Novas técnicas para proporcionar o máximo prazer a uma mulher

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Em geral os conselhos relacionados ao assunto raramente rendem o sucesso esperado. Mas não é o caso destas cinco técnicas infalíveis. Quer deixar sua parceira ‘louquinha’ de prazer? Comece seguindo estes conselhos. (Atenção: Segredos revelados por uma mulher.)

Técnica nº 1 : Mãos Molhadas

Sim, a técnica das mãos molhadas. Certamente a mais popular entre as mulheres. Tão simples. Tão excitante. Você vai deixá-la sem fôlego:

* Faça sua parceira sentar-se em uma cadeira confortável na cozinha. Certifique-se que ela consegue ver muito bem tudo que você faz.
* Encha a pia da cozinha com água e adicione algumas gotas de detergente para louça com aroma. (Existem muitos aromas que podem ser utilizados -maçã, limão, lavanda – escolha o que quiser. Se estiver em dúvida, experimente o ‘neutro’).
* Segurando uma esponja macia , submerja suas mãos na água e sinta sua pele ser envolvida pelo líquido até que a esponja esteja bem molhada..
* Agora, movendo-se devagar e gentilmente, pegue um prato sujo do jantar, coloque-o dentro da pia e esfregue a esponja em toda a superfície do prato. Vá esfregando com movimentos circulares até que o prato esteja limpo.
* Enxague o prato com água limpa e coloque-o para secar. Repita com toda a louça do jantar até que sua parceira esteja gemendo de prazer.

Técnica nº 2: Vibrando pela Sala

Esta técnica utiliza o que para muitas mulheres é considerado um ‘brinquedinho’. É um pouco mais difícil do que a primeira, mas com algum treino você vai fazer com que sua parceira grite de prazer.

* Cuidadosamente apanhe o aspirador de pó no lugar onde ele fica guardado. Seja gentil, demonstre a ela que você sabe o que está fazendo.
* Ligue-o na tomada, aperte os botões certos na ordem correta.
* Vagarosamente vá movendo-se para frente e para trás, para frente e para trás… por todo o carpete da sala. Você saberá quando deve passar para uma nova área.
* Vá mudando gradativamente de lugar. Repita quantas vezes seja necessário até atingir os resultados.

Técnica n° 3 : A Camiseta Molhada

Este joguinho é bem fácil, embora você precise de mente rápida e reflexos certeiros. Se você for capaz de administrar corretamente a agitação e a vibração do processo, sua parceira falará de sua perfomance a todas as amigas dela.

* Você precisará de duas pilhas de roupas sujas. Uma com as roupas brancas, e outra com as coloridas.
* Encha a máquina de lavar com água e vá derramando gentilmente o sabão em pó dentro dela (para deixar a mulher ofegante, use exatamente a quantidade recomendada pelo fabricante).
* Agora, sensualmente coloque as roupas brancas na máquina… uma de cada vez…. devagar. Feche a tampa e ligue o ‘ciclo completo’.
* Enquanto você vê sua companheira babar de desejo por você, essa é uma ótima oportunidade para pôr em prática a Técnica nº2.
* Ao fim do ciclo, retire as roupas da máquina e estenda-as para secar. Repita a operação com as roupas coloridas..

Atenção: Se nesse ponto ela começar a gritar algo como: – ‘Sim! Sim! Ai! Isso! Ai mesmo! Oh meu Deus! Não pára! Não pára não!’ Não pare. Continue até que ela esteja exausta de prazer.

Técnica nº 4: O que sobe, desce

Esta é uma técnica muito rapidinha. Para aqueles momentos em que você quer surpreendê-la com um toque de satisfação e felicidade. Pode ter certeza, ela não vai resistir.

* Ao ir ao banheiro, levante o assento do vaso. Ao terminar, abaixe novamente.
* Faça isso todas as vezes.
* Ela vai precisar de atendimento médico de tanto prazer.

Técnica nº 5: Gratificação Total

Cuidado: colocar em prática esta técnica pode levar sua companheira a um tal estado de sublimação que será difícil depois acalmá-la, podendo causar riscos irreversíveis a saúde da mulher.

* Esta técnica leva algum tempo para aperfeiçoar. Empenhe-se com afinco. Experimente sozinho algumas vezes durante a semana e tente surpreendê-la numa sexta-feira à noite. Funciona melhor se ela trabalha fora e chega cansada em casa.
* Aprenda a fazer uma refeição completa. Seja bom nisso.
* Quando ela chegar em casa, convença-a a tomar um banho relaxante (de preferência aromático em uma banheira de água morna que você já preparou).
* Enquanto ela está lá, termine o jantar que você já adiantou antes dela chegar em casa.
* Após ela estar relaxada pelo banho e saciada pelo jantar, proceda com a Técnica nº1.
* Preste atenção nela pois o estado de satisfação será extremamente alto, podendo causar coma repentino.

(Atualizado para a aula do dia 04/06/2009)

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(Atualizado para a aula do dia 04/06/2009)

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Artigo publicado: Cannabis Use

Título: Cannabis Use: Subcultural Opposition or Social Marginality?: A Population-Based Longitudinal Study

Autor: Willy Pedersen

Periódico: Acta Sociologica 2009;52 135-148

Resumo: clique aqui para obter

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Artigo publicado:INGRoup: Interdisciplinary Network for Group Research

Título: INGRoup: Interdisciplinary Network for Group Research

Autores: Franziska Tschan, Michelle Marks, and Laurie Weingart

Periódico: Small Group Research 2009;40 347-349

Resumo: clique aqui para obter

Resenha: Flutuações e diferenças de género no desenvolvimento da orientação sexual – Perspectivas teóricas.

Aílton Alves de Araújo

Em busca de uma definição no sentido de uma orientação sexual, partindo da premissa relacional, a visão sobre a perspectiva das identidades individuais e relacionais, fatalmente nos levará aos conceitos de gênero e sexo que dentro dos comportamentos encontraram-se expressões como: homem/mulher, masculino/feminino, heterossexual/homossexual dentre outros.

Convém atentar para as diferenças, que segundo Milton Diamond (2002), diz que sexo se refere a estrutura anatômica e gênero traduz os aspectos psicossociais do sexo e estes conceitos devem ficar claramente mantidos para se proporcionar uma melhor identidade psicológica.

Dentro de uma perspectiva teórica, a identidade sexual pode ser entendida do ponto de vista do desenvolvimento em três dimensões: a identidade de gênero, os papéis sexuais e a orientação sexual.
Nestes aspectos, encontramos a definição biológica do sexo propriamente dita e que aliado a isso, a configuração de gênero que será formatado pela sociedade quanto aos papeis sexuais e sociais que vai está intimamente ligado às características de ser homem ou ser mulher e que neste caso, estará assim vinculado ao que se espera diante do gênero, entretanto, ao longo do desenvolvimento, esta categoria irá se consolidar ou mimetizar de acordo com a interação do indivíduo.

A identidade de gênero na dimensão dos papeis sexuais e sociais poderá ser formatado entre masculinidade e a feminilidade. Na orientação sexual é onde se pode dizer que surge a inclinação pelos parceiros do sexo oposto, do mesmo sexo ou de ambos, onde segundo os teóricos, se configuram duas situações: uma é a preferência física sexual e a outra é a preferência afetiva.
De acordo Fausto Starling (1999), explicações táteis a respeito da bidirecionalidade da identidade sexual, pode se encontrar numa escala explicativa entre a biologia e a cultura.

Baseado no parecer de Lisa Diamond há controvérsia quanto ao estudo da sexualidade, sobretudo a feminina, onde se vê a orientação sexual como uma predisposição para atração com pessoas do mesmo sexo, sexo oposto ou ambos. Sua contestação reside no fato de que a identidade de gênero e os papeis sexuais passam por períodos de desenvolvimento ao longo do tempo que vão de uma fase precoce ao início da idade adulta do indivíduo, onde se deve considerar o contexto social, histórico e cultural também como fatores de influência.

A identidade sexual pode variar baseado numa observação longitudinal onde se perceba que as atrações e comportamentos se alterem por influência das mudanças freqüentes, sem isso, não se pode inferir que pelo fato de uma situação tópica, o indivíduo por adotar comportamento ou atração homossexual ele tenha uma identidade homossexual. Analisando tal situação de forma crítica, isso se configura no campo de sua subjetividade, uma vez que a identidade se relaciona com o sentir-se e ver-se como homossexual (Davies & Neal, 1999).
Partindo da premissa da criação da subjetividade do indivíduo, os processos de categorização social e as representações sociais criados dentro da idiossincrasia de um povo, onde os indivíduos de forma incongruente descrevem a sua sexualidade ocultando comportamentos e fantasias sexuais, a utilização do termo “homossexual”, seria inadequado uma vez que a orientação sexual, deverá ser estável e duradoura (Albuquerque, 2006).

Quanto à fluidez na orientação do desenvolvimento sexual, ainda existem pontos divergentes entre os teóricos, ao passo que uns acreditam na desvalorização dos processos longitudinais pela pseudo existência de um self verdadeiro diante de uma transição de uma identidade heterossexual à identidade homossexual ou bissexual, o qual adquire característica invariável na identidade sexual (Diamond, 2000). Por outro lado, outros teóricos atestam bastante fluidez na orientação sexual da mulher onde elas demonstram muitas mudanças nas atrações sexuais ao longo do tempo.
Muito embora seja um aspecto de caráter não consensual entre os teóricos, mas, toma-se essa fluidez na orientação sexual da mulher como ponto de partida, para referir mudanças longitudinais na identidade sexual, nas atrações e nos comportamentos (Diamond, 2000).

Apesar das alterações sexuais não se apresentarem com mudanças relevantes sobre a bissexualidade, mesmo assim, dá margem a alguns autores (Weinberg e colaboradores, 1994, Diamond, 2004) a interpretar como um potencial para as experiências íntimas sem a predominância de um único sexo, o que para eles pode-se traduzir numa instabilidade exercendo reflexos sobre a identidade sexual. No tocante à bissexualidade sendo em homens ou mulheres, deduz-se daí que há maior possibilidade pela via das experiências ambíguas sexuais de que se crie uma subjetividade pautada nas influências ambientais.

No que tange à perspectiva ambiental, o indivíduo busca uma congruência dentro de uma estimulação caótica do meio e diante da tensão psicológica deste meio, com intuito de se atingir a homeostase comportamental, o indivíduo pode declinar para uma identidade homossexual congruente e vice-versa.

Apesar de alguns estudos não encontrarem alterações significativas no que concerne à diferença de gênero no desenvolvimento da orientação sexual, alguns autores atestam e mostram as evidências de tal existência. Segundo Herdt e Boxer (1993) através de suas pesquisas indicaram que os jovens do sexo masculino iniciam precocemente suas experiências homossexuais do que os indivíduos do sexo feminino cujas diferenças são significativas. Quanto ao indivíduo feminino, incide grande probabilidade de que suas primeiras experiências sexuais sejam de caráter heterossexual antes de experienciar ações homossexuais.

Nestas circunstâncias onde parece prevalecer mais relevância sobre gênero do que na orientação sexual, neste sentido, pesquisadores indicam que a análise deverá ser feita sob a perspectiva individual de cada gênero, bem como as descrições fenomenológicas associadas e as experiências subjetivas no que tange aos sentimentos e comportamentos sexuais como mantenedores de valores à identidade sexual.

Assim, se pode concluir que na consolidação da identidade sexual, a diferença de gênero que atrelada a comportamentos sexuais, a quantidade de parceiros e a idade de iniciação, se configuram como aspectos mais relevantes da diferenciação do que a própria orientação sexual.

Considerações
Diante da complexidade do tema, concita-nos a uma reflexão profunda sobre como se constrói uma identidade sexual e os aspectos relevantes que de forma epistemológica devem ser considerados.
Ao serem analisados os processos longitudinais em busca de consolidação das identidades, isso deverá ser feito de forma criteriosa e buscar sempre dados representativos que possam fidedignamente asseverar.

Como vimos, a construção da subjetividade e da individualidade, passa pelo crivo de uma interação social onde o processo cultural e histórico é parte integrante deste contexto. Assim, não se pode conceber a construção da identidade sexual partindo de uma análise isolada e abstendo-se da compreensão da dicotomia biologia X ambiente ou até mesmo desconsiderar a temporalidade e as observações longitudinais com suas respectivas transformações.

Ficou claro que para a formação da identidade sexual, torna-se necessário levar em consideração os seus três fatores (identidade de gênero, os papeis sexuais e a orientação sexual), onde, baseado nos investigadores, dentro de uma visão criteriosa, é sabido que os indicadores que dão consistência à identidade bissexual, se constituem como um ponto de transição para uma possível eclosão da homossexualidade.

Uma das primeiras teorias formuladas para compreender a homossexualidade, intitulou-a como caráter perverso, entretanto, nos tempos atuais, ainda se busca compreender dentro de um campo fisiológico, genético, comportamental, psicológico, físico, metafísico de leigos e cientistas a sua verdadeira gênese.

Bibliografia: Almeida, J. e Carvalheira, A. A. Flutuações e diferenças de género no desenvolvimento da orientação sexual: Perspectivas teóricas. Análise Psicológica, 25, 3, 343-350, 2007

Name Change of the Week – Jet Magazine, August 18, 1955