O blog Diga não à erotização infantil reproduz matéria publicado no Diário do Nordeste sobre as dificuldades enfrentadas pelas indústrias que insistem em divulgar publicidade abusiva dirigida ao público infantil. Clique aqui para ler a matéria

O blog Diga não à erotização infantil reproduz matéria publicado no Diário do Nordeste sobre as dificuldades enfrentadas pelas indústrias que insistem em divulgar publicidade abusiva dirigida ao público infantil. Clique aqui para ler a matéria

Essa entrada foi publicada em 0, 8 \08\UTC junho \08\UTC 2008 às 11:45 am e arquivada em Categorias e categorização social, Crenças, Educação, Fotos, Gênero, idade, Notícias, Publicidade e propaganda, Redução e diluição. Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0. Você pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.
Estereótipos, preconceitos e discriminação (2004)
Marcus Eugênio de Oliveira Lima e Marcos Emanoel Pereira (Organizadores)
Salvador: EDUFBa
Tema: Contempt por Vault9 .
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Li a matéria e achei muito interessante!Muito relevante o trabalho que está sendo realizado pelos psicológos para proteger as crianças da violência que está embutida nas peças publicitárias direcionadas ao público infantil. Em nome da liberdade de imprença priva as crianças de exercer sua liberdade de se desenvolverem sem tantos determinantes.
Acho super válido o projeto para reduzir os apelos consumistas ou ligados ao erótismo voltados para a criança. Os exemplos trazidos na matéria são assustadores, e é fato que as crianças estão cada menos vivendo a infância e boa parte da culpa disso vem da mídia. Claro que “acabar com toda a comunicação mercadológica dirigida à criança no Brasil” é um projeto bem complicado, mas acho que fazer oposição a esse tipo de prática é fundamental, mas não dispensa a responsabilidade dos pais.
No horário “nobre” da tv para crianças, que é pela manhã, entre os intervalos dos programas infantis, há um verdadeiro bombardeio de propagandas que incitam as crianças a quererem consumir, consumir e consumir. Sem falarnos comerciais direcionados ao público adulto que se utilizam da imagem de uma criança “fofinha” para que seu produto seja bem aceito. Há um emparelhameto de estímulos, onde o produto é associado à criança fofinha, e então torna-se algo agradável e querido. Acontece muito com operadoras de celular, companhia de supermercados, etc. Corre-se ainda o risco de as crianças se atrairem por esses produtos direcionados aos adultos. Essa campanha contra a erotização infantil veio em bom momento, pois deve-se sim existir limites quando algo torna-se prejudicial à sociedade.
Muito válido o site. Parabéns. Acompanho o Instituto Alana e infelizmente são poucos os espaços onde a publicidade pode ser analizada e discutida com esse viés social..na maioria, por interesses economicos, tudo passa sempre batido.
Estou pesquisando sobre o assunto e, graças a deus, tenho encontrado poucas, mas otimas fontes (seja na internet ou em alguns livros e artigos).
Bem, parabens, continuem assim e até mais.
Adoraria se vocês publicassem alguma matéria com algum psicologo/a falando sobre a erotização na midia, suas consequencia no desenvolvimento da criança e sobre a relação, infelizmente crescente, da publicidade no dia-a-dia dos pequenos.
Agradecido, Kaio =]