Estereótipos e idade: a terceira idade e o sexo

Contribuição: Clara Vasconcelos


Em novembro de 2008, o ministério da saúde lançou a campanha: “Sexo não tem idade. Proteção também não”. Pela primeira vez, pessoas da terceira idade se tornam público de uma campanha de prevenção a AIDS. Tal ausência de investimentos anteriores neste público alvo, nos remete aos estereotipos que a sociedade cultiva em relação a pessoas mais idosas.

Segue informações sobre campanha http://images.google.com/imgres?imgurl=http://www.tubarao.sc.gov.br/f/noticias/31594-31605-P.jpg&imgrefurl=http://www.tubarao.sc.gov.br/secretarias/comunicacao-social/noticias/campanha-contra-a-aids-tera-distribuicao-de-preservativos-em-bailes-de-idosos&usg=__YbyvycpQMUAZUKWyoGJ3sixDeNc=&h=175&w=196&sz=16&hl=pt-BR&start=19&um=1&tbnid=9SJ7rZO9tB-oLM:&tbnh=93&tbnw=104&prev=/images%3Fq%3Dcampanha%2Bcontra%2Baids%2Bna%2Bterceira%2Bidade%26hl%3Dpt-BR%26client%3Diceweasel-a%26rls%3Dorg.debian:pt-BR:unofficial%26sa%3DN%26um%3D1

2 comentários sobre “Estereótipos e idade: a terceira idade e o sexo

  1. Campanha extremamente necessária. O número de idosos soropositivos aumentou drasticamente nos últimos anos e o fator que tem causado esse aumento é o não uso dos preservativos pela falta de costume. A campanha vem incitar a reflexão de tios e tias sobre a proteção.

    O grande problema é que muitas idosas não pedem para que seus maridos usarem o preservativo e, com a ideia da submissão feminina, quando os maridos dizem que não vão usar, elas acabam aceitando. Outras campanhas precisam ser feitas por essas mulheres, pois elas são as maiores vítimas, já que em muitos casos os parceiros têm relações desprotegidas fora do casamento e trazem a doença consigo.

  2. Além da campanha em prol do uso de camisinha entre idosos, é necessário estar atento sobre o padrões sócio-culturais que determinam o não uso da camisinha. Algumas mulheres, por exemplo,mesmo conhecendo os possíveis riscos de uma relação sexual desprotegida,não solicitam o uso do preservativo por medo ou vergonha de serem “mal entendidas” pelo parceiro e deste fato prejudicar o seu relacionamento. Pode parecer absurdo ou contraditório nos dias de hoje, porém algumas heranças culturais de submissão e obediência feminina infelizmente ainda operam atualmente.

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