Contribuição: Ana Amélia Amorim
Notícia publicada no portal G1 destaca o primeiro casamento entre lésbicas na Aregentina. Clique aqui para ler a notícia.
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Autor: Marcos E. Pereira
Professor do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal da Bahia. O currículo Lattes pode ser acessado no site http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4799492A6 Ver todos posts por Marcos E. Pereira
Imagino que essas criaturas devem ter enfrentado ao longo da vida uma série de barreiras, devido aos estereótipos dos quais certamente foram vítimas em face do gênero, orientação sexual e principalmente pela busca incessante de fazer valer os seus direitos e simplesmente buscar viver em conformidade com as suas naturezas.
A conquista que ora atingiram (o matrimônio)representa a quebra de paradigmas e pricipalmente um passo importante em direção ao reconhecimento social, à legitimidade dessas uniões e com vistas a contribuir na redução da força negativa que traz consigo o estereótipo de gay.
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Muito interessante o artigo! Acho que se as pessoas se amam e se respeitam a ponto de conviverem durante 30 anos tem todo o direito de tornar oficial essa união. E mais parebéns por não desistirem, mesmo com o passar do tempo
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