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Resenha: Afeto e desigualdade: gênero, geração e classe de empregadas domésticas e seus empregadores

Tainá Almeida De acordo com Donna Goldstein (2003), manter uma empregada doméstica é um sinal diacrítico na sociedade brasileira, que sinaliza a distância da pobreza. Porém, é preciso salientar que as relações entre patrões e empregadas da casa se dão de forma diferente no Brasil, pois envolvem uma troca afetiva

Biblioteca: inclusão de conteúdo

Acrescentado à biblioteca o artigo Afeto e desigualdade: gênero, geração e classe entre empregadas domésticas e seus empregadores, de Jurema Brites.

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