Contribuição: Wilma Ribeiro
Professora do Curso de Psicologia
Faculdade Adventista da Bahia
Meu nome é Khan! Um filme interessante para se analisar os estereótipos e o preconceito étnico. Trata-se da história de Khan (Shahrukh Khan- mesmo sobrenome na vida real), portador da síndrome de Asperger, que quando criança aprende de sua mãe muçulmana que a única diferença que existe entre seres humanos é entre bons e maus. Ao tornar-se adulto vai morar em São Francisco – EUA, casa-se com uma hindu e após o ataque às torres gêmeas – 11 de setembro de 2001 – a sua vida muda completamente. A xenofobia contra muçulmanos acaba tornando a dinâmica social e psicológica da família de Khan insuportável. A jornada de Khan que é apresentada no filme trata-se de sua tentativa de provar que não é um terrorista. Recomendo!
O periódico espanhol El País publica um artigo do escritor Eduardo Lago, diretor do Instituto Cervantes de Nova York, no qual são apresentadas seis teses sobre o imapcto do idioma espanhol nos Estados Unidos. Clique aqui para ler.
Teriam os Estados Unidos lançado mais uma bomba atômica, como denuncia a agência italiana Rainews24? Clique aqui para ler a matéria publicada no El País.
Notícia publicada na Folha Online rela o resultado de uma pesquisa conduzida nos Estados Unidos com eleitores democratas e evidencia o principal problema enfrentado pela campanha de Barack Obama, o preconceito racial. Clique aqui para ler a matéria.
Matéria do jornal El País, de Madrid, discute as futuras modificaçãoes da lei”não me pergunte, que eu não te falo”, que tornou legal a homossexualidade nas forças armadas norte-americanas. Clique aqui para ler a notícia.
Matéria publicada por Hannah Zaic, no website Nj.com., de New Jersey, Estados Unidos, relata quão os voluntários de programas sociais dirigidos aos pobres expressam uma concepção estereotipada a respeito das pessoas assistidas pelas organizações sociais. Clique aqui para ler a matéria.
Editorial publicado no The Times of Trenton, de Trenton, Nova Jersey, discute, nesta época de Barack Obama, as diversas formas pelas quais o racismo persiste na sociedade norte-americana. Clique aqui para ler o editorial
Os japoneses, sempre inovadores, acabam de desenvolver um GPS capaz de mostrar aos motoristas as áreas de alta incidência de crimes e indicar os caminhos que permitem evitar a passagem nestas áreas quentes. Os fabricantes norte-americanos relutam em adotar esta tecnologia, com o receio de que as áreas identificadas pelo software do aparelho tenham sido circunscritas a partir de informações fundamentadas em estereótipos étnicos e raciais. Leia a matéria publicada no website australiano Smarthouse.