rapaz.
‘Muito fácil’ – disse o pastor.
O senhor veio até aqui sem ser chamado.
Me cobra uma ovelha para me dizer o que eu já sabia e
Não entende nada do meu negócio, pois pegou foi o meu cachorro.