Contribução: Daiana Nogueira e Elisa Maria Araújo.
Algumas profissões, como as representadas pelas imagens abaixo, são amplamente estereotipizadas pelo gênero predominante que a desempenha. Caso o indivíduo não corresponda à expectativa social de desempenhar uma profissão consoante com o seu sexo, normalmente, sofrerá preconceitos relacionados à sua identidade e preferências sexuais. Este fenômeno pode influenciar atitudes de desvalorização do profissional, bem como inibir possíveis escolhas profissionais que fujam do socialmente aceito, e valorizado. Por vezes, esta crença tão compartilhada acaba influenciando o indivíduo a desenvolver um desempenho superior ao gênero predominante nas profissões em questão.
Este vídeo normalmente desperta espanto por parte de quem assiste, pois, não é permitido ao professor demonstrar ações agressivas em uma sala de aula. Ao contrário de antigamente, quando este profissional podia até mesmo bater em um aluno.
Todo menino, toda criança brasileira ja teve aquele sonho. Aquele sonho mágico. A de ser jogador de fuetebol… Um estereótipo de perfeição. De ganhar dinheiro fazendo o que gosta. Sempre com o pensamento que tudo é as “mil maravilhas”… Sendo que muitas vezes não é, muitos sonhos são desfeitos, muitos sonhos que só acontecem no imaginario de um menino.
Contribuição de : Ailton Araujo, Lucas Carneiro & Janielly Braz.
Essa propaganda trás de forma subjacente o que o homem preconceituoso não pode saber de imediato, entretanto, o termo “braço forte” deixa subentendido o que pode ocorrer com os pacientes na execução do dito exame. Dentro dessa crença emerge a violação de valores terminais por conta do exame de “toque”, muito embora, este tenha a função de preservar a saúde.
O vídeo mostra de forma caricatural o estereótipo do psicólogo que se confunde, em primeira instância, com o profissional exclusivamente clínico (analista ou terapeuta), e em segundo lugar, com os próprios psicanalistas, isso talvez sendo fruto da popularidade de um dos grandes nomes acadêmicos do século XX, Sigmund Freud e do seu trabalho.
Essa imagem está vinculada a uma matéria que se refere à evolução do trabalho relacionada à busca de trabalhadores que, além de competentes, sejam também criativos. Apesar desta afirmação ser pertinente, a ideia que se passa na imagem é que esta evolução parece estar ligada também à profissão que se exerce. Será que há profissões nas quais não há espaço para a evolução pautada na criatividade?
Psicólogo não adoece, somatiza.
Psicólogo não transa, libera libido.
Psicólogo não estuda, sublima.
Psicólogo não dá vexame, surta.
Psicólogo não fofoca, transfere.
Psicólogo não tem idéia, tem insight.
Psicólogo não resolve problemas, fecha gestalt.
Psicólogo não se engana, tem ato falho.
Psicólogo não muda de interesse, altera figura e
fundo.
Psicólogo não fala, verbaliza.
Psicólogo não conversa, pontua.
Psicólogo não responde, devolve a pergunta.
Psicólogo não desabafa, tem catarse.
Psicólogo não pensa nisso, respira isso.
Psicólogo não é indiscreto, é espontâneo.
Psicólogo não é gente, é estado de espírito.