Estereótipos e música: cotidiano

Contribuição: Ivanilde Cerqueira

Autor: Marcos E. Pereira

Professor do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal da Bahia. O currículo Lattes pode ser acessado no site http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4799492A6

5 comentários em “Estereótipos e música: cotidiano”

  1. realmente a música ainda tem muito aver com a mulher do povão, que permanece em casa, sustentada pelo marido, e responsável pela educação dos filhos e afazeres domésticos, uma realidade que já mudou para outra classe de mulheres, que já trabalham e, por conta disso, tem uma rotina bastante diferente.

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  2. Ela acorda ELE com boca de hortelã… o que significa que levantou mais cedo para se arrumar…

    Mas percebam que ele deixa entender na música que quer se separar, mas não consegue… “Todo dia eu só penso em poder parar, meio-dia eu só penso em dizer não, depois penso na vida pra levar e me calo com a boca de feijão”… É como se ela prendesse ele nessa rotina… E eu digo ELA, porque ela ainda jura eterno amor…
    Mas existem casais que realmente mantêm uma relação por muito tempo por puro comodismo… e não são só os homens que fazem isso não… principalmente as mulheres que infelizmente ainda dependem dos maridos permanecem com eles por medo de enfrentar o mundo… que realmente pode ser muito cruel…

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