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Autor: Marcos E. Pereira
Professor do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal da Bahia. O currículo Lattes pode ser acessado no site http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4799492A6 Ver todos posts por Marcos E. Pereira
diacho!!!
eu nunca tinha percebido?
E agora, como faz pra recuperar os outros mei dos é-mei que eu recebi nessa vida toda?
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Ok, ok! É engraçado… aiuhaiuahia
Mas essa ideia que nordestino é burro já devia estar ultrapassada… Afinal provavelmente é baseada nos nordestinos que viviam no sertão e realmente não tinham instruções, né? Talvez venha dai essa idéia…
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eu vivia no sertão e tenho instrução…hehe
[só pra contrariaaaaar]
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Esse vídeo ilutra bem a permanência do estereótipo. Voltando ao último seminário, onde vimos como o nordestino era representado no cinema nacional na época das chanchadas, o tipo burro, limitado, jumento ainda permanece como crença viva. Os rebatimentos desses estereótipos é que devem ser pensados por nós psicólogos.
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