De vez em quando, as revistas dedicados ao público feminino saem com uma dessas. Na dúvida, não custa conferir.
De vez em quando, as revistas dedicados ao público feminino saem com uma dessas. Na dúvida, não custa conferir.
Essa entrada foi publicada em 0, 5 \05\UTC setembro \05\UTC 2008 às 8:08 pm e arquivada em Categorias e categorização social, Crenças, Estereótipos, Gênero, Notícias, Textos. Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.
Estereótipos, preconceitos e discriminação (2004)
Marcus Eugênio de Oliveira Lima e Marcos Emanoel Pereira (Organizadores)
Salvador: EDUFBa
Tema: Contempt por Vault9 .
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Era bom saber se os que opinaram são casados ou solteiros.
Pelo que li, parece que são casados frustrados em busca de novas emoções, casamentos, etc. ou de outra mãe.
hehehe
Eu acho que eles selecionaram as respostas que as mulheres queriam ouvir. Bom o estereotipo da mulher ideal para os homems (veja que eu identificar o estereotipo não significa que eu endosse ele) ainda é a velha amélia, bonita, cheirosa, boa de cama e de fogão. Bom, a minha crença pessoal é de que o mportante é que ela esteja sempre ao seu lado e você ao dela.
Nossa os homens estão ficando mais exigentes querem uma barbie e que ainda seja independente financeiramente.
Afinal, o que restou de gente por aqui? Não somos todos semi-deuses, desde que se foi Fernando Pessoa?
“Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe – todos eles príncipes – na vida…
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó príncipes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?”
(Poema em Linha Reta, trecho, Fernando Pessoa como Álvaro de Campos)
Niguém perguntou ao pedreiro, ao porteiro, ao gari, ao eletricista, ao vendedor, ao operador de telemarketing… pq??
Ninguém ME perguntou! hehehehe
Esse negócio da Musa é um tanto legal mas um tanto perigoso. A Musa, como sabem bem os poetas, inspira. Quase todo homem tem sua história suspirante, nostálgica e levemente doída do tempo que se viu impelido pelo ideal da Musa. O problema é quando o sujeito mergulha demais atrás desta sereia e esquece de voltar para terra firme onde vivem as pessoas de verdade.