
Fonte: Fonte: Ferida_aberta (Flickr)
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Julho 11, 2008 em 8:54 pm
engraçado… me parece um pouco contradotório associar carpe diem com pessoas evangélicas. No dia a dia percebemos que no senso comum carpe diem significa viver a vida intensamente sem pensar no amanhã, como se pudessemos cometer todas as “loucura” possiveis sem se preocupar com as conseqüências. O que não corrobora com a doutrina evangélica. Esta plaquinha é bastante curiosa e me fez refletir…
Julho 11, 2008 em 9:47 pm
De modo algum. O Evangélico, o Cristão, aproveita a vida sim. A questão é que para quem vive a a vida mundana, acha que é impossível aproveitar a vida fora do hedonismo, do prazer a todo custo. Viver em Cristo é a melhor forma de aproveitar a vida para os que nele crêem, mas não essa vida rala e comum, no mais das vezes, vazia.
Julho 12, 2008 em 12:03 am
Do poeta latino Horacio:
Carpe diem quam minimum credula postero. Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios temptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati. seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam, quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare Tyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevi spem longam reseces. dum loquimur, fugerit invida aetas: carpe diem quam minimum credula postero.
Colha o dia, confia o mínimo no amanhã. Não perguntes, saber é proibido, o fim que os deuses darão a mim ou a você, Leuconoe, com os adivinhos da Babilônia não brinque. É melhor apenas lidar com o que cruza o seu caminho Se muitos invernos Jupiter te dará ou se este é o último, que agora bate nas rochas da praia com as ondas do mar
Tirreno: seja sábio, beba seu vinho e para o curto prazo reescale suas esperanças. Mesmo enquanto falamos, o tempo ciumento está fugindo de nós. Colha o dia, confia o mínimo no amanhã.
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carpe_diem
Julho 12, 2008 em 8:32 am
O budista falaria em renúncia ao samsara. O “Carpe Diem” lembra a segunda geração romântica, da galera dodói do pulmão e de composições dolorosas (e belas), também “Sociedade dos Poetas Mortos”, filmaço. É, para mim, soou estranha essa ligação, carpe diem e roupas evangélicas. Eu vi uma tatoo “Carpe Diem” no bumbum de uma menina, fiquei alucinado. Ai ai, é uma história de aprendizagem…
Julho 13, 2008 em 12:54 am
Liras de Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga:
Que havemos de esperar, Marília bela?
que vão passando os florescentes dias?
As glórias que vêm tarde já vêm frias,
e pode, enfim, mudar-se a nossa estrela.
Ah! não, minha Marília,
aprovei-te o tempo, antes que faça
o estrago de roubar ao corpo as forças,
e ao semblante a graça!
…e a tatuagem na bunda enrrugue…
Julho 14, 2008 em 9:03 pm
Vai ficar estranho, muito estranho…(kkkkkkkkkkkkkk)
Eu falaria: Ah, se soubesse a bela moçoila.
Me diria ela: sortilégio meu, a profanar almas perfectíveis.
Interpelaria eu: e tu? Ficaras velha e Pelancuda!
Retrucaria ela: qual! Sou moderninha, finjo ser dona minha, mas sirvo ao T de quem quero oferecer-me, no fundinho…(ai ai) sou dona minha!
Sofreria bobo: infeliz de mim que meu tempo tem amanhã!
Rasgaria ela: Carpe Diem é para poucos!
Julho 15, 2008 em 9:19 am
se ela (a moça da tatoo) tiver uma graninha, fica fácil controlar a flacidez. Basta malhar o bubum todo dia, depois apelar para a cirurgia plástica e colocar silicone na região atingida pela Lei da gravidade. Tudo resolvido!!!!!!!