7 comentários sobre “Hoje eu me sinto mulher

  1. com os ideais feministas parece que o sentir-se mulher se tornou um fardo pesadíssimo que algumas representantes dessa classe têm orgulho de exibir.

  2. Eu não vejo esse fardo todo… Ser mulher tem suas desvantagens sim, mas também tem suas vantagens… É claro que quero ser tratada com respeito e “igualdade”, mas também quero ser tratada com gentileza, cuidado, preferência, sorrisos… 🙂

  3. A imagem mostra uma contradição interessante: mesmo não possuindo uma aparência das mais femininas (assim como ditam os estereótipos socialmente construídos), a mulher da foto “sente-se mulher” (como diz o título) apenas por carregar um símbolo, um fardo, um estigma. Como uma “escrava” dos padróes sociais, que sofre para continuar carregando o símbolo da feminilidade.

  4. Ao ver esta imagem imaginei um homem travestido de mulher, carregando o símbolo feminino de forma a demonstrar que para ele, homem, ser mulher é um peso. Acho que o que me levou também a esta interpretação foi a frase “hoje eu me sinto mulher”. Achei que seria uma forma maxista de entender o que é ser mulher.

  5. essa imagem me lembra Jesus Cristo no calvário…
    será que ser mulher é tão doloroso assim?
    Nos mulheres além de cuidar da casa, filhos, marido e vida profissional temos que nos manter sempre linda, magra e feliz!!!
    e o papel do homem? acho que não mudou muito!!!
    Por isso é que se torna tão dificil ser mulher na atualidade, mas ao mesmo tempo é fascinante!!!

  6. Acho q a imagem traz mesmo essa questão do que é ser mulher… será ser feminina (no sentido estereotipado do termo)? será carregar um fardo? será ser forte? será ser frágil?…

    Todos esses estereotipos são bem endossados. já dizia o “Samba da Benção” “Uma mulher tem que ter qualquer coisa além da beleza. Qualquer coisa de triste, qualquer coisa que chora, qualquer coisa que sente saudade. Um molejo de amor machucado. Uma beleza que vem da tristeza de se saber mulher, feita apenas para amar, para sofrer pelo seu amor e pra ser só mulher”…

    ou ainda… já dizia Rita Lee

    “Por mim, acho que só as mulheres podem desarmar a sociedade, até porque elas são desarmadas pela própria natureza: nascem sem pênis, sem o poder fálico da penetração e do estupro, tão bem representado por pistolas, revólveres, flechas, espadas.Ninguém lhe dá, na primeira infância, um fuzil de plástico, como fazem aos meninos, para fortalecer sua virilidade e violência.
    As mulheres detestam o sangue, até mesmo porque têm que derramá-lo na menstruação ou no parto. Odeiam as guerras, os exércitos regulares ou as gangues urbanas, porque lhes tiram os filhos de sua convivência e os colocam na marginalidade, na insegurança e na violência.
    É preciso voltar os olhos para a população feminina como a grande articuladora da paz. E para começar, queremos pregar o respeito ao corpo da mulher. Respeito às suas pernas que têm varizes porque carregam latas d’água e trouxas de roupa. Respeito aos seus seios que perderam a firmeza porque amamentaram seus filhos ao longo dos anos. Respeito ao seu dorso que engrossou, porque elas carregam o país nas costas. São as mulheres que irão impor um adeus às armas, quando forem ouvidas e valorizadas e puderem fazer prevalecer a ternura de suas mentes e a doçura de seus corações.”

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