Seminários abertos sobre estereótipos, preconceitos e exclusão social, Tolerância e intolerância religiosa, Pastor Adilson Lordelo

Pastor Adilson Lordelo

Igreja Presbiteriana do Brasil

Tolerância e intolerância religiosa

Seminários abertos sobre estereótipos, preconceitos e exclusão social.

Salvador, Bahia, 18 de fevereiro de 2008

Universidade Federal da Bahia

2 comentários sobre “Seminários abertos sobre estereótipos, preconceitos e exclusão social, Tolerância e intolerância religiosa, Pastor Adilson Lordelo

  1. Apesar de entender como o Pastor considerou mais adequado quanto aos argumentos para encadear as idéias durante sua apresentação, esperava que ele falasse umpouco mais sobre a atual realidade da convivência entre as religiões em Salvador, inclusive salietanto o preconceito e a discriminação sofrida pelos evangélicos que, ao meu ver, não são uma religião de elite, e sim uma religião dos mais pobres.

    Mas tb tenho discordâncias bem acentuadas quanto ao que o Pastor falou. É claro que o proselitismo, se não um causador, é um veículo de intolêrancia das religiões cristão sobre as religiões de matriz africana. Como bem lembrou a Makota Vildina, o cristianismo conceitua as práticas religiosas afro-brasileiras como DEMONIACAS, e não vejo como qualquer pregação ostensiva, tentativa de conversão ou coisa parecida não venha com essa carga pejorativa embutida. Eu, que sou adepto do ponto de vista ensinado pela tradição yorubá, me limitaria a achar simplesmente exótico tal conceituação, se a coisa não tivesse repercuções mais sérias. Não é proibido se achar que Orixá é diabo, pois isso só tras consequências a quem assim pensa. O que acho pernicioso é quanto esta crença encoraja as pessoas a serem mais invasivas do que deveriam ser, como, por exemplo, colocar panfletos nos telefones públicos falando que Oxalá é diabo e outras monstruosidades.

  2. A grande parte da sociedade não consegue diferenciar o protestante histórico, dos pentecostais e neopentecostais e é fato que esses grupos também são vítimas de preconceito e de discriminação. Mas creio que é muito difícil que em terras brasileiras, esses grupos sejam impedidos de entrar em algum lugar, sejam expulsos de ônibus e mesmo eliminados d eprocessos seletivos por causa de sua opção religiosa (talvez apenas para aqueles que guardam o sábado). Ao contrário, o simples pertencimento de se achar protestante, não importa de que ramo, parece conferir ao fiel a confiança da suposta verdade, que deve ser imposta a ferro e fogo, por meio do proselitismo, o que na miha opinião é sim um instrumento da intolerância religiosa. Algusn grupos buscam o entendimento, não o ecumenismo, mas a paz ainda está longe.

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