Quão inevitável é categorizar?

Fazer julgamentos estereotipados não é prerrogativa de nenhum tipo de pessoa. Não é necessário ser insano, reacionário ou um hipócrita empedernido para categorizar as pessoas. Como diria um velho filósofo, julgar os outros mediante o uso de categorias é uma coisa humana, demasiadamente humana.

Autor: Marcos E. Pereira

Professor do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal da Bahia. O currículo Lattes pode ser acessado no site http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4799492A6

Uma consideração sobre “Quão inevitável é categorizar?”

  1. De acordo. Me chama a atenção o uso do termo reacionário. Aqui ele é colocado na mesma categoria de insano e hipócrita empedernido. Reacionário é aquele que reage. Mas é quase um senso comum usa-lo de forma pejorativa para categorizar principalmente as pessoas que politicamente são conservadoras, tradicionalistas, cristãs e de direita em política. Reacionárias porque reagem diante das tentativas de revolução dos revolucionários. Então temos a esquerda que faz a revolução e os revolucionários, bons, heróicos e bravios, e temos a direita que reage e os reacionários, maus, insanos e hipócritas empedernidos. Isso é uma categorização de um termo que representa um grupo político e ideológico como moralmente inferior à outro grupo ideológico. Estejamos atentos.

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