Qual a verdadeira idade da pessoa, a cronológica, a biológica ou psicológica? Acreditamos que idade seja um estado de espirito onde reside a aceitação do seu processo normal de envelhecimento. Com tempo aprendemos que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Costuma-se acreditar que existe idade para certos tipos de atividades, o vídeo acima se aproveita desse estereótipo para apresentar o seu produto específico para o público jovem.
Jim Morison compôs a música Five to One, presente no álbum Waiting for The Sun, pensando em rivalidade, nesse caso a rivalidade entre as minorias, no poder, e as maiorias, sob tal poder. Cinco para um é número aproximado de jovens para idosos nos Estados Unidos em 1967, ano de composição da música e fala sobre a necessidade do jovem americano tomar partido do que acredita e lutar por isso. Assim, a letra conduz a um teor político-social, pois demonstra que os adversários são os mais velhos, que ditam regras e estão no poder. Um trecho da música deixa claro essa ideia “nós todos ficamos velhos e os jovens ficam mais fortes (…) eles têm as armas, mas nós temos o número (quantidade)”. No fim, a música chama os jovens para “estarem juntos mais uma vez” repetidamente.
Nesse vídeo podemos perceber a visão que as pessoas costumam ter sobre pessoas idosas, na qual uma delas é de que esses indivíduos costumam ser ranzinzas.
Este vídeo apresenta uma crítica corrosiva à questão da idade provecta. devido as discriminações e preconceito exacerbado, as pessoas de mais idade tendem a se camuflar diante de sua realidade biológica, numa clara demonstração do processo patologico que se tornou a exaltação da aparência nos dias atuais propagados pelos meios de comunicação.
Margareth Menezes expressou recentemente sua opnião a respeito da “quebradeira” baiana. Em um debate realizado, junto com Marcelo Yuka e Serginho da banda Adão Negro, na UCsal a cantora ao ser questionada sobre a falta de conteúdo nas letras das músicas baianas acabou generalizando e direcionando suas críticas aos pagodeiros.
[Brujo:] ¿Cuánto quiere ese coyote?
[Mexicano:] Diez mil pesos
[B:] Pa todos
[M:] No, Jefe, Pa cada uno
[B:] Pinché coyote ladrón, hay que joder al güey
Coyotes rateros, te chingan la feria
Siguen al brujo te llevo pa’ gratis
Trae tu abuela tu tia Elena
Pinches polleros q’ viven pa’ feria
Te Cobran tu sueldo y largan tu abuela
Pinche Migra Te esta esperando
Te devuelven despues de una paliza
La migra hayo a tu abuela en el desierto
La Mandaron a Tijuana Pegada con palos
El Brujo tiene contrabando del bueno
Numero de Seguro y cartas verdes
la migra la migra
te pegan bien duro
La migra la migra
te pican el culo
La misma migra te pasa por lana
Mordidas de feria te compran todo
Siguen al brujo te llevo pa’ el norte
Cuidado con ese alambre cortado
Ay cabron ahi viene la troca
Pa’tras pinches pollos ahi viene la migra
Carga a tu abuela corrale tia
ya aplastaron el lelo
La migra la migra
te chingan los pollos
La migra la migra te coje en el hoyo
La migra, la migra, la migra, la migra