Notícia do dia: “Tenho filho de 24 anos que só me viu de farda uma vez. Dou mais segurança a minha família se ninguém souber que sou da polícia”

Matéria do jornal A Tarde relata, com base em depoimentos de policiais militares, uma das conseqüências da violência urbana na cidade do Salvador. Clique aqui para ler a matéria.

Autor: Marcos E. Pereira

Professor do Departamento de Psicologia e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (Mestrado e Doutorado) da Universidade Federal da Bahia. O currículo Lattes pode ser acessado no site http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4799492A6

4 comentários em “Notícia do dia: “Tenho filho de 24 anos que só me viu de farda uma vez. Dou mais segurança a minha família se ninguém souber que sou da polícia””

  1. Esse é um assunto muito complexo, pois ao mesmo tempo que policiais sofrem com a violência urbana, muitos deles, também promovem a insegurança nos bairros periféricos de Salvador.
    acabei de realizar um trabalho sobre violência policial num bairro extremamente violento de Salvador, e os moradores relataram ter tanto medo da polícia quanto dos marginais do bairro. Alguns policiais agem de forma arbitrária, pautados no estigma: pobre, negro, favelado, desempregado ou se possivel, com todas estas caracteristicas.
    se hoje a polícia sofre com a violência, é preciso rever não apenas políticas públicas de segurança mais eficazes, como, também, uma mudança de postura da corporação.

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  2. Temos que exigir uma boa polícia, pois é impossível se exigir bons bandidos. O crime organizado, tão glamourizado décadas atrás, se aproveita da miséria da população para recrutar seus soldados, lutando em nome do lucro dos chefões do tráfico, confortavelmente instalados em suas mansões. O policial é um trabalhador, e exerce uma função imprescindível para a sociedade. De todas as abordagens sobre a compreensão e solução para a violência pública, o que vejo ser menos salientado é a condição do policial como trabalhador.

    Ninguém está satisfeito com os serviços prestados pela polícia, mas temos que ter sempre em mente o tamanho da aberração que é ter uma polícia como inimiga do cidadão, e não uma aliada.

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  3. PS: quem ameaça os policiais em seus bairros não são os moradores honestos, e sim os criminosos que se acham acima da lei em “seus territórios”.

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  4. Duro, ganhar um pequeno salário para exercer um cargo que tem em sua conta uma tensão absurda, residir ao lado de quem o condena, haja!

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