Favela Card

Post no Blog das Ruas, publicado por Iuri Rubim e associado ao Terra Magazine, publica uma entrevista com o rapper Paulo Linha Dura, coordenador do CUFA-MT, Central Única de Favelas, do Mato Grosso, onde é discutida a moeda de troca que está sendo adotada nas favelas de Cuiabá. Clique aqui para ler o post.

5 Respostas para “Favela Card”

  1. joil Disse:

    Somos a 8a. economia do mundo, quando é que a gente vai começar a pensar grande e se livrar desse troço, dessa cultura da favela? Ô pobreza de espírito.

  2. Edson Disse:

    Resposta para o Joil…

    E você acha que porqu~e supostamente somos a 8ª economia do mundo , não existe miséria, violência, tráfico de drogas, corrupção em nosso país??

    Vê se acorda Zé Ruela…

  3. Fábio Disse:

    JOIL, VOCÊ NÃO MERECE MORAR NO BRASIL, É ESPANTOSA A SUA IMBECILIDADE E FALTA DE PERCEPÇÃO EM RELAÇÃO A REALIDADE DO PAÍS.

    SÃO PESSOAS COMO VOCÊ QUE O BRASIL PRECISA DE DISTÂNCIA, SUA EXISTÊNCIA E HIPOCRISIA CAMINHAM JUNTAS PARA A NEGAÇÃO DO RESTO.

    DESCULPE CAMARADA, MAS CULTURA NÃO ESCOLHE CLASSE NEM POSIÇÃO SOCIAL, CULTURA VAI ALÉM DESTE ESTÚPIDO CLICLÊ QUE VOCÊ DEFENDE.

  4. Rafael Oliveira Disse:

    Econômia solidária não é nada mais do que capitalismo primitivo, capitalismo sem papel moeda. O dinheiro surge como um passo a mais para facilitar as trocas cooperativas do sistema capitalista. Não há nenhuma novidade nisso. É uma oportunidade de mostrar para as pessoas que o capitalismo é solidário em sua base constitutiva e acabar com esse mito de capitalismo selvagem etc. Infelizmente as vezes é preciso que as pessoas reconstituam o passado para entender o presente, quando bastava um pouco de estudo e visão livre de ideologias para se obter o mesmo resultado. Selvagem é o ser-humano, o indiivíduo, não o sistema.

  5. jdkllkjjh Disse:

    ola sou de Portugal e gostei muito dosite

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