Estereótipos e publicidade:Aids e o GAPA/Bahia

Contribuição Sheila Lima

Avatar de Desconhecido

Autor: Marcos E. Pereira

Professor do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal da Bahia. O currículo Lattes pode ser acessado no site http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4799492A6

3 comentários em “Estereótipos e publicidade:Aids e o GAPA/Bahia”

  1. Um dos principais trabalhos com o portador de HIV é fazer com que o mesmo faça adesão ao tratamento, existem aí milhares de grupos de adesão nas instituições que trabalham com o HIV/AIDS. A grande questão é, propagandas desse tipo não criariam uma atitude negativa nos portadores de HIV e enfraqueceriam a adesão ao tratamento? Soube que uma mulher, portadora do vírus, assim que recebeu o diagnóstico viu na televisão uma propaganda onde aparecia um carimbo que dizia “AIDS MATA” e isso fez com que ela parasse de ver televisão. Ela argumentava que não suportava ver a propaganda e por isso não ligava mais a televisão para não correr o risco de vê-la. Fica aí a provocação… será que as propagandas que têm o objetivo de prevenção (e talvez até de promover a adesão ao tratamento) não acabariam criando uma atitude negativa nas pessoas que já possuem HIV, e, portanto, dificultando a adesão ao tratamento?

    Curtir

  2. Sheila, concordo completamente com vc, e ainda estendo sua critica as campanhas de controle de natalidade e gravidez na adolescencia, que pinta a gravidez de uma fatalidade tao grande que nao duvido q muitos abordos arriscados, abandono de criancas e infanticidios tenham sido motivados por este clima tetrico.

    Curtir

Deixe um comentário