Polícia liberta jovem de cativeiro

Acredite. Leia a notícia de A Tarde.

Autor: Marcos E. Pereira

Professor do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal da Bahia. O currículo Lattes pode ser acessado no site http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4799492A6

9 comentários em “Polícia liberta jovem de cativeiro”

  1. Chega a ser inacreditável que coisas desse tipo ainda ocorram. Pior é a certeza de que casos como esses existem aos milhares por aí, em nosso país e no mundo! o que leva à questão: q abolição foi essa?

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  2. Realmente não dá para acreditar que ainda hoje existam pessoas que tratem o próximo dessa maneira… E o pior é a justificativa da megera: “dar uma melhor qualidade de vida a menina, proporcionar estudo…”.

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  3. É um absurdo mesmo.. e o pior que é mais comum do que imaginamos, principalmente com meninas do interior que são convencidas por familias de classe média a vir para a capital morar me “casa de família” com a falsa promessa de estudar , mas são obrigadas a trabalhar de domingo a domingo, sem direito a salário, folga , férias, 13o , etc, pois segundo os “´patrões” já recebem casa, comida! qual outro nome se pode dar a este tipo de trabalho se não for trabalho escravo?

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  4. Infelismente ainda existe muitos casos de escravidão por esse Brasil afora. Casos absurdos como esse existem numa proporção muito maior do que realmente nós imaginamos. Mas para além da brutalidade humana, o que me chamou muita atenção nesse caso foi a capacidade de resistência dessa jovem em perseverar em um sonho: estudar e ingressar em uma univesidade!

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  5. preconceito invisível? “fale sério”!!!. Ele está mais presente, mais vivo, mais gritante que nunca, até porque agora estamos em um sistema muito mais perverso do ponto de vista dos menos favorecidos economicamente. Alguns segmentos da sociedade ou ainda, as pessoas (individualmente) ainda teimam em defender que o Brasil não tem preconceito… talvez seja a necessidade de viver num mundo ideal, mas para mim é o desejo de não se responsabilizar, não tomar para si a culpa de situações como essa… e não se responsabilizar é cooperar para a estagnação.

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  6. Preconceito e escravidão são duas coisas que não se separam. Na verdade, o ato de submeter um ser humano às condições tão desumana é a forma mais ameaçadoura, mais dilacerante, mais “imunda” de acionar o preconceito. O que ocorre é que nem sempre o preconceito é manifestado dessa maneira, o preconceito silencioso é uma das formas mais encontradas em uma sociedade que persiste em negar o preconceito.
    Concordo com Sheila ao falar que um fator agravante para tal situação, é a falsa crença de que, em países como no Brasil, vive-se uma democracia racial, por exemplo. Em conseqüência disso, o preconceito contra a população negra, em função de um mito que o nega, torna-se difícil de ser combatido e compreendido, pois não temos que compreender o que não existe. É uma inoscência conviniente.

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  7. Essa notícia causou tanto choque porque na capital não se espera encontrar pessoas nessas condições… vocês precisam morar no interior!! Na cidade onde moro, carteira assinada praticamente não existe e quem trabalha em casa de família e recebe R$ 200,00 (duzentos reais) por mês é afortunado!! Ninguém reclama pois têm medo de nunca mais achar emprego (o que provavelmente também é uma realidade) e a justiça não faz nada pois não teria como dar conta. Quem se sente incomodado com a situação e quer fazer a coisa certa, sofre pressão das outras famílias e acaba cedendo por medo de represália (são esses os que pagam os R$200,00). Isso é muito mais comum do que vocês pensam.

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