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	<title>Comentários sobre: Estereótipos e publicidade: sanatório para sifilíticos (1900)</title>
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	<description>Os estereótipos e a psicologia social</description>
	<pubDate>Thu, 08 Jan 2009 09:28:16 +0000</pubDate>
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		<title>Por: Leandro Muniz</title>
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		<dc:creator>Leandro Muniz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 22:50:59 +0000</pubDate>
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		<description>Legal, vai aí um continho bem brincalhão:

Um zangão lá de 1900 passeava pelas luzinhas vermelhas da vida, encontrava com uma abelhinha que sempre tinha uma rosinha e não hesitava em pagar para ver o desabrochar da flor que era até de se comer, mas que tava dodói, era uma aventura tantinho contagiosa, o bichinho triste ficou com uma feridinha onde não devia e cheio de pintinhas avermelhadinhas; “tô chateado, aquela plantinha não me caiu bem” – zumbiu nervoso nosso mangangão. Bom ele queria ficar, ah...eram tantas donzelas abelhas naquela época, acreditava que alguma lhe daria a tal rosa sadia. Ora que encontrou com mais uma zuzumbizeira colada bem no poste onde havia luz vermelha e que lhe oferecia outra florzinha, como era safadinho não conseguiu resistir e pagou como pagou para comer a outra, porém essa não se comia, era apenas uma rosinha que o dopava num leito onde ficava tão de mau jeito, a dona abelhinha só dava de muitão o que curava aquela doencinha e sussurrava bem bonitinho: “abra a boquinha zangãozinho, toma o seu remedinho que lá embaixo tá bem coitadinho, a outra rosinha que escondo bem escondidão vou dar pra outro zangão."</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Legal, vai aí um continho bem brincalhão:</p>
<p>Um zangão lá de 1900 passeava pelas luzinhas vermelhas da vida, encontrava com uma abelhinha que sempre tinha uma rosinha e não hesitava em pagar para ver o desabrochar da flor que era até de se comer, mas que tava dodói, era uma aventura tantinho contagiosa, o bichinho triste ficou com uma feridinha onde não devia e cheio de pintinhas avermelhadinhas; “tô chateado, aquela plantinha não me caiu bem” – zumbiu nervoso nosso mangangão. Bom ele queria ficar, ah&#8230;eram tantas donzelas abelhas naquela época, acreditava que alguma lhe daria a tal rosa sadia. Ora que encontrou com mais uma zuzumbizeira colada bem no poste onde havia luz vermelha e que lhe oferecia outra florzinha, como era safadinho não conseguiu resistir e pagou como pagou para comer a outra, porém essa não se comia, era apenas uma rosinha que o dopava num leito onde ficava tão de mau jeito, a dona abelhinha só dava de muitão o que curava aquela doencinha e sussurrava bem bonitinho: “abra a boquinha zangãozinho, toma o seu remedinho que lá embaixo tá bem coitadinho, a outra rosinha que escondo bem escondidão vou dar pra outro zangão.&#8221;</p>
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